Texto Samanta Sallum/ Imagem Ed Alves do Correio
O ministro da Justiça, Anderson Torres, em tom pré-eleitoral, sinalizou o que chama de ameaça do retorno “da corrupção endêmica” no país. Referiu-se às pesquisas que apontam Lula como forte candidato à Presidência da República.
Sem citar nomes, o ministro questionou o fato de pessoas ligadas à corrupção estarem sendo “engrandecidas” no momento. Ficou clara à associação ao ex-presidente petista.
Em contraponto, Torres enalteceu o governo Bolsonaro como uma administração “técnica e do bem “. Apontou o enxugamento da máquina, a desburocratização e a reforma da previdência como bons feitos da gestão atual.
Ele fez a afirmação durante almoço em Brasília para lideranças femininas empresariais, em que é o convidado especial para falar dos desafios da Segurança Pública. Mas não conseguiu deixar de lado o tom político do discurso.
“Não podemos esquecer o mensalão, petrolão. O brasileiro costuma se esquecer das coisas. Mas não podemos esquecer toda essa desgraça que o Brasil viveu no passado recente. A corrupção não pode voltar a se instalar no governo federal”, enfatizou na apresentação para um público de 100 pessoas. O ministro foi aplaudido.
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