Medo de fogos? Veja como amenizar

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Com a chegada das festas de fim de ano, tutores têm de se preparar para lidar com o pânico que muitos cães têm do barulho e, assim, evitar acidentes e até mesmo o óbito

Crédito: Reprodução
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Os cães possuem uma audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até seis centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz. Alguns se escondem dos barulhos, fogem, se ferem e outros correm para os donos tremendo. Quando estão em pânico, os cães podem até chegar a óbito, principalmente os que têm problemas cardíacos.
O especialista em comportamento animal e zootecnista, Renato Zanetti, explica que é importante entender a diferença entre medo e pânico para que o tutor saiba identificar qual a sensação de seu cachorro. “Medo é quando o animal sente que está em perigo, mas não faz coisas estranhas que normalmente não faria. Já o pânico é um nível maior e faz com que o pet não consiga processar muito bem essa emoção. O pânico impede que tenham a percepção do ambiente, podendo levar o cachorro a atravessar portas de vidro, escalar paredes, subir em telhados e até saltar de muros altos”, conta.

Mas para que isso não aconteça, Zanetti lista algumas dicas para minimizar esses problemas e ajudar os tutores a passar a virada do ano tranquilo com seu animal de estimação.

1. Estar em um lugar tranquilo, com o mínimo de barulho possível para que o pet não fique estressado e consequente sinta medo ou pânico;
2. Abafar o som externo. Deixar o ventilador ligado, colocar uma música calma, fechar janelas e portas;
3. Adaptar o cachorro ao ambiente que irá passar o ano novo, seja em casa sozinho ou em um day care;
4. O espaço tem que ser seguro para o cachorro. Todos os possíveis locais que eles possam escapar, devem estar fechados, como portas e janelas;
5. É importante disponibilizar tocas para ele se esconder, locais como embaixo da cama, dentro de caixas, dentro do banheiro, dentro da casinha ou uma caixa de transporte;
6. Disponibilizar petiscos diferentes ou comidas congeladas e brinquedos recheáveis para distraí-lo e estimulá-lo;
7. Se o pet ficar sozinho, o espaço deve ser livre de prateleiras, vidros, objetos de decoração ou porta retrato. Isso evita que ele se machuque;

E não se esqueça: não contribua para esse sofrimento desnecessário. Esqueça os fogos, eles não têm importância. Importante é celebrar com a família e os amigos, incluindo os pets!

 

Cães percebem e respondem a emoções negativas

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Estudo da Universidade de São Paulo mostra que lamber a boca fora do contexto da alimentação é uma resposta do cão a emoções negativas. Pesquisadora já havia demonstrado que cachorros interpretam expressões faciais de humanos

 

Fora do contexto de alimentação, ato de lamber a própria boca é sinal visual de emoções negativas – Crédito: Natalia de Souza Albuquerque/Divulgação
Fora do contexto de alimentação, ato de lamber a própria boca é sinal visual de emoções negativas – Crédito: Natalia de Souza Albuquerque/Divulgação

Por Valéria Dias, do Jornal da USP

É muito comum cães apresentarem o comportamento de lamber a própria boca (mouth-licking, em inglês). Se isso ocorre quando ele está prestes a ser alimentado ou diante de um alimento, trata-se de algo ligado à salivação e ao desejo de comer. Entretanto, muitos cães apresentam esse mesmo comportamento em situações não associadas ao ato de se alimentar. Um artigo publicado por pesquisadores do Instituto de Psicologia (IP) da USP na revista Behavioural Processes ajuda a entender por que isso ocorre.

“Nosso estudo constatou que quando os cães percebem algo negativo que afeta o próprio estado emocional deles (possivelmente também de forma negativa), eles apresentam um sinal visual, que é o ato de lamber a própria boca”, revela a autora do estudo, a bióloga Natalia de Souza Albuquerque, que está desenvolvendo a pesquisa para seu doutorado.

“Quando nós, seres humanos, vemos alguém com um rosto fechado, com uma cara de bravo, isso pode mudar nosso estado interno. Com os cães parece ocorrer algo semelhante.”

O estudo contatou que os cães lambem a própria boca a partir de um contato visual com uma expressão negativa seja de um homem, de uma mulher ou de um outro cão. Entretanto, nos estudos realizados pela bióloga, o mouth-licking ocorreu predominantemente a partir da visualização de uma imagem de expressão negativa de um ser humano (homem ou mulher), mas independentemente da emissão de algum som indicativo de emoção.

“O fato de expressar mais esse comportamento para seres humanos e estar relacionado apenas com o visual e não auditivo nos faz acreditar que esse comportamento foi selecionado durante a domesticação, ao longo do processo de evolução, para facilitar a comunicação entre cães e pessoas”, destaca a pesquisadora. Entretanto, Natalia faz uma ressalva: ainda não há informações comprovando que os cães fazem isso de forma intencional, ou seja, com a intenção de comunicarem o que sentem aos seres humanos. “Talvez em estudos futuros nós consigamos desvendar, mas, por enquanto, não temos essa informação e não podemos falar a respeito.”

Segundo a bióloga, existe uma literatura que associa o mouth-licking a respostas ao estresse no cão. Mas esse comportamento nunca havia sido avaliado sistematicamente por meio de estudos científicos. Natalia destaca que há muitas informações circulando sobre comportamento de cães sem real fundamentação teórica. Como exemplo, a pesquisadora cita um desses mitos: o de que, ao balançar o rabo, o cão está sinalizando amizade e que podemos nos aproximar dele.

“Atualmente, estudos têm mostrando que balançar o rabo pode sinalizar diversas coisas, como agressividade, frustração e felicidade. Isso mostra que não é algo tão simples e não compreender verdadeiramente esses comportamentos pode até ser perigoso, pois o cão pode balançar o rabo por se sentir acuado e estar sinalizando que não quer uma aproximação”, alerta a pesquisadora.

Cães reconhecem expressões faciais

Natalia analisou os vídeos novamente e percebeu que o mouth-licking está relacionado à percepção que os cães têm de emoções negativas de humanos Crédito: Natalia de Souza Albuquerque/Divulgação
Natalia analisou os vídeos novamente e percebeu que o mouth-licking está relacionado à percepção que os cães têm de emoções negativas de humanos Crédito: Natalia de Souza Albuquerque/Divulgação

Para chegar à conclusão de que o mouth-licking expressa uma reação do cão a emoções negativas, Natalia analisou vídeos que ela havia gravado anteriormente durante uma pesquisa sobre reconhecimento de emoções faciais por cães, em seu mestrado pela Universidade de Lincoln, no Reino Unido. Os testes foram realizados com 17 animais e as filmagens resultaram em 34 horas de vídeos, que foram analisados quadro-a-quadro. (Leia aqui o artigo publicado sobre este estudo.)

Neste estudo anterior, os cães foram expostos a imagens de homens, mulheres e cães com expressões faciais de raiva e de alegria. No momento da exposição era tocado um som (vozes de humanos e latidos de cachorros), durante 5 segundos (mesmo tempo de apresentação das imagens), e que poderia ser positivo, negativo ou ser um som neutro.

A pesquisadora analisou o comportamento dos cães, observando o movimento dos olhos e da cabeça dos animais. Ela constatou que eles reconheciam o conteúdo emocional do estímulo. Diante de um som positivo, os cães passavam mais tempo olhando para a imagem correspondente a essa emoção. E o mesmo acontecia para estímulos negativos. (Leia aqui reportagem publicada sobre esta pesquisa.)

Ao fazer uma codificação detalhada dos vídeos, Natalia percebeu que era comum os cães apresentarem o comportamento de mouth-licking. As análises atuais, então, mostraram que o mouth-licking está relacionado à percepção de emoções negativas, de seres humanos, transmitidas pelo canal visual. Esses novos dados dessa nova análise fazem parte da tese de doutoramento em desenvolvimento pela pesquisadora no Instituto de Psicologia (IP) da USP. A orientação do trabalho é da professora Briseida Dôgo de Resende, além da colaboração do grupo de pesquisadores da Universidade de Lincoln. A previsão de defesa é 2019.

Programe as férias e não se esqueça do pet

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Na hora de planejar as férias, é importante decidir, com antecedência, o que fazer com o melhor amigo. Para quem vai levá-lo, é preciso cumprir exigências sanitárias. Se o pet vai ficar, saiba como escolher a melhor opção de companhia

 

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Com a chegada das férias, já tem gente preparando as malas para curtir o próximo destino. Muitos incluem o pet no roteiro da viagem, mas com as restrições ainda impostas por companhias aéreas e empresas de ônibus, nem sempre isso é viável. O que não significa deixar o melhor amigo desamparado: hoteizinhos e pet sitters podem garantir uma bela aventura para os peludos.

 

“Quando não é possível levar seu amiguinho em uma viagem, temos duas opções: deixá-los em hotéis para cães, ou na casa de algum amigo ou parente. Tenha certeza que o estará deixando em um local onde será bem acomodado e acolhido”, afirma Lorena Bastos, clínica geral e cirurgiã da Clínica Salud Pet. Em se tratando de gatos, deixar a casa pode não ser uma boa ideia.

“Os gatinhos ficam super bem sozinhos em casa, necessitando apenas de alguém para alimentá-los e fazer a higienização da caixinha de areia. Eles não gostam muito de sair de seu ambiente. Existem hotéis próprios para eles, que oferecem conforto, mas, em caso de dúvidas, a melhor opção ainda é contratar um pet sitter. Esse serviço consiste em pessoas que vão até a sua casa para cuidar do seu animalzinho, não gerando assim stress para ele”, aponta a veterinária.

Já para o cão, o serviço de pet sitter não é a melhor opção, diz Lorena Bastos.  “Eles normalmente exigem mais atenção, passeios e companhia. Nesse tipo de serviço, o animal fica uma boa parte do tempo sozinho, o que no caso dos cachorros, pode acarretar o stress do animal. A melhor opção para os cãezinhos é ficar na companhia de alguém de confiança”.

Na ausência dos tutore,s é comum notar uma mudança de comportamento nos animais, alguns podem parecer até deprimidos. “Assim como nós sentimos falta deles, os pets sentem muito a nossa falta também. Para amenizar isso, é interessante deixá-los na companhia de pessoas que irão interagir com eles e mantê-los ativos. Por isso, é importante averiguar com antecedência onde eles vão ficar hospedados, para se certificar que o local é adequado para seu pet. Hotéis que mantém os cães presos não são indicados para animais companheiros e ativos, por exemplo”, esclarece Lorena.

Apesar dessa mudança de comportamento ser comum, é importante estar atento, para que isso não prejudique o bem-estar dos pets. “Se a saúde do animal fica comprometida, como é o caso de animais que ficam extremamente deprimidos, se recusam a se alimentar, praticam automutilação, um veterinário ou um especialista em comportamento animal deve ser consultado”, aponta Lorena.

Se a ideia é levar o amigão na viagem, algumas medidas devem ser tomadas com antecedência. “A primeira coisa a se fazer é consultar o veterinário do seu pet, para verificar se a vacinação está em dia e de acordo com as exigências, atestar a saúde do animal e se ele está em condições para a viagem”, alerta a veterinária.

Para viagens de avião, são necessários:

  • Atestado de saúde feito por um veterinário (válido por 10 dias).
  • Vacinação antirrábica, aplicada no mínimo 30 dias antes da viagem (muitas vezes a vacinação de campanha não é válida para o caso, por não ter assinatura de um veterinário).
  • Checar com a companhia aérea sobre tamanhos de caixas de transporte e animais permitidos.
  • Se a viagem for internacional, é necessário entrar em contato com o Ministério da Agricultura para a emissão do Certificado Veterinário Internacional, com pelo menos 1 mês de antecedência.

Durante a hospedagem, em hotéis especializados, é importante que os animais levem com eles alguns de seus itens de uso pessoal. “Os pertences do pet, como comedouro e bebedouro devem ser levados, já que alguns cães estranham vasilhas que não são deles, e por já estarem em ambiente diferente, podem não querer comer ou beber água. A caminha e brinquedos que ele goste, são boas dicas, ter esses objetos por perto ajuda a minimizar a falta de casa, deixando o pet mais acomodado no novo ambiente. Também é importante levar a ração que ele está acostumado a comer, para evitar problemas intestinais, falta de apetite e alergias”, observa a veterinária.

Para quem optar por um desses hotéis, algumas dicas podem fazer toda a diferença:

  • Visite o local para saber como os animais são tratados.
  • Tenha atenção com a limpeza do ambiente.
  • Sentir confiança nas pessoas que trabalham no hotel e no lugar é fundamental.

 

 

 

Bazar para apaixonados por gatos

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Com produtos divertidos, evento vai reverter 100% do lucro para a causa animal

 

Crédito: Divulgação
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É apaixonado por gato ou conhece alguém que seja? Na edição de Natal do evento do Clube do Gato no Cobogó, neste fim de semana, o público vai encontrar produtos super diferentes e exclusivos, com 100% do lucro revertido para a causa animal.

Além dos itens para gatos, como arranhadores, camas e brinquedos, há muitas sugestões de presentes para os que amam os felinos, como artigos estampados com ilustrações exclusivas doadas por artistas de todo o país em prol dos animais.

Desde 2012, o #ClubedoGato encaminhou 586 animais para adoção responsável! O valor para sustentar esse projeto depende da venda dos “produtos-do-bem”.

Veja alguns dos mimos que estarão à venda:

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SERVIÇO 
– 09/12 (10h às 20h)
– 10/12 (12h às 20h)
Local: Cobogó Mercado de Objetos (SCRN 704/705 bloco E lojas 51/56 – (61) 3039-6333

Mantendo o pet em tempos de crise

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Veterinária dá dicas para economizar com as despesas, sem deixar o pet de lado. Para quem está pensando em levar um animal para casa, ela lembra que é importante muito planejamento

Crédito: Reprodução
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Vacinas, vermífugos, remédios antipulgas, alimentação saudável, brinquedos, lugar confortável para dormir, passeios, acompanhamento veterinário, atenção e amor devem fazer parte do dia a dia do amigo peludo. Em tempos de crise, porém, muita gente tem medo de não conseguir manter o padrão ao qual o pet está acostumado. Por isso, a veterinária Ana Carolina Junqueira Mendes, da Aila (Aliança Internacional do Animal), organização não-governamental que atua há quase 20 anos em prol do bem-estar dos animais, lista uma série de atitudes que ajudarão os tutores no período de contenção de despesas, evitando abandonos:

Banho em casa ou no Pet shop?  Segundo Ana Carolina, tudo depende da pelagem do animal. “Se for curta, o dono pode dar banho em casa mesmo”, orienta. Ter todo o material de banho ao alcance das mãos é mais um ponto a ser levado em conta, de acordo com Ila Franco, fundadora da Aila. “Os cuidados com as orelhas são extremamente importantes. Não deixe cair água no focinho. Se isso acontecer, seque com a toalha”, ensina Ila. Ela avisa que há cachorros que precisam de banhos semanais; outros, não. “Dar banho só por dar e não observar as reais necessidades do animal é uma rotina já estabelecida e corriqueira”, explica Ila. Converse com especialistas e peça informações sobre os melhores produtos de higiene, cuidados na hora de secá-los, como mantê-los tranquilos durante o banho, sugestões de tosa e corte das unhas. Negociar valores mais em conta quando você leva o animalzinho toda semana em um mesmo local é um ótimo negócio.

Saúde em dia: Prevenir é o melhor remédio para o seu bolso e para a saúde do seu companheiro de quatro patas. Pelo menos uma vez ao ano, o animal precisa ir ao veterinário para passar por um check-up e atualizar as vacinas. Esse acompanhamento pode evitar que problemas simples de saúde se agravem e precisem de intervenções cirúrgicas, aumentando as despesas. Planos de saúde para cães e gatos, consultas em clínicas com preços populares e negociar descontos com aquele profissional que você já conhece ajudam a manter as finanças em ordem.

Conforto com economia: quando o dinheiro está curto, é preciso focar nas reais necessidades dos animais. Se não dá para comprar aquela caminha incrível que você viu no pet shop, use a criatividade e os itens que você tem em casa. Lençóis e travesseiros limpos que estão guardados no fundo do armário podem se transformar numa caminha confortável para cães e gatos. O mesmo vale para comedouros e bebedouros. Não é preciso comprar os mais caros, apenas escolher aqueles que são específicos para essas funções.

Alimentação que cabe no bolso: se aquela ração premium não se encaixa mais no orçamento, opte por uma mais em conta – que seja de boa qualidade – ou alimentos orgânicos, frutas, fibras, verduras, legumes e carnes. Frutas não ácidas, como maçã, banana, pera, mamão e figo estão liberadas. No quesito verduras e legumes, recorra à cenoura, à vagem, à couve e ao espinafre. Carnes magras, frango e cordeiro são ótimas pedidas para o cardápio. “Evite as carnes gordurosas e gordura em geral”, recomenda a veterinária Ana Carolina. Na lista do que não oferecer aos pets estão ainda os alimentos com amido, pão e cebola, que é tóxica para os cachorros. Só ofereça arroz em pouquíssima quantidade. A versão integral é a mais saudável para eles. Você mesmo fará a alimentação dos bichos em casa? Use pouco sal, gordura e temperos. Moderação nunca é demais. Esses cuidados valem para cães e gatos. Antes de sair dando comida para o pet, consulte um médico veterinário. Só ele pode analisar as reais necessidades nutricionais do seu amigo, levando em conta o peso, a raça e outras especificidades.

Medicamentos: nada de sair gastando uma fortuna com remédios, a não ser que eles sejam recomendados pelo médico veterinário. Esqueça aquela história de ter uma farmácia em casa para casos de emergência.

Para quem está pensando em levar um pet para casa, a dica é: planeje-se. Saber quanto gastará com o animal é o melhor caminho para organizar o seu orçamento. O pet precisará de alimentação de qualidade, vacinas, vermífugos, remédio antipulgas, brinquedos e um lugar adequado e seguro para dormir. Os adotados, habitualmente, já vêm castrados e com as vacinas para a sua faixa etária em dia. Coloque tudo no papel, pesquise preços e tire dúvidas com o médico veterinário de sua confiança.

É essencial ter consciência de que ele fará parte da família para sempre, assim como acontece com uma criança. Não dá para descartá-lo porque o dinheiro é pouco, certo? Se está pensando em adquirir um peludinho, é bom saber que a adoção ajuda a reduzir a quantidade de animais abandonados em abrigos (aqueles que têm sorte de serem acolhidos) e nas ruas (expostos a todo tipo de violência). De acordo com informações da OMS (Organização Mundial de Saúde), há 30 milhões de cães e gatos abandonados no Brasil. Na Grande São Paulo, esse número passa dos 2 milhões.

 

Sobre a Aila (Aliança Internacional do Animal)

A americana Ila Franco trabalha focada na vida plena e segura dos animais há mais de 40 anos. Em 1999, ela fundou a Aila (Aliança Internacional do Animal) aqui no Brasil, uma entidade filantrópica não-governamental, sem fins lucrativos, que tem como objetivo defender o bem-estar animal por meio de ações educativas junto às comunidades, oferecendo formação humana voltada ao respeito à vida em todas as suas manifestações.

A organização resgata animais vítimas de maus-tratos e oferece todo o suporte necessário para reinseri-los à sociedade. Os pets acolhidos recebem tratamento clínico, são esterilizados, vacinados, vermifugados, alimentados, cuidados com amor e preparos para doações responsáveis. A aliança Internacional do Animal e seus parceiros acreditam que os animais, assim como os seres humanos, têm direito à liberdade e à vida digna. Por isso, julgam inaceitável, sob quaisquer circunstâncias, a crueldade entre ambas as espécies.

Atualmente, a instituição abriga em torno de 1500 animais, entre cães, gatos e aves. Eles são acomodados em três espaços distintos, todos localizados em Cotia, SP. Grande parte vive num espaço de 120 mil m², divididos de acordo com suas condições. Quando são acolhidos pela Aila, passam por uma triagem com veterinários e pela própria Ila Franco.  Depois, são acomodados de acordo com suas necessidades físicas e emocionais, nos chamados condomínios, com casas suspensas de madeira e alvenaria em tamanhos confortáveis aos cachorros. Protegidos do frio e da chuva, eles ainda contam com lagos para se refrescar em dias de calor intenso, móveis para descansar, brinquedos, água limpa, alimentação saudável e equilibrada, espaço abundante para se exercitar, natureza farta e muito amor e atenção.

Os gatos ficam em um local amplo só para eles, divididos de acordo com o quadro de saúde de cada um, com balanços, areia, brinquedos térreos e aéreos e móveis suspensos para se exercitarem. Em breve, os animais terão acesso à uma clínica veterinária exclusiva, em fase de construção dentro de um dos espaços da Aliança Internacional do Animal.  Para saber mais, acesse www.aila.org.br

Mantendo os gatinhos na ativa

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Enriquecimento ambiental é fundamental para que os gatos não fiquem parados o dia todo e, assim, acabem obesos. Caixas de papelão, bolas de papel e arranhadores garantem diversão e mandam o tédio embora

Brinquedinhos simples como esse são garantia de diversão para gatos Crédito: Reprodução
Brinquedinhos simples como esse são garantia de diversão para gatos Crédito: Reprodução

Gatos são dorminhocos por natureza. Com os tutores fora de casa na maior parte do dia, corre-se o risco de os bichanos ganharem muito peso.

“Se deixarmos, os gatos passam a maior parte do tempo dormindo, podendo dormir até 19 horas por dia. Estimulá-los com diferentes tipos de brinquedos, como bolinhas com guizo, varinhas com penas, arranhadores, além de oferecer locais como esconderijos e prateleiras, é fundamental para incentivar a atividade física” afirma médica veterinária Sandra Nogueira, da Hill’s Pet Nutrition.

Existem dois tipos de enriquecimento ambiental: vertical e estrutural. O vertical estimula a habilidade natural dos felinos de pular, saltar e escalar podendo ser feito através de prateleiras, arranhadores, escadas ou até mesmo deixando objetos no alto para estimular a curiosidade, pois sabemos que os gatos são animais curiosos e que adoram uma novidade. O enriquecimento estrutural pode ser feito por meio da colocação de esconderijos, caminhas, brinquedos, arranhadores e até mesmo caixas de papelão. Brinquedos como, bolinhas com guizo, de papel, de plástico, de diferentes cores e tamanhos também são exemplos de enriquecimentos estruturais e colaboram para aguçar o lado caçador dos felinos. O ideal é misturar os dois tipos de enriquecimento deixando o ambiente mais interessante.

 O proprietário deverá ser encorajado a conhecer o estilo e preferências do gato e saber quais são os brinquedos/estratégias para incentivar a atividade física do seu animal.

 Para garantir o controle de peso dos gatos somente exercícios não é suficiente. Um alimento adequado para a fase ou estilo de vida também é importante. Segundo Sandra Nogueira, “garantir que os gatos recebam o alimento adequado, na quantidade ideal, recomendada pelo médico-veterinário ou pelo guia de alimentação na embalagem é fundamental para a saúde dos animais”.

 Muitos proprietários optam por deixar o alimento durante o dia todo a disposição, o que é correto para os felinos, porém, o alimento deverá ser oferecido na quantidade indicada. Sandra afirma que “muitos proprietários deixam o comedouro cheio de alimento não se atentando na quantidade oferecida”.

 Gatos com sobrepeso são comumente vistos nas clínicas veterinárias, portanto é papel do proprietário controlar o peso do seu animal juntamente com o médico veterinário. Segundo Sandra um “alimento adequado, na quantidade correta e o estímulo da atividade física com o enriquecimento ambiental é suficiente para controlar o peso dos gatos”.

Cuidado com guloseimas no Natal!

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As festas de fim de ano estão chegando e, nessa época, aumenta em 30% o número de animais nos hospitais veterinários e uma das principais causas do problema é a ingestão de alimentos destinados ao consumo humano

 

Crédito: Total Alimentos/Divulgação
Crédito: Total Alimentos/Divulgação

 

GATOS COMEM DOCE?

Cientistas afirmam que, em geral, os gatos não se interessam por doces. Na verdade, a preferência do gato é o sabor da proteína animal. “Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consumem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor”, afirma Marcello Machado, médico veterinário e gerente técnico da Total Alimentos.

De acordo, com a revista Scientific American a causa é um gene.  Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe no gene Tas1r2, o qual é responsável por gerar proteínas que formam os receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Por isso, os felinos não percebem o sabor doce como humanos e outros mamíferos.

“Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos felinos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem e evitar oferecer doces, pois podem causar obesidade e diabetes”, explica o médico veterinários dos Snacks DogLicious e CatLicious.

E OS CÃES?

Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães, como explica Marcello Machado: “O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal”. Segundo o veterinário, os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates! “O chocolate é tóxico para cães e também para os gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia”, afirma.

CURIOSIDADE SOBRE O PALADAR DOS CÃES

Não se engane, os cães possuem menos papilas gustativas do que ser humano. Então, seu animal de estimação, não sente com tanta intensidade os sabores “O homem tem 9 mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1.706 apenas”, finaliza o veterinário.

OPÇÕES

Os cães e gatos também podem aproveitar as festas de fim de ano de uma maneira divertida, deliciosa e sem riscos.

“Se o tutor quer agradar o cãozinho ou o gatinho, deve oferecer petiscos específicos de pet para ele, pois muitos dos alimentos para humanos podem causar intoxicações sérias nos animais de estimação”, aponta Marcello Machado.

O veterinário reforça que os snacks podem ser oferecidos como agrado ou  recompensa, mas não substituem a alimentação completa diária.

Palestra gratuita aborda câncer em pets

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Participantes aprenderão mais sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer com oncologista veterinária. Palestra faz parte do projeto Ninar, grupo que surgiu da necessidade de apoiar tutores que passam por situações difíceis com seus pets

Crédito: Reprodução
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No próximo dia 12 de dezembro, acontece a quinta palestra gratuita do Ninar – Grupo de Apoio a Tutores de Animais no DF com o tema “Câncer em cães e gatos: prevenção, diagnóstico e tratamento”. O evento terá a oncologista veterinária Hetielle Harumi Hashimoto como palestrante e será realizado no Manifesto Coworking (Asa Norte).

O projeto não tem fins lucrativos e tem como objetivo reunir pessoas que queiram falar sobre suas experiências, encontrar apoio, ouvir especialistas sobre temas delicados e dividir suas emoções com os outros tutores, contribuindo para o bem-estar das pessoas que passam por uma situação difícil com o seu pet.

As reuniões acontecem toda primeira segunda-feira de cada mês, com entrada gratuita. A cada edição, uma instituição é selecionada para receber as doações sugeridas pelo projeto aos inscritos. O Ninar conta com o apoio da ProAnima, do Meu Pet Natural, do projeto Pense Assim, do Coletivo Conversa e do Manifesto Coworking.

A inscrição é gratuita, mas o projeto pede doações especiais para o grupo de proteção independente, Atevi, que cuida de 1.500 gatos abandonados e de colônia na Universidade de Brasília. O grupo já conseguiu castrar 800 deles e continuam a alimentar e acompanhar a saúde de todos os felinos. O Atevi estará com um bazar no dia do evento, mas o Ninar também pede que os participantes doem ração para gatos.

As inscrições podem ser realizadas neste link: http://bit.ly/ninardf5

Comunidade online

Além das reuniões mensais, que têm vagas limitadas, os tutores de animais do DF podem participar do grupo online que o Ninar criou no Facebook. O ambiente é um espaço para que os donos de animais possam compartilhar suas experiências, falar sobre as dificuldades durante a tutoria e encontrar apoio de outros com vivências semelhantes. Para participar, acesse este link: https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

Como surgiu o Ninar

 

As evidências científicas têm demonstrado os inúmeros benefícios advindos dos pets, não só para os seus tutores, mas também para a sociedade como um todo. No entanto, ainda são raras no Brasil as iniciativas de apoio aos tutores de animais. Quem precisa contar com espaços desse tipo, costumam encontrar dificuldades. A boa notícia é que os tutores de animais do DF podem contar com um grupo de apoio online e offline desde agosto.

A idealizadora do projeto passou por isso quando descobriu o linfoma gastrointestinal incurável de sua gata Nina. O diagnóstico veio acompanhado de um prognóstico ruim e de um tratamento exaustivo físico e emocionalmente para as duas. Quando a Nina faleceu, em junho de 2017, o pouco apoio encontrado foi em um grupo online para tutores de gatos com linfoma nos Estados Unidos e as sessões de terapia para lidar com o luto pela perda do animal querido.

Essa é a ideia do Ninar, que surgiu quando a empresária Kadydja Albuquerque teve de passar por um momento difícil como tutora. A Nina, sua gatinha de 10 anos, foi diagnosticada com linfoma alimentar e passou por meses de tratamento, vindo a óbito no início de junho. Durante todo esse tempo, Kadydja pesquisou iniciativas no Distrito Federal que reunissem tutores em situação semelhante para que pudessem compartilhar suas experiências, mas não encontrou.

“Quando a Nina faleceu, fiquei pensando como ressignificar o vazio, a saudade, e veio a ideia de formar um grupo para ajudar a outros tutores”, explica a empresária. A escolha do primeiro tema, segundo ela, deve-se ao pouco reconhecimento que a sociedade dá ao luto pelo animal de estimação. “Infelizmente, ainda é um processo muito solitário. A sociedade cobra que o tutor se recupere rapidamente, mas a perda de um animal de estimação pode doer tanto ou mais quanto a perda de um humano”, complementa.

 

SERVIÇO

O quê: Reunião do Projeto Ninar com palestra gratuita – “Câncer em cães e gatos: prevenção, diagnóstico e tratamento” (oncologista veterinária Hetielle Harumi Hashimoto)

Quando: 4 de dezembro de 2017

Horário: 19h30

Onde: Manifesto Coworking – CLN 206, Bloco A, Loja 03. Asa Norte. Brasília-DF

Inscrições gratuitas com sugestão de doação de rações para gatos do grupo Atevi. Vagas limitadas.

As inscrições podem ser realizadas neste link: http://bit.ly/ninardf5

Redes Sociais do Ninar

Facebook (grupo): https://www.facebook.com/groups/gruponinardf/

Facebook (página): https://www.facebook.com/gruponinar/

Instagram: https://www.instagram.com/gruponinarpet/


Mais informações pelo Facebook (Grupo Ninar) ou pelo telefone (61) 98277-8382.

 

7 causas de perda de peso

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Mesmo que sejam poucos gramas, a perda de peso no melhor amigo precisa ser investigada. Ela pode estar relacionada à mudança da alimentação ou a problemas graves, como câncer

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Na maioria das vezes, cães são glutões e podem apresentar excesso de peso. Porém, o contrário também acontece: de uma hora para outra ou lentamente o melhor amigo vai ficando mais levinho ao subir na balança. Perda de peso involuntária pode ser sintoma de várias doenças ou de estresse psicológico. Essa condição nunca deve ser ignorada pelo tutor. Ao notar que o pet emagreceu, procure o veterinário. Veja alguma das condições envolvidas com a perda de peso e questione o médico se pode ser o caso do seu amigão. “A não ser que o animal esteja numa dieta para perda de peso, qualquer emagrecimento deve ser considerado significativo e, portanto, investigado”, alerta Lara Bartl, veterinária da Universidade de Virgínia Tech.

 

1) Parasitas: embora a maioria dos animais domésticos seja protegida com vermífugos, às vezes um alimento ou a água contaminada podem provocar vermes intestinais. Nesses casos, além de perder peso, eles terão diarreia, queda no apetite e vômito (intermitente ou persistente).

2) Câncer: o de intestino (linfoma e/ou linfossarcoma) é uma das causas de perda de peso em cães e gatos. É uma doença mais comum em idosos e seus sintomas incluem vômito, pouco apetite e dor abdominal.

3) Doença renal: nesse caso, a perda de peso não é imediata, mas acontece ao longo dos anos. O mesmo vale para hipertireoidismo no caso de gatos (cães com a doença não vão perder peso. Em vez disso, tomarão mais água e aumentarão a quantidade de urina).

4) Doença cardíaca avançada: assim como na doença renal, a perda de peso não é imediata. Alguns cães podem, inclusive, ganhar peso, mesmo tendo menos apetite.

5) Doença dental: dor de dente pode levar à perda de peso, pois o animal terá mais dificuldade para mastigar ou engolir.

6) Mudança na alimentação: nem sempre a perda de peso se deve a uma doença. Pode ser que o novo alimento contenha menos caloria, mesmo que em quantidade igual à que ele está habituado. Preste atenção à tabela nutricional.

7) Estresse: pode alterar o apetite do animal e não deve ser menosprezado. A chegada de um novo pet em casa, por exemplo, pode desencadear o estresse e induzir a perda de peso.

 

Fonte: PetMD

 

 

Bazar de Natal ajuda animais resgatados

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Que tal fazer comprinhas de Natal diferenciadas e ainda ajudar animais resgatados por ONG? Quem tiver doações em bom estado para o bazar tem até 1º de dezembro para se desapegar

Bento vai comprar os presentes dos aumigos no bazar da ProAnima Crédito: Paulina Leon Fotografia
Bento vai comprar os presentes dos aumigos no bazar da ProAnima Crédito: Paulina Leon Fotografia

A ONG ProAnima – Associação Protetora dos Animais do DF convida para mais uma edição do Bazar Natalino, que acontecerá no próximo dia 2 de dezembro. Estarão à venda roupas, brinquedos, bijuterias, artigos para o lar, livros, CDs, DVD e vários itens interessantes, de boa qualidade e com baixo preço. Além disso, terá uma ótima programação musical, comidinhas veganas e os amigos peludos serão muito bem-vindos.

O trabalho da ProAnima é voluntário e as ações são custeadas com doações e com recursos arrecadados em campanhas e bazares. Com a realização do Bazar Natalino, além de ajudar os animais, a ProAnima incentiva o desapego e promove ações de sustentabilidade, dando a oportunidade para que todos possam adquirir produtos de boa qualidade com preço baixo.

Os voluntários estão recebendo doações até o dia 1º de dezembro: os produtos em bom estado de conservação podem ser entregues na sede – sala 47 do bloco I – Edifício Cedro, na SCLN 116, em frente ao Setor Hospitalar Norte, Asa Norte; entregues ao porteiro do edifício ou à voluntária Rose, na sala 211. Quem não pode se deslocar, mande uma mensagem para proanima@proanima.org.br ou acesse o Facebook para combinar a retirada das doações em casa.

Bazar Natalino da ProAnima
Data: 02 de dezembro de 2017
Horário: 10 às 17h
Local: subsolo do bloco I – Edifício Cedro, na SCLN 116,
em frente ao Setor Hospitalar Norte
Informações: 99908-7158 (Mara) ou proanima@proanima.org.br