Por Samanta Sallum
Para 100% dos empresários entrevistados, é negativo o efeito da aprovação do Projeto de Lei 2.776/2020, que alterou os limites da Floresta Nacional de Brasília e abriu brecha para a regularização de ocupações ilegais. No caso, os assentamentos 26 de Setembro e Maranata.
O processo eleitoral nacional seguido pelo combate à ocupação irregular de terrenos e as eleições para o Buriti são os temas que mais preocupam o empresário do mercado imobiliário no Distrito Federal. É o que aponta a última rodada da pesquisa que mediu as expectativas do setor, realizada pela Ademi/DF.
Reação à lei sancionada por Bolsonaro
Para 86% dos empreendedores, é preciso tomar providências para questionar a lei, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro recentemente, que reduziu a área da Floresta Nacional. E 95% dos empreendedores são favoráveis à articulação de uma política pública que permita a regularização fundiária no DF, combinada a regras que impeçam a manutenção da expansão desordenada e ilegal que ainda acontece na região.
Otimismo
O mercado imobiliário do Distrito Federal, no entanto, deve atravessar o segundo semestre de 2022 com desempenho positivo. Essa é a expectativa do empresário segundo a pesquisa. Apenas 14% demonstraram pessimismo, numa inversão de perspectiva em relação ao primeiro trimestre, quando esse indicador alcançou 20%.
Desafios da economia
“O empreendedor enfrentou desafios ligados à economia, como o aumento continuado das taxas de juros e sinais de incerteza que vêm da política em anos eleitorais. Mas o otimismo desponta no segmento”, analisa Eduardo Aroeira Almeida, presidente da Ademi/DF. “A tendência é que o ambiente de negócios melhore no segundo semestre, especialmente porque a demanda por imóveis continua alta”, conclui.
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