Por Samanta Sallum
A folia brasiliense mostrou que, para o mercado da Economia Criativa e da Cultura, é coisa séria. A capital federal provou que tem público para todos os gostos. Uma série de eventos privados e gratuitos ficaram lotados. Quadradin da Folia, bailes e shows em clubes, rodas de samba em bares e restaurantes, além dos blocos de rua. Isso gera empregos, movimenta o comércio e o setor de serviços, que arrecadam mais impostos para o GDF.
Das imagens sombrias para a alegria
O carnaval, especialmente, fomenta uma grande cadeia de produção, dando palco para os artistas da cidade. Da equipe técnica de som e iluminação aos serviços de segurança privada e de limpeza, toda uma roda da economia local gira. É bom para a imagem de Brasília estampar essa alegria e efervescência da festa mais democrática do mundo, depois do que ocorreu em 8 de janeiro, deixando a cidade ferida pelo vandalismo e terrorismo.
Segurança
Não se pode vilanizar o carnaval como sendo uma perturbação. Com a devida organização, ele poderá ser ainda melhor e respeitando quem não quer participar da folia. Quantas famílias inteiras, avós com seus netos foram às ruas festejar? O samba não morre mais no Distrito Federal. E que a segurança pública cumpra o seu papel.
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