Por Samanta Sallum
Seis grupos empresariais receberam autorização do Governo Federal para tirar do papel projetos de construção e operação de nove ferrovias no país. O Ministério da Infraestrutura (MInfra), Bracell, Ferroeste, Grão Pará, Macro Desenvolvimento, Petrocity e Planalto Piauí Participações assinaram contrato com a União para executarem propostas apresentadas no âmbito do programa federal Pro Trilhos.
Entre os empreendimentos que receberam sinal verde da União está a Estrada de Ferro Juscelino Kubitschek (EFJK), que terá 1.108 km de extensão, entre Brasília e Barra de São Francisco, no Espírito Santo, passando por Goiás e Minas Gerais. Haverá uma unidade de transbordo de carga em Santa Maria no DF.
Proposta pela empresa Petrocity, originária do setor de portos, a EFJK é voltada ao transporte de produtos do Centro-Oeste brasileiro ao porto seco de Barra de São Francisco. As principais cargas serão rochas ornamentais, madeira, grãos, algodão, toretes de eucalipto, produtos siderúrgicos, minério de ferro e sal-gema.
A partir de agora, cada empresa que propôs uma ferrovia autorizada tem que dar encaminhamento ao licenciamento, fazer projeto de engenharia e tocar a obra, com investimento totalmente privado.
Estão projetados investimentos na ordem de R$ 14,2 bilhões, sendo R$ 13,5 bilhões na construção dos novos trilhos e mais R$ 700 milhões para a manutenção, ao longo do percurso, de seis unidades de Transbordo e Armazenamento de Cargas (UTACs). O empreendimento deve gerar 200 mil empregos (diretos, indiretos e efeito-renda).
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