Mãe de pet é mãe, sim!

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Domitila com Fubá e Amora: “Cuido, amo, me dedico”    Crédito: Arquivo pessoal

 

Na natureza, não é incomum que animais criem, como seus, filhotes que pertencem a outras espécies. Uma pesquisa da bióloga Susan Lingle, especialista em cooperação animal na Universidade de Winnipeg, no Canadá, constatou que fêmeas respondem rapidamente ao ouvirem o som de choro de espécies diferentes das delas (inclusive de bebês humanos), e correm para o local de onde ele parece vir. Além disso, Lingle publicou um estudo na revista Naturalist descrevendo como cervos defendem uma subespécie geneticamente diversa sem que, aparentemente, leve alguma vantagem nisso. Também já foram relatados vários casos de animais em cativeiro que “adotaram” outros. Koko, uma gorila que viveu até os 46 anos no Zoológico de San Francisco, nos EUA, ficou famosa por criar um gatinho como filho: carregava no colo, alimentava e até tentava amamentar.

Ainda que muita gente ainda torça o nariz para isso, não é apenas no mundo selvagem que animais de outras espécies são adotados. Que o digam as “mães de pets”, para quem é natural criar gatos e cachorros, por exemplo, como se fossem filhos. Mais uma vez, a ciência já investigou o assunto. Um estudo publicado na mais importante revista científica do mundo, a Science, demonstrou que, ao olhar para o animal que cuida, a mulher produz ocitocina, o “hormônio do amor”, relacionado à criação de vínculos sociais. Os cães também têm esse hormônio, e a mesma pesquisa, da Universidade Azabu, no Japão, comprovou que eles, igualmente, aumentam a produção da substância ao trocar olhares com os tutores. Nos Estados Unidos, um estudo do Hospital Geral de Massachusetts mostrou que, ao olhar fotografias de seus pets, mulheres tinham as mesmas regiões cerebrais ativadas comparado a quando viam fotos de seus filhos humanos. Já diante de imagens de crianças e animais aleatórios, essas áreas, associadas às emoções, não eram ativadas.

Mãe de pet também é mãe? “Sim”, diz o médico psiquiatra Diego Marques, em entrevista ao blog. A mente humana, segundo ele, não quer saber se é um filho biológico ou um animal: o que ela identifica são sensações. “A certeza da realidade externa não é julgada pela psique, apenas as sensações. Então, seja um pet, seja um filho biológico, adotivo, um sobrinho de grande afeto… a psique interpreta como o amor, que é onde se liberam as substâncias, sendo que a principal relacionada ao afeto é a ocitocina. Então, quando a gente vê níveis elevados de ocitocina serem liberados em mulheres que se encontram com seus pets, a gente correlaciona o mesmo neurotransmissor do afeto, do amor, que as mães também liberam na maternidade, principalmente no processo de amamentação. Então, sim, pai de pet é pai e mãe de pet também é mãe”, afirma.

A bacharel em direito Domitila Gomes concorda plenamente. Ela enxerga o dachshund Fubá e a lhasa apso Amora como filhos e não abre mão do título de “mãe de pet”. “Me considero mãe de pet porque eu cuido, amo, me dedico. São mais importantes que tudo para mim”, afirma. Sobre pessoas que discordam que mãe de pet é mãe, Domitila é taxativa: “São pessoas que não entendem esse amor, não sei se não tiveram esse vínculo durante a vida, ou só falta compreensão mesmo”.

A médica veterinária Joana Barros lembra, porém, que, para o bem-estar do próprio animal, os tutores precisam respeitar o fato de que eles não são humanos. “Quando afastamos os cães e gatos de sua natureza e de sua família e os colocamos simbolicamente em posições que não lhe pertencem (como a posição de filhos) podemos causar doenças físicas e emocionais”, afirma. “Cães e gatos precisam ter contato com a natureza, são carnívoros e precisam de alimentação adequada para a espécie, precisam de estímulo de caça (nem que seja em brincadeiras). Humanizar e querer que eles sejam como crianças não é amar, afinal, amor é respeito”, destaca.

“Isso não significa que nós não possamos chamar nossos pets de filhos, mas que precisamos respeitar o lugar deles na família e lembrar que eles também têm mãe e pai. Portanto: ame! Reconheça que seu pet é de uma espécie diferente da sua e que também tem uma ancestralidade diversa, apesar de estar inserido na sua família”, diz a médica veterinária.

Diego Marques também ressalta a responsabilidade de criar um animal. “Temos que perceber que cuidar de um pet gera responsabilidade, entender que todo bônus também, muitas vezes, vem de ônus ou renúncia sobre alguns aspectos. Se viajar, precisa se pensar, se passa muito tempo fora de casa, pensar com quem esse pet poderia passar o tempo. Todas essa logística que um filho também necessitaria. Então, deve-se lembrar da responsabilidade de se cuidar de um pet”, diz.

O psiquiata lembra que o bônus de ter um filho pet é grande. “Sabemos que os animais têm se demonstrado positivos para vários adoecimentos emocionais. Um deles é a depressão”, diz. Ele lembra que, na pandemia, o contato com o pet ajudou muita gente a enfrentar melhor esse período sombrio. “Foi uma oportunidade, inclusive, pra muitas pessoas que não se permitiam ao amor, ao cuidado de um pet inicialmente. Aquelas pessoas que se permitiram a esse cuidado vivenciaram um isolamento menos isolado, como eu costumava dizer.”

A todas as mães de pet, um feliz dia das mães!

 

 

 

Fofura dupla

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Dois vídeos de um bebê e um cachorro despertaram ataques de fofura e viralizaram na internet. No primeiro deles, Liam, de 7 meses, está brincando com o Broon, o labradoodle (mistura de labrador e poodle) da família, e não para de gargalhar. O cãozinho, por sua vez, não está menos animado: pula freneticamente em volta da criança. O vídeo foi postado pela mãe do menino, Angela Lally Labat, moradora do estado de Louisiana, nos EUA.
O sucesso do vídeo estimulou um canal de televisão local a fazer uma matéria sobre ele. Numa segunda filmagem, Broon não deixa para menos e volta a brilhar. Desta vez, ao se reconhecer na televisão, começa a pular em frente do aparelho. E, claro, mais uma produção doméstica da família Labat ganhou a rede. Assista aos dois vídeos abaixo:

Raça não define comportamento, diz geneticista

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Crédito: Rawpixel.com

Um novo estudo genético envolvendo mais de 2 mil cães e 200 mil respostas fornecidas pelos tutores revelou que a raça de um cão é um mau preditor de comportamento, por si só. A pesquisa, da
Faculdade de Medicina Chan da Universidade de Massachusetts, deve ser publicado neste mês na prestigiosa revista científica revisada por pares Science .

As principais descobertas vão contra as crenças populares de que a raça desempenha um papel em quão agressivo, obediente ou afetuoso um cão pode ser. Esses estereótipos podem levar a legislações específicas da raça, restrições de planos e seguros de saúde e até proibições de criação de algumas raças de cães, incluindo pit bulls e pastores alemães.

“Apesar dessas suposições amplamente aceitas, há uma grande falta de pesquisas genéticas que ilustrem uma ligação entre raça e comportamento”, escrevem os autores do estudo.

Os autores usaram estudos de associação de todo o genoma para procurar variações genéticas comuns que poderiam prever características comportamentais específicas em 2.155 cães de raça pura e mestiços. Eles combinaram esses dados com 18.385 pesquisas feitas com tutores de cachorros do Darwin’s Ark, um banco de dados de código aberto de características e comportamentos caninos relatados pelos proprietários.

Os resultados desses testes, que incluíram dados de 78 raças, identificaram 11 locais do genoma fortemente associados ao comportamento. No entanto, nenhum deles era específico de uma raça. De acordo com a pesquisa, a raça explica apenas 9% da variação comportamental em cães individuais, enquanto a idade ou o sexo do cão foram os melhores preditores de comportamento.

“A maioria dos comportamentos que consideramos como características de raças específicas de cães modernos provavelmente surgiram de milhares de anos de evolução, de lobo a canino selvagem a cão domesticado e, finalmente, a raças modernas”, disse a autora, Elinor Karlsson em entrevista ao jornal USA Today. “Essas características hereditárias são anteriores ao nosso conceito de raças modernas de cães em milhares de anos”.

Quando o pet vai às compras

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Crédito: Flicker

Como integrantes da família, é cada vez mais comum os pets frequentarem shoppings centers. Em Brasília, a maioria dos grandes centros comerciais aceitam a presença de animais – alguns, inclusive, não fazem distinção de porte. Também são muitos os que organizam eventos, como desfiles, feirinhas de serviços e de adoção, bailinhos de carnaval e, no Natal, trono especial para foto com o papai noel.

Porém, antes de levar o melhor amigo para o rolezinho, é bom observar regras comuns:

— Nada de deixá-los soltos: sempre leve na coleira, com guia curta;

— O ideal é que os animais “se aliviem” antes de entrar no shopping. Mas acidentes acontecem. Nesses casos, é fundamental chamar a equipe de limpeza.

— Respeite a sinalização: as lojas indicam, na vitrine, se o animalzinho é aceito ou não.

— Não deixe que o animal suba em móveis e brinquedos.

— Nenhum shopping pode aceitar animais nas áreas de alimentação e espaços família. É uma exigência da Vigilância Sanitária.

 

Aceitam animais (leia as regras de cada um):

Plano Piloto

  • Brasília Shopping: permitida a entrada de cães com até 60cm de altura, desde que na coleira e na guia. Não é permitida a entrada de cães de guarda, mesmo com focinheira. O acesso às lojas é facultado a cada lojista; nas vitrines, há adesivos com indicação se o pet é bem-vindo. Confira as outras regras aqui.
  • Conjunto Nacional: aceita cães de pequeno e médio porte na coleira e na guia ou em caixas de transporte.
  • Iguatemi Shopping: Não é permitido ingressar ou circular com cães de médio ou grande porte nas dependências. Cães de porte pequeno devem utilizar guia curta.
  • Boulevard Shopping: Pets de todos os tamanhos são bem-vindos de coleira, no colo ou no Pet Car (emprestado pelo shopping). Sugere-se que os cães de grande porte estejam de coleira e focinheira. O shopping fornece kit higiene.
  • Pátio Brasil: Podem entrar no Pátio animais de pequeno ou médio porte (até 40 cm). Cães de grande porte, de raças destinadas a guarda ou ataque também são aceitos, mas deverão usar focinheira dentro do shopping. Todos devem usar guia e coleira. Acesse o regulamento completo.
  • Liberty Mall: aceita animais de pequeno e médio porte, na coleira ou no colo.
  • Terraço Shopping: Animais de pequeno e médio porte são bem-vindos, na coleira, guia ou carrinho (emprestado pelo shopping, no segundo piso).

Guará

  • Parkshopping: Animais de todos os tamanhos são bem-vindos, na guia e coleira. As lojas que permitem a entrada têm um adesivo sinalizando, na vitrine. O shopping disponibiliza kit higiene no SAC (terceiro piso).
  • Casa Park: Animais de pequeno e médio porte são bem-vindos, na guia, coleira ou carrinhos.

Taguatinga

  • Taguatinga Shopping: É necessário que os bichinhos estejam de coleira durante o passeio. Só é permitida a entrada de cães de pequeno e médio porte, e se conduta não for dócil é obrigatório o uso de focinheira. O acesso dos pets é permitido em todo mall (área comum) com coleira ou no colo. O shopping empresta carrinhos para transporte.

Ceilândia

  • JK Shopping: aceita cães de pequeno e médio porte, na coleira/guia, colo ou carrinho.

Águas Claras

  • DF Plaza: aceita animais de todos os portes. Cães de grande porte (acima de 25kg e maiores que 60cm), de raças destinadas a guarda ou ataque (Pastor alemão, Rottweiler, Dobermann, Bullmastiff, Fila brasileiro, Dogue alemão, Boxer, Pitbull), deverão obrigatoriamente usar focinheira.
  • Águas Claras shopping: cães de pequeno e médio porte são bem-vindos, desde que no colo ou na guia e na coleira.
  • Vittrini Shopping:  são permitidas apenas raças de pequeno e/ou médio porte (cachorros de médio porte devem utilizar focinheira), com no máximo 60 cm. Os pets deverão sempre estar com coleira/guia ou em bolsas de transporte e carrinhos.

 

Alimentação natural precisa de supervisão

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Crédito: PxHere/Divulgação

Já pensou em trocar a ração do cão ou gato por alimentação natural? Esta é uma tendência seguida por muitos tutores em todo o mundo e, segundo pesquisas científicas, que podem ser acessadas na biografia deste guia, além de mais palatáveis, podem ser mais saudáveis que a comida industrializada. Porém, a alimentação natural preparada em casa, sem acompanhamento de um profissional (médico veterinário ou zootecnista), não consegue, sozinha, atender às necessidades nutricionais dos cães e gatos.

Alimentação natural não é sinônimo de sobras. Cada animal tem suas especificidades nutricionais, que precisam ser atendidas. Inclusive, os alimentos caseiros precisam de suplementação, que só deve ser prescrita pelo profissional.

“Uma mesma composição de dieta caseira não atende a todos os pets. Muitos tutores optam pela dieta caseira como forma de melhorar a experiência pessoal no fornecimento de um alimento, igualando-se ao que o tutor consome, ou por questionarem a utilização de alguns ingredientes como co-produtos da alimentação humana, ou por alterações de saúde. Um alimento caseiro demanda mais tempo de preparo, comparado a um alimento comercial”, ensina a veterinária Mayara Baller, executiva de vendas externas Pet/Acqua da MCassab Nutrição e Saúde Animal.

“As informações como idade, espécie, nível de atividade física, doenças associadas devem ser levadas em consideração para que um profissional capacitado possa fazer a formulação de um alimento caseiro”, continua Baller, em entrevista ao blog. “Cães e gatos têm uma necessidade nutricional diferente de humanos e possuem particularidades. Muito tutores confundem alimento caseiro com o resto da alimentação humana e isso é um perigo. Desequilíbrio entre as quantidades de ingredientes e as necessidades nutricionais podem levar a sérios problemas nutricionais, como deficiências e intoxicações.”

Segundo a médica veterinária, além de procurar o porfissional correto – veterinário ou zootecnista – para elaborar a dieta, esses especialistas são fundamentais para a escolha da suplementação. . “O uso sem indicação pode levar a intoxicação, pelo desequilíbrio no consumo das vitaminas e minerais. Os alimentos caseiros precisam de suplementação, pois os ingredientes utilizados no preparo não suprem em quantidade os nutrientes que são necessários na dieta de cães e gatos.”

 

Em Gaza, um herói dos animais abandonados

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Saeed Al Err no abrigo: “Eu sonho que um dia todos os animais encontrarão um espaço seguro”

Território palestino em guerra há muitos anos com Israel, a Faixa de Gaza é palco de histórias trágicas, com uma escalada na violência registrada no início do mês, com ataques e mortes de civis registrados nos dois lados. Em meio à barbárie, porém, há relatos de atos pacíficos e heróicos. Um deles é protagonizado por Saeed Al Err, um homem que tomou para si a missão de cuidar dos animais que, famintos, vagam pela região.

Em 2006, Saeed Al Err fundou a Sulala (palavra árabe para “raças animais”), um abrigo que cuida de cães e gatos e, hoje, também é lar de um burrinho. Todos os dias, Al Err sai de casa com a missão de resgatar os animais que nasceram nas ruas ou foram abandonados. Segundo ele, em Gaza, os animais estão sempre em risco de serem atropelados por carros ou contrair doenças causadas pela má alimentação e pelas péssimas condições de vida. “Todos os dias recebemos muitas ligações de cidadãos sobre essas pobres almas. Nós os pegamos, tratamos e os colocamos em um lugar seguro”, conta, no site do abrigo. 

A missão da Sulala também é educativa. Para aumentar a consciência sobre a situação dos animais abandonados, os integrantes do abrigo visitam escolas mantidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) na Faixa de Gaza. 

“Nossa visão é um dia não ter mais animais abandonados na Cidade de Gaza e construir um abrigo permanente. Estamos pressionando os municípios da Palestina para que nos forneçam o apoio necessário. No entanto, nossa visão requer apoio em nível local e internacional”, destaca a ONG, que recebe doações na página oficial. 

Em uma entrevista recente ao jornal britânico The Guardian, Al Err contou que pegou um empréstimo bancário para começar os trabalhos no abrigo e disse que, “a jornada está apenas começando”. “Espero que, um dia, um hospital especializado atenda a todos os animais. Desejo ter abrigos totalmente equipados e conscientizar todas as pessoas sobre os animais. Eu sonho que um dia todos os animais encontrarão um espaço seguro como Minwer”, revelou, citando um gatinho que resgatou e levou para casa. 

Em parceria com a ONU, a Sulala faz ações educativas em escolas de Gaza

Saiba onde encontrar serviços veterinários gratuitos e com preços acessíveis

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Crédito: Reprodução

 

Cuidar do melhor amigo de quatro patas não significa só levar para passear e dar comida. Idas ao médico veterinário são importantes para a prevenção de doenças e essenciais para o diagnóstico e os cuidados quando ele adoece. 

Nem todo mundo, porém, pode pagar pelo tratamento. A boa notícia é que, além de assistência gratuita, existem clínicas-escolas que cobram valores mais acessíveis e atendem de situações simples a cirurgias complexas. Veja onde procurar ajuda para o pet:

Gratuito

Hospital Veterinário Público de Brasília: Todos os serviços são gratuitos. São oferecidas consultas, exames laboratoriais, exames de imagem (raios-x e ultrassom), cirurgias, administração de medicamentos, entre outros. O telefone do HveP é o (61) 3246-6188 (somente para ligações). O contato também pode ser feito pelo WhatsApp (61) 9 9938-5316 ou pelo email recepcao.hvep@gmail.com. O tem duas opções para atendimento: realizar o agendamento por meio do site ou comparecer às dependências do HVEP no período da manhã, aguardar a triagem e a distribuição de senhas que é feita por ordem de chegada. São entregues 100 senhas por dia, sendo 50 pelo agendamento online e 50 presenciais. O HVEP não realiza castrações.

Castrações pelo Ibram: O Instituto Brasília Ambiental oferece, periodicamente, castrações de cães e gatos. O serviço é prestado por clínicas parceiras e anunciado pelo site do Ibram. As últimas inscrições ocorreram em 28 e 29 de março. Vale a pena consultar a página com frequência.

Hospitais e clínicas pagos, com preços acessíveis

Hospital Veterinário da UnB: Faz parte da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília e é onde são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de medicina veterinária. No local, são prestados serviços médicos veterinários (clínicos, cirúrgicos e laboratoriais), realizados por médicos veterinários, incluindo residentes, contando com o acompanhamento dos estudantes. Com a pandemia, a marcação de consultas e cirurgias deve ser feita online. Todos os atendimentos precisam do agendamento.  Fica na Asa Norte. Dúvidas: hvetunb@gmail.com

Hospital Veterinário da Upis: Oferece serviços de cardiologia, clínica médica e cirúrgica, odontologia e oftalmologia. Atendimento médico ambulatorial, emergencial e internações, com infraestrutura e equipamentos para animais de pequenos, médios e grandes portes. O Hospital Veterinário UPIS também conta com diversos laboratórios de outros setores da Faculdade de Medicina Veterinária universidade diretamente vinculados à prática do diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças, como patologia, virologia e reprodução. Fica em Brazlândia. Dúvidas:  (61) 3488-9906

Hospital Veterinário da Faculdade da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa-DF): Aberto 24 horas, de segunda a domingo, oferece serviços de emergência, além de consultas, cirurgias e especialistas (dermatologia, oftalmologia, endocrinologia), além de radiologia, ultrassonografia e exames laboratoriais. Funciona no Setor Hoteleiro de Taguatinga, Bloco H. Para informações e marcações, entre em contato pelo Whatsapp: 61 9968-2194

Clínica do Centro Universitário do DF (Uniceplac): Atendimento de clínica geral para toda a comunidade. Os atendimentos serão realizados mediante agendamento prévio das 8h às 11h30 e das 17h às 20h30. Agendamento pelo telefone das 8h às 22h. Informações: 61 3035-1806. Fica no Gama

 

 

App faz reconhecimento facial de pets

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Crédito: divulgação

Mesmo o mais cuidadoso dos tutores pode passar pelo pesadelo de perder o filho de quatro patas. Basta um pequeno descuido, como um portão aberto, para o cãozinho ou o gato escapulirem. Outra ocasião comum de fugas é quando se soltam fogos de artifício – mesmo sendo proibido, ainda há quem o faça, colocando os pets em risco. Pensando nessas situações, a PUPZ – empresa especializada em produtos pets – criou um aplicativo gratuito de reconhecimento facial, disponível para Android e IOS.

Carlos Fabbro, especialista em tecnologia e idealizador da PUPZ, é tutor da Channel, uma Golden Retriever que foi a musa inspiradora para o desenvolvimento do aplicativo de reconhecimento facial e criação da empresa, especializada em produtos para garantir a segurança dos animais, como coleiras, peitorais e tags para identificação.

“Nós levamos anos para desenvolver esse aplicativo, que, por meio da inteligência artificial, consegue ligar os pontos da face do animal para identificá-lo. Para isso, nós utilizamos três redes neurais convolucionais, uma classe aplicada com sucesso no processamento e análise de imagens digitais, e que é a base para o reconhecimento facial dos pets em nosso sistema”, explica Fabbro.

Quem quiser usar o sistema gratuito de reconhecimento facial da PUPZ precisa baixar o app na loja de aplicativos do respectivo sistema operacional de seu smartphone, sendo que a empresa disponibiliza versões para os mais utilizados atualmente, IOS e Android. Após a instalação, basta seguir com o cadastro na plataforma do tutor e do pet, e utilizar a câmera do próprio celular para fazer o reconhecimento facial do animal, que ficará arquivado na plataforma.

O segredo dos seus olhos

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Crédito: PXfuel/Divulgação

 

Não consegue resistir à expressão adorável do seu cachorro quando ele implora por um petisco ou uma brincadeira? Um novo estudo revela as principais características anatômicas que podem explicar o que torna os rostos dos cães tão fofinhos. As descobertas também sugerem que os humanos contribuíram para essa característica, em milhares de anos de reprodução seletiva.

“Os cães são únicos mamíferos que trocam olhar com os humanos, algo que não observamos em outros animais domesticados, como cavalos ou gatos”, diz Anne Burrows, professora do departamento de fisioterapia da Universidade Pittsburgh, autora sênior do estudo. “Nossas descobertas preliminares fornecem uma compreensão mais profunda do papel que as expressões faciais desempenham nas interações e comunicação entre cães e humanos”.

Cães e lobos estão intimamente relacionados. Embora o momento exato não seja claro, os cientistas estimam que as duas espécies divergiram geneticamente cerca de 33 mil anos atrás, quando os humanos começaram a criar lobos seletivamente. Esta foi a primeira espécie a ser domesticada.

O novo estudo se concentra na anatomia de pequenos músculos usados ​​para formar expressões faciais, chamados de músculos miméticos. Nos humanos, esses músculos são dominados por fibras de miosina que se contraem rapidamente, mas também se cansam logo, o que explica por que podemos formar expressões faciais com muita rapidez, mas não mantê-las por muito tempo. As células musculares com mais fibras de “contração lenta” são mais eficientes para movimentos longos e controlados e não se cansam tão rapidamente.

Para o estudo, os pesquisadores compararam as fibras de miosina em amostras de músculos faciais de lobos e cães domesticados. Os resultados revelaram que, como os humanos, tanto os cães quanto os lobos têm músculos faciais dominados por fibras de contração rápida, mas os lobos têm uma porcentagem maior de fibras de contração lenta em relação aos cães.

Ter mais fibras de contração rápida permite maior mobilidade facial e movimentos musculares mais ligeiros, permitindo pequenos movimentos, como uma sobrancelha levantada. 

“Essas diferenças sugerem que ter fibras musculares mais rápidas contribui para a capacidade do cão de se comunicar efetivamente com as pessoas”, disse Burrows. “Ao longo do processo de domesticação, os humanos podem ter criado cães seletivamente com base em expressões faciais semelhantes às suas, e com o tempo os músculos dos cães podem ter evoluído para se tornarem ‘mais rápidos’, beneficiando ainda mais a comunicação entre cães e humanos”.

Em pesquisas anteriores, a equipe descobriu que os cães têm um músculo mimético adicional que está ausente nos lobos e contribui para a expressão “olho de cachorrinho”.

Vinho para humanos, doação para pets

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Linha Patas, da Evino Crédito: Divulgação

Apaixonado por pets e vinhos? A Evino fez uma partecira com a ONG Ampara Animal  em uma campanha de arrecadação que visa levantar R$ 130 mil. Funciona assim: ao comprar um produto da linha Patas, R$ 10 serão revertidos para a inciativa, que investirá na castração de gatos e cachorros.

Fundada em 2010, a Ampara oferece suporte a 530 abrigos de todo o país e atua para o combate à violência contra a fauna, em ações focadas na educação, controle populacional e adoção de cães e gatos. Desde 2016, a ONG passou a trabalhar, também, pela preservação e reabilitação de animais silvestres.

A linha Patas – que é para consumo humano – é composta por um malbec, um cabernet sauvignon, um torrontés e um white blend. Os rótulos argentinos foram produzidos pela cooperativa Fecovita, localizada em Mendoza.