Crédito: Netflix/Divulgação
No mundo dos realities é difícil encontrar um formato totalmente inovador. Mas a franquia The circle conseguiu ao propor uma interação entre participantes a partir da dinâmica do mundo das redes sociais. A primeira edição da atração foi lançada em 2018 pelo Studio Lambert e pela Motion Content Group na televisão britânica. Mas o reality ganhou o mundo quando, em 1º de janeiro, a Netflix lançou a franquia em seu catálogo com uma versão norte-americana — uma brasileira será lançada em 11 de março na plataforma.
A versão da Netflix mostra uma competição entre pessoas comuns que interagem pela rede social The circle. Lá, cada um pode ser o que quiser. A maior parte dos participantes opta por ser eles mesmos. Pelo menos, nas fotos. O que grande parte omite, normalmente, é o status de relacionamento. Lá, todo mundo quer aparecer solteiro. Mas há ainda quem prefira assumir outra alcunha e se tornar num “catfish”, já que ninguém sabe realmente quem é, porque todos estão no mesmo prédio, mas cada em um quarto interagindo apenas pela rede social.
A primeira temporada de The circle tem 12 episódios e começa com oito participantes, entre eles, dois “catfishs”. A dinâmica vai mudando ao longo do programa, tanto em relação ao competidores, como ao próprio jogo. Mas, em tese, a grande premissa é que os participantes se conheçam apenas pelas fotos, vídeos e interações em chats. Após isso, de tempos em tempos, os competidores precisam fazer um ranking dos colegas, os dois primeiros colocados se tornam nos influenciadores e decidem, via chat, qual participante deve deixar a competição. O eliminado por encontrar face a face alguém do reality e depois deixa um vídeo para os colegas. Isso segue até que apenas cinco se tornem nos finalistas. O vencedor sai de um ranking a partir da média do ranking proposto pelo próprio quinteto.
Assim que The circle começa tudo pode parecer confuso e sem sentido. Mas conforme o espectador vai se habituando ao formato, a atração se torna viciante. É interessante mudar de opinião em relação aos participantes. Não tem jeito, assim como em toda rede social, o público faz um pré-julgamento, que, ao longo dos episódios, vai mudando. Dá até para entender quem escolheu seguir como “catfish”, algo que não acontece, por exemplo, no programa homônimo da MTV. Aqui, o catfish é justificado para provar é que não há verdades absolutas nas redes sociais e que os padrões estéticos e sociais ainda são o mal dentro das mídias sociais.
O fato do programa também ir mudando a dinâmica ao longo dos episódios agrada. Quando você pensa estar certo do que vai acontecer, The circle altera tudo. É uma surpresa para os participantes e também para o público. O elenco é extremamente cativante. Praticamente todos têm um bom enredo a apresentar. Fique de olho em Joey, Sammie, Shubham, Chris e Mercedeze, os participantes mais emblemáticos da edição.
No Brasil, a versão de The circle estreia em 11 de março. A previsão é de que o programa siga o formato americano divulgando os episódios aos poucos, diferentemente do que o público da Netflix está habituado. Mas que tem tudo a ver com o formato de reality show. Vale dar uma chance!
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