Por Samanta Sallum
O empresário brasiliense Oswaldo Scafuto, 41 anos, deu uma guinada estratégica no empreendimento para enfrentar a pandemia. Junto da equipe, percebeu a necessidade de uma adaptação rápida ao novo cenário e reagiu otimizando a gestão dos seus restaurantes. Com o sucesso consolidado do Santé 13, na Asa Norte, decidiu transformar o japonês Nikkei, no Setor de Clubes Sul, no Santé Lago.
“Vendo a oscilação de movimento e de custo de matéria-prima no japonês, que tem uma cozinha muito sensível, com equipe reduzida, dificuldade de caixa e a necessidade de fazer mais do que nunca uma política de bom relacionamento com fornecedor, enxergamos que a melhor saída seria unificar à mesma bandeira do Santé, para que a gente pudesse ter um melhor aproveitamento de estoque, por exemplo”, conta.
A volta dos eventos
Segundo ele, já havia o plano de abrir o segundo Santé, mas não agora, nem substituindo uma outra operação. “O Nikkei ia muito bem até a pandemia”, lembra. A remodelagem do negócio deu certo. Aberto desde setembro do ano passado, bateu recorde de faturamento do local.
O chef Divino Barbosa, que comanda a cozinha do Santé desde a inauguração, há 9 anos, assumiu o desafio de cuidar das duas casas. E os dois colhem frutos. O espaço, de três andares, incluindo o rooftop, com vista privilegiada para a Ponte JK, está com agenda disputada para eventos como mini-weddings e confraternizações para até 80 pessoas.
União do setor
Publicitário, formado pelo Ceub, Scafuto está unido a um grupo de empresários que se organizou para ser mais uma voz a representar o setor de bares e restaurantes no DF. “Incentivamos a criação da frente parlamentar com 11 distritais para nos representar na Câmara. Nossa intenção é somar os esforços à Abrasel e ao Sindhobar.
“Fomos muito prejudicados, porque não existia nenhuma comprovação de que o nosso setor era um vilão, sendo que ali a gente tinha várias outras frentes importantes da população para serem cuidadas, como o transporte público e as festas particulares e clandestinas”, aponta.
Polêmica sobre horários
O empresário afirma ser urgente um plano de recuperação econômica para o segmento, que ainda sofre com a restrição de horário de funcionamento. “O horário normal do estabelecimento seria até uma da manhã. Mas tenho de fechar à meia-noite, então já paro a operação por volta das 23h. São quase menos duas horas a menos, isso causa muitos prejuízos”, reclama.
Ele aponta contradições nas decisões do GDF. “Então por que eu não posso exercer o meu trabalho dentro daquilo que é permitido para mim dentro do potencial de faturamento e outros setores podem? Sendo que eu tenho regras de cumprimentos de protocolos de saúde. Isso é deixar de enxergar com empatia os segmentos da economia”, frisa.
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