Por Samanta Sallum
Apresentado ao Congresso em 25 de junho, o PL nº 2.337/21 (segunda fase da reforma tributária de autoria do Poder Executivo) visa alterar a legislação do Imposto de Renda da pessoa física, da pessoa jurídica e dos investimentos financeiros. A Confederação Nacional do Comércio, Bens e Serviços (CNC) se posicionou com crítica contundente à atual proposta. Prevê que a elevação da carga tributária vai provocar sonegação.
Complexidade
“O foco deveria ser aumentar a base de contribuintes ao fomentar a formalização das atividades, o que certamente não ocorrerá por meio de uma reforma dotada de complexidade e majoração dos tributos”, aponta a entidade em documento entregue a parlamentares.
Aumento dos gastos públicos
Segundo a CNC, o incremento significativo da carga tributária provocará forte impacto sobre o setor de serviços, responsável por 70% do PIB. “As alterações não contemplam quaisquer medidas de fomento à atividade econômica.
Sem a reforma administrativa, resultará em elevação dos gastos públicos no momento seguinte”, destaca documento com uma série de sugestões para o projeto.
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