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Segunda temporada de Rolling Kitchen Brasil estreia no GNT

Publicado em Reality show

Sob o comando de Paulo Vieira, Rolling Kitchen Brasil tem novidades para a segunda temporada. Mas as piadas e o bom humor do apresentador continuam o mesmo

O GNT estreia hoje, às 21h45, a segunda temporada de Rolling Kitchen Brasil, o reality show gastronômico comandado por Paulo Vieira. “Essa temporada tem o gostinho de ‘deu certo’. A primeira tinha mais a pegada de ‘será que sei fazer isso?’”, comenta o apresentador, em coletiva de imprensa.

A sustentação de Rolling Kitchen Brasil continua a mesma. Paulo Vieira recebe duas duplas que, teoricamente, não sabem cozinhar. Eles se enfrentam tendo que fazer duas receitas em um cenário que gira, fazendo com que os companheiros de equipe troquem de lugar entre eles. A maior novidade da temporada é que os times não precisam mais ser casais. Podem ser duplas de amigos, colegas e, Paulo brinca, inimigos. Na estreia, Dani Calabresa e Richard Neuman enfrentam Deborah Secco e Hugo Moura.

Outra novidade estará no corpo de jurados, agora um trio. A chef Heaven Delhaye continua como a carrasca e mais técnica entre os avaliadores. Agora, ela ganha a companhia do chef Cadu Moura, ex-Mestre do sabor, e da humorista Ariana Nutt, que logo avisa não entender nada de cozinha, “só de comer”. “Eu comi mesmo. No dia da empadinha nem almocei”, revela.

Paulo se diz mais maduro nesta temporada. “Eu sou o condutor do programa. Muitas vezes depende de mim o episódio dar certo. Se o convidado rende, ótimo. Se não rende, sou eu que tem que fazer funcionar”, afirma o apresentador, que está animado com o novo formato das duplas. “Ficou mais dinâmico. A gente pode brincar com temas como Malhação x Sandy e Junior”, completa.

Mesmo com Paulo mais solto para fazer as piadas dele, Rolling Kitchen Brasil tem um lado pra lá de sério. Isso porque o prêmio é de R$ 10 mil doados em nome dos vencedores para uma instituição que trabalhe no combate à fome. “Eu já me perguntei se não é errado fazer um programa como esse num país que sofre com a fome. Mas não. Errado é a fome existir. Então, a gente ajuda a instituição que combate a fome”, afirma.