Coluna Capital S/A, por Ana Dubeux (interina)
Brasília agora é uma cidade turística pet friendly. Lei sancionada pela governadora em exercício Celina Leão (PP) define a cidade como um destino em que os animais de estimação são bem-vindos. Segundo a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) de 2021, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), 49,6% dos lares do DF possuem ao menos um animal. A nova norma estabelece que os espaços de convivência pública “podem ser, na medida do possível, adaptados para o lazer e o bem-estar animal, a fim de possibilitar o incremento das atividades turísticas”. O projeto é de autoria do deputado distrital Daniel Donizet (PL).
Micro e pequenos empresários acumularam dívidas, sobretudo ao longo da pandemia. Boa parte deles não consegue pagar o Simples Nacional em dia, devido ao endividamento e também ao movimento, que ainda não voltou ao patamar de antes para muitos.
É preciso negociar todo ano a dívida dos impostos para não ser descredenciado do Simples e cair um imposto ainda mais alto. Não é possível ter dois parcelamentos ao mesmo tempo, então eles juntam o que já está em curso com um novo parcelamento, aumentando ainda mais a dívida. Quanto mais parcelamentos, maior a entrada também. Então, um pequeno falido tem que desembolsar R$ 10 mil, R$ 20 mil, só de entrada de um parcelamento, que normalmente é de 36 vezes. Os juros não são baixos. O Relp, programa lançado pelo governo Bolsonaro ano passado, parcelou a entrada, o que foi ótimo. Mas este ano quem aderiu ao Relp para impostos atrasados e não pagou os impostos que vencem todo mês não pode mais parcelar, embora a dívida parcelada esteja em dia.
Sem meias palavras
Jamal Jorge Bittar, presidente da Fibra, não foge de uma boa peleja. Ontem (24/1), de forma incisiva, declarou solidariedade ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes, “a quem tentam, de forma infundada e ilegal, retirar do cargo para o qual foi legitimamente eleito”. E acrescenta que foi “um movimento oportunista de disputa de poder e de motivações políticas indefensáveis em uma democracia, conduzido por um grupo inebriado por questões ideológicas”.
Rodrigo Rollemberg (PSB) esteve ontem (24/1) com o presidente em exercício, Geraldo Alckmin (PSB). Foi uma visita de cortesia ao companheiro de partido que assumiu o Palácio do Planalto pela primeira vez. O ex-governador do DF é cotado para assumir um cargo no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, sob a gestão de Alckmin. Houve uma possibilidade de que Rollemberg fosse nomeado como secretário de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedorismo, um espaço político estratégico. Mas o deputado Milton Coelho (PSB-PE) acabou ficando com a vaga. Coelho é auditor do Tribunal de Contas de Pernambuco e foi secretário dos governos de Eduardo Campos e Paulo Câmara. Rollemberg disse que seu foco hoje é conquistar seu mandato de deputado federal. “Estou confiante que vou retomar o mandato que é meu, que está em discussão no Supremo porque a legislação é muito clara.”
Fundo Constitucional preservado
Rollemberg esteve também, ontem, com outro colega de partido que assumiu cargo estratégico na Esplanada dos Ministérios: o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE), novo secretário nacional de Segurança Pública. Saiu de lá com uma boa notícia. “Ele me tranquilizou de que não há pretensão de o governo federalizar a segurança pública nem de mexer no Fundo Constitucional”, diz Rollemberg.
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