Bares e Restaurantes pedem ao GDF retorno do horário normal

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O Sindhobar e a Abrasel enviaram documento ao governador do DF, Ibaneis Rocha, com pedido oficial para o retorno do horário normal de funcionamento dos restaurantes e bares na capital federal. As entidades, que representam mais de 11 mil estabelecimentos (incluindo hotéis), alegam grande prejuízo do setor com a obrigatoriedade de fechar às 23h.

Devido ao aumento de casos de Covid-19 e para evitar aglomerações, o GDF baixou decreto no início de dezembro limitando o horário de funcionamento. Mas o Sindhobar aponta que o cenário atual permitiria o retorno do horário normal.

A entidade reafirma o compromisso em seguir o protocolo de medidas de prevenção contra o Covid-19.

Estabelecimento Responsável

O Sindhobar e a Fecomércio-DF criaram o selo Estabelecimento Responsável, concedido a bares e restaurantes que cumprem devidamente o protocolo de saúde pública.

Passados 25 dias da virada do ano, período que foi crítico para contaminação, o Sindhobar avalia que já é possível liberar o horário de funcionamento, conforme o previsto nos alvarás de cada tipo de estabelecimento do setor.

Pedido de reconsideração

“Enviamos um pedido de reconsideração do nosso horário de funcionamento ao governador. Estamos acompanhando a situação da rede de saúde no DF e há leitos disponíveis. E começou o início da vacinação. Aqui, na capital, a situação não está descontrolada. E continuamos firmes na nossa campanha de conscientização do público para evitar a contaminação com a higienização das mãos, o uso de máscaras e odistanciamento mínimo”, destaca Jael da Silva, presidente do Sindhobar/DF.

Mais restrições em SP

Já em São Paulo as restrições aumentaram. O governo do estado anunciou na sexta-feira (22/1) a restrição de funcionamento de comércios até 7 de fevereiro, devido ao aumento de casos de covid-19.

A partir de hoje, segunda-feira (25), os bares e restaurantes deverão fechar às 20 horas e só poderão reabrir às 6 horas do dia seguinte. Nos próximos dois fins de semana (30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro), a restrição é de 24 horas.

Os empresários paulistas fizeram protesto contra a medida anunciada pelo governador João Doria. Alegam também grande prejuízo com as restrições de funcionamento.

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