Coluna Capital S/A, por Ana Dubeux (interina)
A regulamentação do mercado de trabalho por aplicativo ainda vai dar muito o que falar, especialmente com o novo governo sinalizando que fará mudanças, tanto na reforma trabalhista quanto na regulamentação dos entregadores. Não à toa, empresas de entregas, como o Ifood — líder do setor no país — que tem nada menos do que 30 mil entregadores apenas no DF, estão se mobilizando para participar das discussões junto ao governo e aos parlamentares. Uma das mensagens que tentam passar aos interlocutores do governo é que a CLT e o Microempreendedor Individual (MEI) não funcionam para esses profissionais, que trabalham para mais de um CNPJ, fazem seu próprio horário de trabalho e conseguem tirar mais do que um salário mínimo por mês.
Por parte da legião de entregadores, o que se sabe é que eles, além de numerosos, não atendem ao comando de sindicatos ou associações. De perfil variadíssimo, o trabalhador desse setor se conecta e se manifesta por meio dos chamados influenciadores de comunidades e redes sociais.
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