Crédito: Carol Mendonça/Divulgação
“A segunda temporada da Carlota ter sido aprovada é um termômetro de que a gente está vivendo novos tempos”. É assim, de forma otimista, que a comediante Dadá Coelho define a volta de A culpa é da Carlota à programação do Comedy Central no mesmo ano em que o humorístico estreou sendo uma versão feminina de A culpa é do Cabral, sucesso do canal composto apenas por homens.
Nesta terça-feira (27/10), a partir das 22h, Dadá e as colegas Cris Wersom, Arianna Nutt, Bruna Louise e Carol Zoccoli estão de volta para uma temporada composta por 12 episódios, com 65 quadros inéditos e 20 repaginados da primeira temporada. Dadá Coelho diz que é impossível elencar os favoritos, mas destaca dois: o Telejornal e um de adivinhação de palavras. “São todos quadros muitos bons”, completa.
Por causa da pandemia, o programa teve que ser adaptado. A plateia é virtual. As integrantes mantém o distanciamento e contam com um acrílico que as separa. Os convidados, que são uma novidade do programa, participam das próprias casas. “Teve essa preocupação forte do canal, um vigor muito forte com os protocolos”, lembra.
A inclusão de um time de convidados é visto por Dadá como um grande acréscimo ao formato: “Eu adorei, porque acho que deu mais ritmo ao programa. Acho que é uma ideia que veio para ficar, dá um dinamismo, um frescor muito potente”. Participam da temporada Alvaro, Cátia Damasceno, Isadora Nogueira, Gabriel Laddy Nada, Giselle Batista, Gretchen, Kelly Key, Letticia Muniz, Lucas Guedez, Renato Albani e Vitor diCastro.
Durante a pandemia, a comédia tem tido um papel fundamental para as pessoas, muitas afetadas também na saúde mental. Dadá Coelho conta que a volta de A culpa é da Carlota a ajudou a superar uma fase difícil da vida: a morte da mãe.
“Quando eu estava escrevendo (os textos do programa) ela estava doente, quando eu tava filmando, ela morreu. Então, eu tava vivendo um momento muito delicado, muito forte. Porém, na verdade eu busquei força nela. Porque a minha mãe sempre foi da comédia e do humor, queria que ela tivesse visto mais e acho que ela está vendo agora. E eu sempre falo que uma mulher é vista na outra. Acho que eu consegui (fazer o programa) com a força das meninas. Acho que a gente conseguiu dar esse recado e criar essa rede de apoio”, avalia.
Até por isso, a integrante do time do humorístico acredita que o programa poderá ajudar o público de casa. “O papel do humor numa hora dessa é fundamental, faz toda a diferença, se faz extremamente necessário. Com toda humildade, acho que a gente conseguiu imprimir isso (no programa)”, completa.
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