De olho nos olhinhos

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A 1ª Campanha de prevenção à cegueira em animais de companhia vai alertar tutores sobre doenças como o glaucoma, principal causa de cegueira em cães

Crédito: Reprodução

Você já deve ter conhecido um pet com algum probleminha nos olhos. Às vezes, eles parecem opacos demais, às vezes, o animal lacrimeja ou esfrega a área sem parar. No dia 17 de novembro, os tutores poderão tirar dúvidas sobre o assunto na 1ª Campanha de prevenção à cegueira em animais de companhia.

Uma equipe completa de profissionais veterinários estará disponível no Boulevard Shopping Brasília, administrado pela Aliansce Shopping Centers, para tirar dúvidas e dar dicas de prevenção. O evento conta com palestras, orientações e pequenos exames, e recebe a população das 14h às 20h.

O objetivo do projeto, feito em parceria entre o Boulevard e o Centro Veterinário da Visão, foi criado para dar dicas sobre a saúde geral dos pets, além de alertar sobre as principais causas da cegueira e como podemos evitá-la. Mario Sérgio Almeida é médico veterinário oftalmologista de pequenos animais e lembra que os problemas oculares nos pets passam, muitas vezes, despercebidos pelos tutores.

“Os animais não podem se expressar e dependem da observação e cuidado do tutor. A prevenção busca identificar, orientar e tratar predisposições a alterações oculares com potencial de causaram transtornos oculares”, afirma o veterinário.

Prevenção e diagnóstico

Muitas doenças oculares evoluem rápido e podem levar a quadros irreversíveis de perda visual. Problemas comuns em humanos, como a catarata e o glaucoma, são frequentes também nos pets. Mário Sérgio destaca que o glaucoma, caracterizado pelo aumento da pressão intraocular, é um das principais causas de cegueira em cães. Por isso, no dia do evento, será feita a aferição da pressão intraocular dos olhos dos bichinhos.

“Muitos tutores desconhecem a existência do oftalmologista veterinário e estes profissionais têm formação e equipamentos tão modernos quanto os utilizados na medicina”, afirma o veterinário. A ideia do evento surgiu a partir da necessidade de apresentar essas especialidades aos tutores de animais de estimação e alertar sobre a importância de exames periódicos e preventivos.

Confira alguns sinais que demonstram alteração ocular nos animais:

  1. Lacrimejamento excessivo
  2. Esfregar os olhos
  3. Olho aumentando de tamanho
  4. Olho vermelho
  5. Olho opaco
  6. Secreção

Serviço

1ª Campanha de prevenção à cegueira em animais e companhia

Data: 17 de novembro

Local: 2º Piso do Boulevard Shopping Brasília (Setor Terminal Norte, Shin Ca 5 Conjunto D – Asa Norte)

Horário: 14h às 20h

Entrada gratuita

Classificação indicativa: livre

 

Dúvida do leitor: como se proteger contra carrapato?

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Nem sempre a picada de carrapato é maléfica. Se o animal estiver saudável, ela pode estimular o sistema imunológico e evitar enfermidades. Semanalmente, veterinária responderá às dúvidas dos leitores do blog

Maltês Luke: tutora teme doença do carrapato

Doenças, alimentação, comportamento… São muitas as dúvidas que nós, tutores de pets, temos sobre eles. Toda semana, a veterinária Ana Catarina Valle, da clínica Natural Pet, vai responder perguntas de leitores. A primeira vem de Adriana Fortes, tutora de Luke, um maltês de 4 anos.

Qual a melhor forma de proteger meu cachorro contra pulgas e carrapatos? Já ouvi dizer que os medicamentos são muito fortes, mas tenho medo de deixá-lo sem proteção, porque pets que frequentam os mesmos espaços que ele já adoeceram com doença de carrapato e ficaram muito mal.

Muitos me perguntam como controlar as pulgas e os carrapatos de forma mais natural, para que não haja a necessidade de ficar intoxicando o organismo dos seus pets, a cada 30 ou 90 dias, com produtos carrapaticidas exercendo um efeito acumulativo no organismo. Já existem no mercado vários medicamentos homeopáticos para o controle do carrapato, os quais você pode administrar diretamente na boca do seu animal, na água ou na comida. Sem contar com as coleiras repelentes, como as impregnadas com citronela ou capim santo, que provocam o mesmo efeito repelente que as coleiras de veneno, hoje largamente utilizadas pela população, e que não só intoxicam os pets, mas também as pessoas que convivem com eles.
Outra opção ou complemento à homeopatia e ao uso das coleiras naturais são os repelentes em spray, de citronela e de nem, além de sabonetes de enxofre, nem e citronela, que são usados no banho dos meninos. Também deve haver um cuidado todo especial com saúde do animal, por meio de uma boa alimentação e um programa de vacinação individualizado. Evite tratamentos invasivos e de primeira escolha, opte sempre pelas terapias complementares, como a homeopatia, acupuntura, fitoterapia. Partimos do princípio que uma mordida de carrapato é saudável, do ponto de vista que estimulamos o sistema imune e ativamos a primeira linha de defesa do animal. Ou sej:, a intenção é fazer com que esse sistema fique alerta a qualquer tipo de infecção. Se o seu animal está saudável, ele pode até entrar em contato com os causadores de diversas doenças, mas com um sistema imune adequado, terá poucas chances de desenvolver a enfermidade, permanecendo saudável. Portanto, cuide da saúde do seu pet de forma integrada, tenha um olhar integrativo e, com isso, o carrapato e a pulga deixarão de ser um problema!!

  • Ana Catarina Valle é médica veterinária, pós-graduada em homeopatia e acupuntura veterinária e doutoranda em biotecnologia.

Remédio em forma de petisco “engana” pets

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Farmácias de manipulação apostam em soluções para facilitar a medicação de cães e gatos. É possível transformar os comprimidos e os remédios líquidos em deliciosos petiscos e xaropes

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Uma das maiores dificuldades para tratar as doenças dos pets é medicá-los. Pensando nisso, as farmácias de manipulação lançaram soluções que deixam esse momento mais prazeroso e bem menos traumático. Segundo o farmacêutico e diretor executivo da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), Marco Fiaschetti, os medicamentos manipulados facilitam e podem, principalmente, auxiliar na aderência do tratamento médico. “São produzidos na dose certa e de uma forma que facilita a administração, com diversos sabores para atender à preferência do animal”, revela.

 Biscoitos com cheiro de carne para cães, xarope sabor de peixe para gatos, além de torrões de açúcar com gosto de maçã e forma de cenoura para cavalos. Essas são algumas das inúmeras possibilidades da manipulação de medicamentos veterinários. “A indústria humana tem dificuldade em produzir a quantidade exata ou oferecer o necessário para todo o tratamento do animal, o que gera desperdício. Além disso, dependendo da faixa de peso, a administração para os muito pequenos e de diferentes espécies fica restringida”, conta o especialista.

Nesses casos, o medicamento manipulado é uma excelente opção, diz ele, não só porque tem a dose certa que o animal precisa, mas também porque é uma solução quando a forma farmacêutica não é bem aceita pelo bicho de estimação. “Comprimidos e cápsulas, por exemplosão mais difíceis de serem administrados, pois não são palatáveis aos pets”, completa Fiaschetti.

As farmácias de manipulação devem seguir critérios rígidos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desde 2014. “Para preparar todo e qualquer produto para animais, é preciso ter licença de funcionamento desse órgão, que é o responsável pela fiscalização e regulamentação dos estabelecimentos que manipulam produtos veterinários. No caso de medicamentos de uso controlado, é necessário portar também Autorização Especial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária”, conclui.

 

Para cada comportamento, uma lição

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Seu cachorro é fujão? Gosta de morder as visitas? Destrói a casa toda? Faz pirraça? Ou é quietão? Especialista ensina a lidar com os diferentes comportamentos do pet

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O comportamento do cão depende de vários fatores — desde a raça e porte do animal, até fatores ambientais, comportamento do tutor e estímulos que recebe para que obedeça a comandos e seja sociável com humanos e outros animais.

“A personalidade do tutor influencia muito no comportamento do cão, mas em geral são questões multifatoriais. Por isso, antes de iniciar o adestramento, é fundamental identificar as causas daquele comportamento. Para isso, é preciso avaliar a rotina do animal, e o comportamento do tutor e familiares. Após essa análise, são apresentadas soluções para inibir tais hábitos indesejáveis do cão”, explica Cleber Santos, adestrador, especialista em comportamento animal e proprietário da ComportPet.

Segundo o especialista, existem alguns comportamentos que podem e devem ser corrigidos. “Os hábitos que devem ser mudados são aqueles que colocam o animal em risco, ou que prejudicam o convívio do pet com o tutor, ou com outros animais e humanos em locais públicos, por exemplo”, explica Cleber.

Ele traçou alguns perfis de cães, e listou dicas para lidar com cada um deles. “Lembrando que são recomendações gerais, mas cada caso deve ser avaliado individualmente. Por isso, é sempre indicado procurar um profissional”, alerta.

Cão Fujão

Quando você está passeando com o seu cachorro, ele tem o costume de tentar fugir para longe de você? Cleber explica que há dois motivos principais que podem levar o seu amigo de quatro patas a ter esse tipo de comportamento.

“Barulhos intensos – como de fogos de artifício, sirenes e trovão- costumam deixar o cachorro com medo e com vontade de fugir do local em que está. Se em alguma situação dessas ocorreu em sua casa e seu cão tentou fugir, saiba que isso é comum. É possível dessensibilizar o cão a alguns sons”, explica.

Já um cão que passa o dia todo amedrontado e tentando fugir, já não apresenta um comportamento normal. “Nesses casos, muitas vezes o medo constante pode ser causado por algum trauma quando o cão ainda era filhote. Isso é comum entre os cães que são adotados, e muitas vezes sofreram maus-tratos. Nesse caso, é preciso procurar um profissional para um trabalho de dessensibilização. Florais também costumam ser benéficos”, diz.

FuraCÃO

Se o seu pet é do tipo que faz uma verdadeira bagunça em casa quando você dá as costas ou o deixa sozinho em casa por algum tempo, os motivos podem ser diversos. “A destruição de móveis e objetos pode ser causada pela própria solidão, ou até mesmo pela ansiedade de separação”, comenta Cleber.

“Deixar brinquedos, ossos, petiscos para distrair o cão enquanto fica sozinho é uma boa alternativa. Espalhar roupas velhas pela casa para que ele possa sentir o cheiro do tutor, e dessa forma ficar mais calmo, é outra opção”, explica.

Caso o cão não se adapte de forma alguma a ficar sozinho, mesmo com essas medidas e com adestramento, pode ser uma alternativa investir em um day care. “Na creche, o animal terá a oportunidade de interagir com outros cães, gastar energia, e não se sentirá sozinho nem sentirá tanta falta do tutor”, sugere.

Nervosão

A agressividade é outra questão séria enfrentada por donos de pets. Segundo o especialista, há diversos motivos e graus de agressividade de um cão, e para um diagnóstico é preciso fazer um estudo do comportamento do animal.

Mas é bom os tutores saberem que, mesmo que o cão já seja adulto, o comportamento pode ser corrigido. “Muitas vezes o animal apresenta esse  comportamento por nunca ter se socializado com outros cães. Por isso, reagem com agressividade ou medo por não saberem o que fazer, pois é uma situação que os desconcerta e produz reações indesejadas”, diz Cleber.

Além da socialização, há outras formas de reabilitar o animal: adestramento, treinos de obediência e musicoterapia, técnica que utiliza a música e a cada dia vem sendo mais utilizada para acalmar os animais.

Cão Teimosão

Se o seu cachorro é filhote, ou até mesmo adulto, e ainda não aprendeu a fazer as necessidades no lugar correto, não se desespere. Com paciência e as técnicas adequadas, é possível reverter esse comportamento.

“Muitas vezes isso acontece por que os donos não ensinaram ao cão, da forma certa, qual é o lugar adequado. Um erro recorrente, por exemplo, e trocar o jornal de lugar todos os dias. Para que o animal aprenda, é preciso definir um ambiente fixo, e que não seja próximo da comida ou do local em que ele dorme Os animais não fazem as necessidades perto dos potes de água e de comida”, explica Cleber.

Uma boa técnica é utilizar atrativos para o cachorro entender que ali é o local certo para as necessidades. “Sempre que ele fizer no lugar certo, o dono pode recompensá-lo com um petisco ou carinho”, recomenda.

Outro ponto que auxilia é a rotina definida de alimentação. “O cachorro não pode comer o dia todo à vontade nessa fase de aprendizado, pois o organismo entende que é necessário ir ao “banheiro” várias vezes ao dia, e isso pode prejudicar. O filhote deve comer três vezes ao dia, e o cão adulto duas vezes”.

Cão Quietão

Outro perfil de cão que costuma preocupar os tutores é o cão que é acuado demais, com um comportamento apático e pouco entusiasmado. “É aquele cão que não brinca, não faz festa, interage muito pouco com os donos”, explica.

Se o animal nunca foi apático e passou a ser, antes de mais nada o tutor deve levar o cão ao veterinário para investigar a possibilidade de alguma doença. Caso não seja identificado nada físico, o problema pode ser comportamental.

Segundo o especialista, esse tipo de comportamento costuma ser causado por falta de estímulos, solidão e pouca interação com humanos e outros animais. “Cães que passam longas horas sozinhos em apartamentos, sem ter o estímulo físico e mental adequados, pode tornar-se apático, e até mesmo entrar em depressão”, alerta Cleber.

Nesses casos, para reverter o problema, são indicadas atividades em grupo, com outros cães, em que o animal possa interagir e ser estimulado. “Deixar o animal em um day care enquanto o tutor trabalha pode ajudar muito nesses casos, pois ele será integrado a uma matilha e poderá passar a interagir e ser mais entusiasmado através do contato com os outros animais”, indica Cleber.

“A musicoterapia também ajuda muito nesses casos. Na própria creche, o animal é integrado a brincadeiras em grupo, músicas animadas e outras atividades que podem amenizar ou solucionar o quadro de apatia”.

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Outubro rosa pet

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Cerca de 45% das cadelas e 30% das gatas desenvolvem algum tumor nas mamas, sendo que 85% dos casos apresentam caráter maligno. Descobrir a doença no início é essencial para o sucesso do tratamento

 

 

Catarina Gomide (@catarina.rgomide) entrou para a campanha! Crédito: Reprodução do Instagram

A campanha Outubro Rosa, que promove diversas ações em todo o país para incentivar a conscientização sobre o câncer de mama, perto do fim. Porém, nunca é tarde para lembrar que os cuidados preventivos merecem ser estendido para outros membros da família: os pets.

Segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o câncer de mama possui uma alta incidência nos animais de estimação domésticos. Em torno de 45% das cadelas e 30% das gatas desenvolvem algum tumor, sendo que 85% dos casos apresentam caráter maligno. O médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Sasaki, comenta que o aumento da expectativa de vida, anticoncepcionais, obesidade e alimentação inadequada são alguns dos fatores que influenciam para o desenvolvimento de neoplasias. “O que assusta é que aproximadamente 17% dos diagnósticos em cadelas são realizados de maneira tardia, o que reduz as chances de efetividade do tratamento”, alerta o veterinário.

Uma das medidas recomendadas para reduzir a probabilidade de aparecimentos de tumores mamários nos pets é a castração, que deve ser efetuada ainda nos primeiros cios. Sasaki ainda destaca que, apesar de ser um procedimento cirúrgico, os riscos são baixos e menores dos envolvidos com o uso dos anticoncepcionais: “Além de predispor o pet ao câncer de mama, esses hormônios aumentam as incidências de outros tipos de tumores, como os no útero e ovário. Diabetes também é outra doença que pode surgir com o uso”.

O acompanhamento do tutor é de extrema importância para a identificação precoce de nódulos mamários, sendo que atenção deve ser redobrada em animais idosos. Para isso, basta fazer apalpação nas mamas para verificar qualquer alteração, além de observar o aparecimento de lesões. Anormalidades devem ser investigadas por exames mais completos. “O veterinário vai investigar para verificar se o tumor é maligno ou não, determinando o tipo de tratamento mais adequado. Existem casos em que não há a necessidade de retirada do nódulo ou da cadeia mamária”, analisa o veterinário.

Pets são remédio contra solidão

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Pesquisa com 2 mil pessoas mostra que tutores de cães e gatos sentem-se menos isolados socialmente, comparado àqueles que não têm animais em casa

 

Crédito: Reprodução

Eles são o melhor remédio contra solidão e sobrecarga de trabalho. Uma pesquisa encomendada pela empresa de alimentos e cuidados para animais Mars Petcare junto à OnePoll com 2 mil pessoas constatou que, depois de um mês da chegada de um cão ou gato, 75% deles deixou de se sentir só.

O estudo constatou que 33% dos entrevistados se descrevem como “socialmente isolados” e alegam ter apenas duas pessoas em quem podem realmente confiar. Há inúmeros fatores apontados como gatilhos para esse isolamento, mas se destacam dedicação excessiva ao trabalho – 32% dos entrevistados revelaram que horas extras foram prejudiciais à sua vida pessoal – e o exagero no uso das redes sociais – 25% das pessoas admitiram que grande parte de suas interações sociais acontece online.

A pesquisa também descobriu que os entrevistados se sentem sozinhos, em média, sete dias por mês, que seis em cada 10 pessoas apresentam ansiedade social e mais de 75% evitam a completa socialização. Além disso, 44% acham que o ser humano está menos amigável do que era há apenas cinco anos, 75% acreditam que as pessoas estão se tornando mais distantes uma das outras em comparação às gerações anteriores e um em cada seis entrevistados admite que se preocupa mais com o que os outros pensam sobre ele do que há cinco anos.

No entanto, os animais de estimação parecem fazer toda a diferença: 21% das pessoas que possuem gatos e cães disseram se sentir sozinhas, em comparação aos 32% dos que não tem animais de estimação.

De acordo com Deri Watkins, Executivo da Mars Petcare, os animais de estimação podem fazer parte da solução para a crescente questão da solidão. “Essa pesquisa mostra a diferença tangível que nossos amigos caninos e felinos podem fazer na vida das pessoas solitárias”.

Aqueles que são tutores de um animal revelaram que o pet faz toda a diferença e impulsiona a vida social:

  • 82% dos tutores de animais entrevistados se sentiram menos sozinhos ao receber um animal.
  • 4 em cada 5 entrevistados disseram que o sentimento de isolamento desapareceu 1 mês depois do pet passar a fazer parte de suas vidas.
  • 6 em cada 10 pessoas entrevistas relataram que o pet é seu companheiro mais próximo.
  • 85% dos entrevistados disseram que seu animal faz a casa um lugar mais feliz para se morar.
  • Mais de 50% das pessoas entrevistadas atribuem ao pet um novo senso de propósito para suas vidas.
  • 50% dos entrevistados tutores de cães têm mais probabilidade de conversar com pessoas que não conhecem quando caminham com o pet.
  • 62% dos entrevistados que possuem um cão disseram que fazem mais exercício.

Campanha pelo transporte de pets

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Publicitário quer aprovação de lei que permita o embarque de animais domésticos no transporte público. O projeto é de São Paulo, mas pode inspirar tutores de todo o país a exigir dos legisladores uma postura semelhante

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O publicitário Rodrigo Lico deu inicio a uma campanha nas redes sociais, que visar obter o direito das pessoas poderem circular com seus pets no transporte público. Lico argumenta que atualmente no Brasil existem cerca de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos (um total de 74 milhões de pets), conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ou seja, em média quase metade da população economicamente ativa possui um mascote.

Para o publicitário, essa reivindicação é justa e legitima, de relevância social e ambiental para interação animal e cidadão: “Poder passear com o animal de estimação já é uma realidade em vários locais públicos como aeroportos, shoppings, escolas e áreas públicas de lazer, por que não poder fazer uso do transporte público? Tendo em vista que isso já é uma realidade em diversos países, o governo não investirá dinheiro algum em adaptação como no caso de deficientes e usuários de bicicleta, a estrutura já está aí, pronta, é só liberar o acesso, como no caso dos cães-guias”, questiona Lico.

Para ele, é possível tornar isso realidade, assim como foi criada uma lei na questão das bicicletas em São Paulo, que através do slogam “saúde”, usuários de bicicletas promoveram diversas manifestações, e assim foi criada uma lei que beneficiou estes cidadãos, e hoje eles podem transportar suas bicicletas no metrô e trens da CPTM. Tudo isso foi possível devido ao clamor da sociedade e com o respaldo da Constituição Federal, conforme prevê o Artigo 1º parágrafo único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”.

Rodrigo realizou uma pesquisa e descobriu que na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), desde 2015 tramita um PL (Projeto de Lei) de n° 727, de 2015 (PL 727 / 15), que autoriza o transporte de animais domésticos em trens, metrôs e ônibus intermunicipais. Esse PL pode ser acessado através do link a seguir: https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1257057 .

Rodrigo acredita que por meio da unidade entre ativistas, militantes e cidadãos que defendem  os animas é possível sensibilizar e convencer os deputados a votarem e aprovar o PL no plenário da Alesp. Lico enfatiza: “Só obteremos essa conquista com constantes mobilizações, com o intuito de sensibilizar e pressionar os parlamentares (deputados estaduais) a votarem em regime de urgência essa matéria, e que na sequência o governador sancione este PL e que vire lei. E desta maneira beneficiar milhões de cidadãos proprietários de pets, que defendem os animais e fazem uso do direito de ir e vir no transporte público” esclarece o publicitário.

“Faça valer seus direitos, exija do parlamentar que você votou a aprovação deste PL, vamos nos unir nesta causa de iniciativa popular, somente juntos poderemos mobilizar os parlamentares para que façam uso do bom-senso e aprovem esta lei”, conclama Rodrigo.

Prevenção de vômito e diarreia

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Vacinação, ambiente limpo e alimentação equilibrada somam aos cuidados diários com os pets. Uso constante de probióticos também pode ser recomendado pelo veterinário para prevenir problemas gastrointestinais

Crédito: Reprodução
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Vômitos e diarreias são sintomas que podem indicar enfermidades gastroentéricas. Depois de instalado o quadro, é necessário iniciar um tratamento. No entanto, existem medidas preventivas que devem ser adotadas com regularidade.

 As doenças gastrointestinais podem ser desencadeadas por uma série de fatores, como estresse e alergia alimentar, ou, ainda, provocadas por vírus, bactérias e vermes, que são evitados a partir do protocolo de vacinação e vermifugação. “Quanto ao estresse e às alergias, para prevenir esses quadros são necessários ao animal doméstico uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios”, esclarece Stella Rosa da Fonseca, veterinária e analista técnica da Ourofino Pet.

 A especialista alerta ainda para outras condições que podem controlar ou prejudicar a saúde dos animais. “O ambiente limpo ajuda a prevenir as doenças. Em contrapartida, locais superpopulosos se tornam agentes na disseminação das patologias.”

Nos quadros de gastroenterites, os vômitos podem vir acompanhados da presença de muco ou secreções biliares e as diarreias podem apresentar muco ou sangue, dependendo da causa. Outros sinais também costumam surgir, como apatia, perda de apetite e de peso. Nos casos mais graves, os sintomas podem se manifestar por vários dias. O exame clínico costuma ser complementado por outros mais investigativos, como endoscopia e análises sanguíneas. Em determinadas situações, uma cirurgia exploratória pode ser indicada.

Com o diagnóstico correto, os médicos-veterinários poderão estabelecer os medicamentos adequados. Em muitos casos, o tratamento é feito com vermífugos, anti-inflamatórios e antibióticos. O uso frequente de probióticos previne os quadros entéricos por manter a flora bacteriana intestinal dos animais sempre saudável, impedindo a colonização da parede intestinal por agentes patogênicos.

  “Os especialistas podem, inclusive, recomendar ajustes na alimentação, feitos com a introdução de alimentos balanceados, capazes de facilitar a digestão e absorção de nutrientes. Isso ajuda a regularizar o trânsito intestinal, especialmente quando associado aos probióticos”, explica Stella.

Pelos caindo? Saiba o que fazer

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Na primavera e verão, com o aumento das temperaturas, os pets costumam ter uma queda mais acentuada de pelos. Isso ocorre, principalmente, com os cães de pelo curto, que são os que mais soltam fios

Crédito: Reprodução
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A renovação da pelagem dos cães de pelo curto é constante – o pelo nasce, cresce, permanece um tempo e cai na sequência. Já a pelagem longa cresce por três a quatro anos direto até cair. “Uma boa alimentação, produtos adequados para o banho e escovação da pelagem diariamente ajudam muito na diminuição da queda”, afirma o groomer e gerente de estética da Petz, William Galharde.

Mas é importante notar se a queda não está excessiva e se há qualquer alteração na pelagem.

Pelo opaco e quebradiço, por exemplo, pode ser sinal de alguma deficiência de nutrientes, principalmente de proteína. Nesse caso, é preciso manter a alimentação balanceada com uma ração de qualidade ou até mesmo suplementar com vitaminas e antioxidantes, mas sempre com a orientação do veterinário.

 “Mas, se houver sinais como falhas, vermelhidão, escamação, lesão ou coceira, é preciso procurar ajuda de um veterinário, pois podem ser indicativos de alguma doença de pele”, explica William. Doenças hormonais, nutricionais e dermatológicas causam quedas de pelos e precisam de acompanhamento de um veterinário para diagnóstico e tratamento adequados.

Dicas para manter os pelos saudáveis

1 – Com uma luva de borracha, passe a mão no sentido contrário da pelagem do cão. Os fios que estão soltos grudam na luva, mais facial de removê-los. Depois, passe no sentido contrário.

2 – Alimentação balanceada e de boa qualidade

3 – Xampus de boa qualidade, com aplicação adequada e manter os pelos sempre bem secos.

4 – Sempre respeitar a frequência semanal de banho, evitando água e secadores muito quentes.

5 – Em cães de pelagem longa, sempre realizar escovação para prevenção de nós e hidratação da pelagem, para prevenir o ressecamento.

6 – Prevenção de ectoparasitas sempre atualizada para prevenir doenças.

7 – Passeios e acesso ao banho de sol por um período do dia ajuda muito nesse quesito.

8 – Outra possibilidade é realizar um procedimento disponível em pet shops chamado remoção de subpelo. Com esse procedimento, há retirada dos pelos que irão cair de maneira mais intensa, reduzindo a queda em casa.

Enzos e Valentinas do mundo pet

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Conhece algum Thor? Ou quem sabe uma Belinha? Ou Luke, Mel, Julie… Conheça os nomes mais populares de pets no Brasil

Por Adriana Fortes, especial para o Mais Bichos

A gente já sabe que entre os bebês humanos, Enzo e Valentina são disparados os nomes mais populares. Mas agora a gente quer saber: como fica a classificação dos peludos?
Um levantamento feito entre os mais de 350 mil cães cadastrados no site do aplicativo DogHero revelou os nomes mais populares escolhidos por mamães e papais pet em todo o Brasil
Será que o nome do seu amor de quatro patas está entre os dez primeiros?
Em décimo lugar:
Sophia/Sofia e Ted

Crédito: Reprodução do Instagram
Sofia (@sofia_viralata) e Ted (@tedejade_thebegles): nomes de sucesso 

 
Em nono:
Bela/Bella e Chico

Bela (@bellalufty) e o Chico (@brisa.chico.wolff): última tendência
Bela (@bellalufty) e o Chico (@brisa.chico.wolff): última tendência

Oitavo nome mais popular:
Julie e Pingo

Julie (@golden.theobaldo_julie_joao) e Pingo (@pingo.insta): nomes da moda
Julie (@golden.theobaldo_julie_joao) e Pingo (@pingo.insta): nomes da moda

Quem vez em número 7 é:
Belinha e Fred

Belinha (@bellinha.fernandes) e Fred (@pug.fred): nomes populares
Belinha (@bellinha.fernandes) e Fred (@pug.fred): nomes populares

Estes são os nomes do sexto lugar:
Lola/Lolla e Bob

Lola( @instalolaemia) e Bob (@bobtheblackpoodle)estão entre os nomes preferidos
Lola( @instalolaemia) e Bob (@bobtheblackpoodle)estão entre os nomes preferidos

 

Na quinta posição:
Amora e Billy

Amora (@amora_dachshund_) e Billy (@billy_heisenberg) são tendência
Amora (@amora_dachshund_) e Billy (@billy_heisenberg) são tendência

O quarto nome mais atribuído aos peludos:
Luna e Theo/Teo

Luna (@lunacostaa) e Theo (@theobull): nomes de sucesso
Luna (@lunacostaa) e Theo (@theobull): nomes de sucesso

E agora vamos para os primeiros colocados!

Terceira opção mais escolhida:
Maggie e Nick

Maggie (@maggie.dourada) e Nick (@nick.spitz.10): última moda
Maggie (@maggie.dourada) e Nick (@nick.spitz.10): última moda

Segundo nome preferido:
Nina e Luke

Nina (@nina_brahuna) e Luke (@luke_leia_skydog): nomes disputados
Nina (@nina_brahuna) e Luke (@luke_leia_skydog): nomes disputados

E o mais mais mais em PRIMEIRÍSSIMO lugar!!!
Mel e Thor

Mel (@mel.cloe) e Thor (@assuncao_thor): nomes campeões
Mel (@mel.cloe) e Thor (@assuncao_thor): nomes campeões