Por Samanta Sallum
Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista, Sebastião Abritta, a queda no faturamento do comércio em junho, no Distrito Federal, é atribuída em parte à falta de aumento salarial para mais de 700 mil funcionários públicos. “O setor está sem reajuste desde o início da pandemia, e esse cenário vem afetando o varejo. No entanto, este ano, no dia das Mães e dos Namorados, houve aumento médio de 12% nas vendas em relação ao ano passado. “Graças à flexibilização das medidas restritivas, o consumidor voltou às lojas.”
Preço dos combustíveis
Os seguidos reajustes dos combustíveis também contribuíram para inibir a presença de consumidores no comércio até o fim de julho. Mas, com a recente queda no preço, as coisas devem melhorar.
Brasília pior que a média nacional
Segundo o IBGE, Brasília está pior do que a média global no volume de vendas do comércio nacional, que teve recuo de 1,4%. Já a capital federal registrou queda de 2,2% no mês de junho em relação a maio. E ainda se encontra 10,3% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, de antes da pandemia.
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