Por Samanta Sallum
Depois de 20 anos em situação irregular, o Instituto Fecomércio no DF conseguiu sair do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Este é o banco de dados em que estão registrados os nomes de pessoas, de empresas e entidades em débito com órgãos federais. A dívida acumulada chegava a R$ 6 milhões.
“Conseguimos nesta gestão finalmente resolver esta pendência que impedia o pleno funcionamento do instituto. Ele agora volta a ser um braço muito importante do nosso sistema”, disse José Aparecido Freire, presidente da Fecomércio no DF.
Processo no TCU
A origem do problema foi a má prestação de contas referente a um convênio no valor de R$ 150 mil com a Secretaria do Trabalho do GDF. Os recursos eram do FAT, que são federais. Isso gerou processo no TCU contra o Instituto Fecomércio. O caso ocorreu na gestão de Sérgio Koffes.
Acordo
O instituto conseguiu neste ano firmar um acordo de parcelamento da dívida em 36 vezes e, assim, sair do Cadin.
“Quando assumi a administração da entidade, há 2 anos, ela tinha um déficit anual de R$ 1 milhão. Hoje é superavitária. E agora, com a autorização de pleno funcionamento, poderemos voltar a realizar convênios importantes e participar de licitações públicas para prestar nossos serviços”, destacou Álvaro Silveira Júnior, presidente do Instituto Fecomércio.
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