Bigodinhos sensíveis

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O hábito de deixar ração na beira do pote é relativamente comum em gatos e tem relação com a sensibilidade do bigode

Crédito: Reprodução
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Os bigodes do felino dão um charme todo especial, mas a sua função vai muito além da aparência. Segundo o veterinário da Max Cat Marcello Machado, eles são pelos sensoriais de orientação e têm alta sensibilidade, podendo captar movimentos pela vibração do ar. Ao todo, são 12 pelos principais de cada lado do focinho, com raízes profundas e uma série de terminações nervosas.

“A capacidade de captar movimentos por ondas sonoras é o que permite que os felinos se movimentem com precisão e é devido à sensibilidade dessa área que os gatos deixam toda a ração que fica na beira do pote”, explica Machado. Afinal, eles evitam qualquer situação que possa mexer com os bigodes. Não é nada agradável ficar amassando-os nas laterais do pote para pegar os grãos de ração que ficam ali.

Entender essa curiosidade sobre gatos é importante não apenas para conhecer melhor seu companheiro, mas também saber até que ponto esse comportamento é normal e quando se torna prejudicial ao animal. A questão se torna um problema quando o gato começa a ter dificuldades para se alimentar ou até mesmo não comer. “Muitas vezes, o animal fica irritado e o momento da refeição vira sinônimo de estresse. Para tentar resolver o problema, você pode trocar o pote de ração, buscando um que facilite o acesso ao alimento”, orienta o veterinário.

Se mesmo depois de trocar o pote e oferecer uma ração atrativa ao gatinho ele continuar apresentando dificuldades para comer, procure um veterinário para ter orientações mais detalhadas sobre o seu bichinho. Ele pode, por exemplo, estar com algum machucado que dificulte a mastigação e a deglutição.

Fumo passivo afeta pets

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Riscos riscos de problemas cardiorrespiratórios e pulmonares também aumentam para os fumantes passivos, incluindo os animais que convivem com o fumante

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De acordo com Tatiana Braganholo, médica veterinária e gerente de serviços técnicos Pet da MSD Saúde Animal, muitos estudos têm reforçado as constatações de que a proximidade dos pets com a fumaça do cigarro pode ser tão prejudicial a sua saúde como é para os humanos. Um levantamento da Universidade de Glasgow, por exemplo, mostra que os animais de estimação podem ter até mais chances de desenvolver problemas decorrentes do fumo passivo do que os humanos.

 Isso acontece porque além de inalar a fumaça, os pets podem ingerir os vestígios de nicotina presente em seu pelo durante sua rotina de limpeza, quando costumam se lamber.

“Em muitos casos, os cães desenvolvem câncer de pulmão ou de cavidade nasal. Já os gatos têm mais chances de ter linfoma”, afirma a veterinária.

 Risco aumentado aos bichanos

 Alguns estudos também apontam que os gatos correm mais riscos quando se trata do fumo passivo. Há algumas teorias que explicam o porquê, entre elas está o fato desses animais conviverem em outros lares quando criados livremente, o que pode fazer com que tenham contato com fumantes mesmo quando o tutor não tem o hábito de fumar.

 Uma outra linha de pesquisa afirma que, por serem animais mais territorialistas, os felinos tendem a passar mais tempo em casa do que os cães, já que esses são criados muitas vezes na área externa. Isso também proporcionaria aos gatos um aumento do contato com a fumaça.

 “Os danos em longo prazo são inegáveis para todos os animais. Alguns podem inclusive apresentar alergia ou doenças de pele por causa do contato constante com a fumaça”, afirma Tatiana, que finaliza “se o tutor não conseguir parar de fumar, o ideal é que mantenha o animal distante da área em que costuma fumar. Sabemos que algumas vezes isso pode ser difícil dentro da rotina, mas é um ato de amor e cuidado com os bichinhos”.

 É importante lembrar que as cinzas e restos de cigarro devem ficar fora do alcance dos animais, já que quando ingeridos podem causar uma intoxicação. “Alguns pets, principalmente os de pequeno porte, chegam a entrar em coma se consomem grande quantidade de tabaco”, alerta Tatiana.

 Em resumo, se você ainda tem alguma dúvida quanto a largar ou não o cigarro, essa pode ser uma ótima motivação! Cuide da sua saúde e proteja o bem-estar do seu bichinho.

Bigodinhos sensíveis

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Um dos comportamentos dos gatos que, provavelmente, já chamou a sua atenção é o hábito de deixar ração na beira do pote. Embora os gatos sejam conhecidos por ter uma personalidade própria, este comportamento vai muito além de uma simples escolha e tem relação com a sensibilidade do bigode.

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Os bigodes do felino dão um charme todo especial, mas a sua função vai muito além da aparência. Segundo o veterinário da Max Cat, Marcello Machado, eles são pelos sensoriais de orientação e possuem alta sensibilidade, podendo captar movimentos pela vibração do ar. Ao todo, são 12 pelos principais de cada lado do focinho, com raízes profundas e uma série de terminações nervosas.

“A capacidade de captar movimentos por ondas sonoras é o que permite que os felinos se movimentem com precisão e é devido à sensibilidade dessa área que os gatos deixam toda a ração que fica na beira do pote”, explica Machado. Afinal, eles evitam qualquer situação que possa mexer com os bigodes. Não é nada agradável ficar amassando-os nas laterais do pote para pegar os grãos de ração que ficam ali.

Quando o gato deixa de se alimentar

Entender essa curiosidade sobre gatos é importante não apenas para conhecer melhor seu companheiro, mas também saber até que ponto esse comportamento é normal e quando se torna prejudicial ao animal.

Essa questão se torna um problema quando o gato começa a ter dificuldades para se alimentar ou até mesmo não comer. “Muitas vezes o animal fica irritado e o momento da refeição vira sinônimo de estresse. Para tentar resolver o problema, você pode trocar o pote de ração, buscando um que facilite o acesso ao alimento”, orienta o veterinário.

Como prevenir doenças degenerativas

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Saiba reconhecer a doença articular degenerativa nos pets, uma das principais queixas nas clínicas veterinárias com atendimento ortopédico

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Mancar após período de repouso, dificuldade para andar depois de atividade física intensa, mudar de comportamento, por exemplo, relutar em realizar atividades ou não conseguir levantar a patinha para fazer xixi podem ser sinais de que alguma coisa não está bem com os pets. A veterinária Adriana Valente de Figueiredo, especialista em ortopedia e cirurgiã da Petz, explica que o diagnóstico precoce de problemas articulares é essencial para a qualidade de vida dos bichinhos de estimação ou até para prevenir uma evolução mais rápida dessas alterações articulares.

O que é?

A doença articular degenerativa, conhecida popularmente como artrite ou artrose, é o resultado de uma deterioração gradual da cartilagem dentro de uma ou mais articulações, que causa dor, rigidez e pode piorar com a idade. A cartilagem é um tecido liso e macio que recobre a extremidade óssea, protegendo o atrito entre dois ossos. Um trauma articular, por exemplo, ou alguma incongruência articular (má formação) podem levar ao desenvolvimento do problema.

Além disso, fatores genéticos, a idade avançada e, principalmente, a obesidade colaboram para o aparecimento dessas doenças. Quando as células da cartilagem são danificadas, liberam substâncias que resultam em inflamação, causando dor e mais danos à cartilagem, podendo, assim, se tornar um ciclo vicioso.

Sinais clínicos

Com o clima mais fresco, os pets tendem a manifestar maior incômodo, dores e sensibilidade. Nesses períodos, a tendência é se movimentar menos, então as articulações ficam mais rígidas, os tecidos ao redor e a musculatura também, causando um desconforto maior.

Infelizmente a maior parte dos danos causados pela doença articular degenerativa é irreversível, entretanto existem diversos tipos de tratamento para amenizar os sintomas e também diminuir a velocidade de progressão da doença.

Prevenção

O mais importante é a prevenção para evitar que esses problemas piorem. Várias medidas podem ser tomadas pelas pessoas para ajudar na qualidade de vida dos pets. Um dos fatores que é preciso ficar atento é com relação à obesidade. “Hoje em dia é muito comum ver pacientes acima do peso. A grande maioria que passa em consulta está com sobrepeso”, alerta a veterinária. Veja as orientações abaixo para prevenir o problema:

-Manter uma alimentação adequada é essencial para evitar que eles engordem.

2 – Suplementos alimentares também podem contribuir com a qualidade do líquido sinovial (líquido presente nas articulações) que nutre a cartilagem.

3 – Outra indicação são as atividades físicas de baixo impacto que movimentem as articulações e fortalecem a musculatura, como os passeios e caminhadas curtas.

4 -Em alguns casos, a fisioterapia pode ajudar também a diminuir a inflamação e a dor.

5 – Notando qualquer alteração, levar à clínica veterinária e passar em consulta com o ortopedista para poder detectar qual é o problema e o melhor tratamento.

Mais um shopping pet friendly

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Boulevard Shopping vai abrir as portas aos pets, seguindo a tendência de outros centros comerciais na cidade. Tutores poderão pegar carrinhos emprestados para o passeio e terão kits de limpeza à disposição

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Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Consumidor (SPC Brasil) revela que 61% dos brasileiros veem seus animais de estimação como parte da família. Pensando nisso, o Boulevard Shopping decidiu se tornar um espaço Pet Friendly, mantendo as portas abertas para a entrada dos bichinhos. Os animais serão bem recebidos e terão toda a estrutura que precisam para acompanhar o passeio, com carrinhos pets, sinalização nas entradas do shopping com regras de boa convivência.

Além disso, distribuição de pet kits com luvas, álcool em gel e lenço para limpeza. O acesso ao interior das lojas com animais é permitido apenas nas lojas identificadas com um adesivo Pet Friendly na vitrine. Luana Peixoto, gerente de marketing do Boulevard, lembra que os animais tornam o ambiente mais leve e descontraído. “A convivência com animais tem várias vantagens, como o auxílio no desenvolvimento e na socialização, além de eles serem grandes companheiros de seus tutores”, destaca.

Cães de pequeno, médio porte e gatos podem circular nos corredores sempre de coleira ou no colo. Além disso, apenas cães guia podem permanecer no cinema, restaurantes e Praça de Alimentação. Com a novidade, os animais podem acompanhar seus tutores ao longo do dia, sem experimentar longos períodos a sós dentro de casa.

Algumas regras de convivência foram criadas para melhorar a convivência entre todos os frequentadores. Confira todas no site: http://www.boulevardbrasilia.com.br/noticias-e-eventos/boulevard-shopping-agora-e-pet-friendly/.

 

Pet em apartamento: por que não?

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Especialista em comportamento animal explica como proporcionar uma vida saudável e confortável aos pets, mesmo se o espaço doméstico é pequeno

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Muita gente se desfaz de animais com a desculpa de “vou me mudar para apartamento”. Outras sonham em adotar um melhor amigo, mas temem não conseguir oferecer conforto para eles, por morarem em unidades pequenas. Porém, isso não é problema, garante o adestrador e especialista em comportamento animal Cleber Santos, proprietário da ComportPet.

“A moradia é um dos principais fatores que influencia os brasileiros na hora de adquirir ou adotar um animal, já que muitas pessoas vivem em condomínios ou em casas que não possuem grandes espaços, o que causa a preocupação com o bem-estar do pet”, reconhece. No entanto, de acordo com o especialista, é possível ter um pet com segurança e de forma saudável, mesmo morando em apartamento. “Com o crescimento do setor pet no Brasil, é possível proporcionar um lar confortável e uma vida saudável, mesmo que o lugar seja pequeno”, avalia ele.

“O tutor precisará adaptar sua rotina para proporcionar ao animal a atividade e o espaço que ele precisa, seja com passeios pelo bairro, em parques, ou até mesmo recorrendo a um day care (creche para pets). Mas hoje as opções são muitas”, explica Cleber.

Abaixo, ele lista dicas para quem tem pet e vive em condomínio:

Organize o ambiente de forma segura

Para garantir a segurança do animal, principalmente em ambientes altos, antes de mais nada é preciso verificar todas as janelas/varandas do apartamento e descobrir até onde o animal terá acesso. “O ideal é instalar redes de proteção para manter os pets fora de perigo, e isso não só para gatos, como também para cães. As redes trazem segurança para o pet correr e brincar pelo ambiente”, diz.

Outra dica, de acordo com o especialista, é deixar o piso sempre limpo e longe de qualquer objeto potencialmente perigoso que possa ser ingerido. “Manter plantas, alimentos, revistas e sapatos em locais altos, fora do alcance do animal, também é importante”, pontua Cleber.

Crie uma rotina de exercícios para o pet

Os apartamentos muitas vezes são pequenos, e alguns condomínios não têm área de lazer adequada para o pet, ou não permitem a circulação de animais. Mas o especialista alerta: isso não é desculpa para deixar seu cão sedentário e estressado.

“É necessário criar uma rotina de atividades, para que o seu animal se exercite de forma divertida.  Mesmo dentro do próprio apartamento, é possível entreter o animal e fazer com ele brinque e se exercite, aliando petiscos as brincadeiras”.

“Além disso, antes de comprar ou adotar um bicho de estimação, certifique-se de que poderá passear com o animal ao menos duas vezes ao dia para que ele faça suas necessidades e não cause problemas dentro da casa”, esclarece.

Além dos passeios diários, visitas mais longas a parques, praças e outros locais onde o cão possa correr e se exercitar são bem-vindos. “O tutor deve ter em mente que o animal precisa gastar energia, e também conviver com outros cães. Caso o dono não tenha disponibilidade, vale considerar investir em um day care, ao menos algumas vezes na semana. O cão irá brincar, ter atividades adequadas e conviver com outros cães, voltando para o apartamento muito mais relaxado”.

Escolha o piso adequado

Se você pretende ter um animal no seu apartamento, antes de trazê-lo para o lar, é recomendável verificar qual o piso mais adequado, que não irá fazer barulho conforme eles andarem ou correrem pelos cômodos, nem prejudicar o pet.

“Sugiro investir em piso de cerâmica que, além de diminuir os ruídos, também proporcionam maior facilidade na hora da limpeza, caso o cachorro solte muito pêlo, por exemplo”, diz o especialista.

Outro ponto importante é que deve-se evitar pisos muito lisos e escorregadios. “Além de causarem acidentes, esse tipo de piso força o cão a fazer um esforço muito grande nas articulações para manter o equilíbrio em tarefas simples, como sentar ou se levantar. Segundo estudos, isso pode causar displasia coxo-femural, que afeta as articulações e é muito dolorosa, ou agravar casos já existentes da doença”, alerta  Cleber.

Reserve um espaço para o animal

Mesmo que o lar seja pequeno, o pet precisa ter um espaço específico com seus objetos e acessórios, para manter uma disciplina. Deixe os brinquedos, potes de comida e caminha em seu devido lugar, para que ele entenda onde fica cada um.

“Incentivar os animais e interagir com eles por meio de brincadeiras e recompensas são ótimas dicas para não deixá-los entediados e estressados no apartamento, principalmente se passarem muitas horas no ambiente”, diz.

Respeite os vizinhos

Nem todo mundo gosta de conviver com animais de estimação. Por isso, latidos e barulhos excessivos podem incomodar os vizinhos. “É responsabilidade do tutor fazer com que a convivência com o animal em áreas comuns (elevador, jardim, hall) não prejudique a rotina dos demais moradores do prédio”.

“Alguns cachorros costumam latir muito e podem causar problemas com os vizinhos e até com a administração do condomínio. Nestes casos, indico procurar um especialista que treinará o cão para que fique mais tranquilo, principalmente quando ficar sozinho no apartamento”, comenta o especialista.

Pets também viajam para o exterior

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Muitas pessoas costumam levar os pets em viagens, tanto nacionais como internacionais. Mas, para passeios no exterior, é necessário que uma série de medidas e cuidados sejam observados

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A consultoria de viagens Pets Abroad dá algumas dicas para quem pretende levar o melhor amigo para conhecer o mundo:

Legislação, vacinas e prevenção de doenças

Cada país tem suas regras específicas. Nos Estados Unidos, por exemplo, não é obrigatório o teste de sorologia, que verifica a existência de anticorpos e imunidade do cão à raiva, mas, ainda assim, o processo deve começar com pelo menos 30 dias antes da viagem. Nos países que exigem a sorologia, o certo é começar com 120 dias de antecedência. Vale lembrar que qualquer animal que vá viajar deve ser vermifugado e fazer uso de preventivos para parasitas, como pulgas.

Outra medida burocrática que todo país exige, além da vacina anti-rábica, é que o animal tenha o Certificado Veterinário Internacional (CVI), um documento expedido pelo Ministério da Agricultura que permite sua viagem internacional.

Restrição de peso, idade e raça

A legislação não permite que animais de até quatro meses de idade viajem para o exterior, porque ainda não têm o tempo de vida necessário para tomar todas as vacinas exigidas. Algumas raças, como Pitbull e Fila Brasileiro, não são permitidas em diversos países, por serem consideradas agressivas. A dica, então, é verificar se o país de destino tem essa restrição.

Outras raças que merecem atenção são as com nariz chato (braquicéfalos), como Bulldogs, Pug, Boston Terrier e Lhasa Apso, além do gato Persa, que não podem viajar no compartimento de cargas do avião devido ao problema respiratório que esse ambiente pode causar. Nesse caso, algumas companhias aéreas permitem que os animais fiquem na cabine, junto do tutor.

Lugares onde seu pet é bem-vindo

Por ser uma tendência mundial, diversos estabelecimentos estão se adaptando à presença de bichinhos levados por seus donos, como bares, lojas e restaurantes. Vale a pena conhecer esses ambientes, para que o dono e o pet tenham as melhores experiências no exterior.

Daniel Ickowicz, sócio da Elite International Realty, consultoria especializada em compra, venda e aluguel de imóveis, sediada em Miami, conta um pouco de sua experiência de mais de vinte anos no setor, sobre a vida dos pets na Flórida, principal destino dos brasileiros nos EUA, seja para passear ou para morar.

Segundo o especialista no mercado imobiliário, uma região muito requisitada nesse sentido é Aventura, por oferecer parques, ruas, bares, restaurantes repletos de opções para passeios com cães, ou que ainda que oferecem água e ração para os bichinhos.  Em Miami existem parques exclusivos para pets, como o Waterways Dog Park, mas é necessário ter cartão de residente da cidade de Aventura ou pagar uma taxa para entrar. Caso a intenção seja passar uma temporada maior, o recomendável é providenciar o cartão de morador. Também em Miami, especialmente por causa do clima, os pets são bem-vindos em qualquer restaurante que possua mesas externas.

Até mesmo para quem não abre mão de ter um bicho de estimação, há imóveis que oferecem infraestrutura adequada, com espaços destinados ao lazer dos amigos de quatro patas, tais como o empreendimento Biscayne Beach em Miami, que oferece um dog park exclusivo para os moradores do edifício.

Cias aéreas

Cada companhia aérea tem regras específicas para o embarque de animais, com especificação de peso máximo para viajar na cabine, e tamanhos de caixa de transporte exigidos para embarque. Não deixe de consultar os sites da companhia de sua preferência ao planejar a viagem. Confira aqui as regras de algumas companhias:

 LATAM

GOL

AVIANCA

AMERICAN AIRLINES

AIR FRANCE

TAP

DELTA

LUFTHANSA

— AIR EUROPA

Cuide bem do seu velhinho

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A partir dos 7 anos, a saúde de cães e gatos começa a sofrer impactos da velhice. Saiba os cuidados para que o melhor amigo tenha vida longa com saúde

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Aos 7 anos, inicia-se, geralmente, o período senil de cães e gatos, um padrão que varia de acordo com o porte e a raça. A partir desse momento, cresce a predisposição para o desenvolvimento de doenças como artrites e artroses, cegueira, surdez, além de quadros ainda mais sérios, a exemplo de insuficiência renal crônica, problemas cardiovasculares e neoplasias.

 Até mesmo o comportamento dos pets pode se transformar em um desafio para os tutores, que precisam se empenhar ainda mais com os cuidados e a atenção nessa fase de vida dos animais, que, no Brasil, já somam 74 milhões, segundo um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A analista técnica da Ourofino Pet Stella da Fonseca Rosa ressalta que as mudanças nos cuidados com os animais idosos começam com um maior acompanhamento veterinário, com a redução nos intervalos entre as consultas de rotina para o atendimento especializado, principalmente por conta do caráter das doenças mais comuns nessa idade. “Elas podem se desenvolver silenciosamente durante algum tempo, por isso é muito importante que os exames de rotina sejam realizados a cada seis meses em consultas de check-up, para que seja possível detectar os problemas precocemente e aconselhar medidas preventivas, antes que interfiram na qualidade de vida dos pets e se tornem graves”, explica.

 Outro ponto a se observar a partir dos 7 anos é a qualidade da alimentação. A dieta de cães e gatos deve conter menos gorduras, mais proteínas e fibras e contar com vitaminas, como as do tipo C – essas extremamente importantes –, que ajudem a retardar o envelhecimento. Com a idade, os animais também perdem olfato e paladar e apresentam dentes desgastados. “Dessa forma, além de uma alimentação rica e saudável, deve-se proporcionar opções mais saborosas e macias, a fim de facilitar a ingestão dos alimentos”, diz Stella. Caso o veterinário julgue necessário, ele pode prescrever suplementos nutricionais para complementar a alimentação.

 Os animais que chegam à senilidade precisam se exercitar com frequência, para evitar atrofias e controlar a obesidade, quadros comuns entre eles à medida que envelhecem. “Apesar da energia ser menor nos pets mais velhos, a prática de exercício é muito importante. Ajuda a fortalecer as articulações, melhora o sistema cardiovascular e a musculatura”, orienta a analista técnica da Ourofino Pet. A sugestão é que os passeios sejam frequentes, porém mais curtos, e ocorram nos horários mais frescos do dia. Por exemplo, de manhã cedo ou à tarde, ao pôr do sol.

Os tutores também precisam incluir na rotina de cuidados, a escovação dentária de cachorros e gatos, a uma frequência mínima de três vezes por semana, para controlar o surgimento das placas bacterianas e o mau hálito. Na hora do banho, atentar-se ao clima, para evitar molhar os animais nos dias mais frios, e a secagem dos pelos deve ser feita o mais rápido possível. A limpeza dos ouvidos é outro ponto de atenção e precisa ser realizada com mais frequência, com produtos próprios para diminuir a produção de cerúmen e oleosidad

Oferecer o máximo de conforto ao companheiro de estimação promove o bem-estar e ajuda a tornar todas essas mudanças mais fáceis para os pets. “Criar um ambiente confortável para os momentos de descanso de um animal idoso também é muito importante. A caminha não deve ficar em espaços muito úmidos ou onde bata muito sol ou vento”, explica Stella. “Por conta da mobilidade que fica reduzida, o lugar ainda deve ser de fácil acesso. Assim como o ser humano, os animais merecem uma atenção especial enquanto estão envelhecendo e os cuidados devem ser redobrados.”

Cachorro também tem depressão

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Assim como humanos, cachorros podem ficar deprimidos. Mudanças no comportamento e hábitos repetitivos, como lambeduras, e até mesmo automutilação são sintomas de que algo não vai bem

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O pet não quer comer, tem mordido a patinha ou o rabo e está bocejando com frequência? Esses sintomas podem indicar que o cachorrinho está se sentindo deprimido. Assim como os humanos, eles podem, sim, ficar tristes. “Cães são dotados de um grande repertório de emoções e esse é um dos principais motivos que os tornam grandes companheiros para as famílias”, explica Renata Ragazini, especialista em comportamento animal e passeadora da DogHero.

São diversos os motivos que levam os cães a sentirem tristeza. É importante detectar cada um deles para agir rapidamente, já que este estado de espírito pode até mesmo comprometer a saúde do animal, pois passa a interferir na alimentação, sono e atividades físicas. Pensando nisso, Renata separou alguns sintomas para ficar de olho e dicas para levar a felicidade de voltar ao cachorro. Confira:

Sintomas de tristeza:

– Mudança brusca de comportamento, permanecendo isolado em um canto da residência;

– Automutilação: morder extremidades como patas e rabo;

– Lamber o nariz, se coçar ou bocejar com frequência;

– Perda de apetite;

– Chorar excessivamente

O que pode ser?

Os cachorros são animais extremamente empáticos. Por conta disto, eles podem manifestar sentimentos parecidos com os dos donos. “Antes de deduzir a depressão do cão, é importante analisar o própria estado emocional e avaliar se a tristeza dele é reflexo da sua”, explica Renata. Se não for o caso, os motivos podem estar associados a outras questões, como

perda do seu brinquedo favorito, Mudança de ambiente, Algum problema de saúde (neste caso, o ideal é levar ao veterinário) e Falta de atenção e tédio também podem deixar o cachorro triste.

Como alegrar o cachorro?

Ficar em casa o dia inteiro trancado, sem internet, sem telefone, sem televisão e sem nenhuma opção para distrair é o cenário perfeito para deixar qualquer ser humano deprimido. O mesmo acontece com o cachorro. “Os cães são sociais, gostam de encontrar outras pessoas, outros cães. Os passeios promovem essa socialização, gastam energia e reduzem o estresse, aliviam e tédio e, por consequência, melhoram o humor dos cachorros”, destaca Renata.