Coluna Capital S/A, por Ana Dubeux (interina)
A regulamentação do mercado de trabalho por aplicativo ainda vai dar muito o que falar, especialmente com o novo governo sinalizando que fará mudanças, tanto na reforma trabalhista quanto na regulamentação dos entregadores. Não à toa, empresas de entregas, como o Ifood — líder do setor no país — que tem nada menos do que 30 mil entregadores apenas no DF, estão se mobilizando para participar das discussões junto ao governo e aos parlamentares. Uma das mensagens que tentam passar aos interlocutores do governo é que a CLT e o Microempreendedor Individual (MEI) não funcionam para esses profissionais, que trabalham para mais de um CNPJ, fazem seu próprio horário de trabalho e conseguem tirar mais do que um salário mínimo por mês.
Por parte da legião de entregadores, o que se sabe é que eles, além de numerosos, não atendem ao comando de sindicatos ou associações. De perfil variadíssimo, o trabalhador desse setor se conecta e se manifesta por meio dos chamados influenciadores de comunidades e redes sociais.
“Não existe solução única que atenda de forma igual a todos os setores produtivos”, aponta…
Jacques Veloso afirmou à Capital S/A que não houve contradição entre vídeo divulgado e parecer…
Por SAMANTA SALLUM O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Ricardo Cappelli, decidiu…
Por SAMANTA SALLUM O Governo do Distrito Federal (GDF) está fazendo um inventário patrimonial com…
Por SAMANTA SALLUM O setor de Tecnologia da Informação (TI) subiu da terceira para a…
Por SAMANTA SALLUM Coluna Capital S/A de 02 de fevereiro A projeção para o comércio…