Por Samanta Sallum
O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, já se pronunciou em relação ao anúncio de recriação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e da escolha de Geraldo Alckmin para comandar o órgão.
“Além de ser um político íntegro, honesto e decente, tem ótima interlocução com os setores produtivos, em especial com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo, que representam 75% do PIB”, afirmou Tadros.
A entidade entendeu o anúncio de Lula, para o setor, como sinalização do presidente eleito de que as pautas empresariais terão relevância em seu mandato.
Tadros, no entanto, aponta que o futuro ministério terá que dispor de autonomia, de poder e de recursos necessários para fazer frente às necessidades setoriais que deverão incluir prováveis desonerações de impostos, incentivos e acesso a crédito.
“É importante também que seja incluído e valorizado o setor de serviços, um dos que mais sofreram com a pandemia e que se vê ameaçado com expressivo aumento de carga tributária em propostas tramitando no Congresso Nacional”, reforçou o presidente do CNC.
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