Um mundo completamente novo e desconhecido espera Gus (Christian Convery). E nós vamos com ele nessa viagem divertida e emocionante. O menino, um híbrido de cervo e humano, é o protagonista de Sweet tooth, série da Netflix que estreia nesta sexta-feira (4/6). O Próximo Capítulo assistiu aos 4 primeiros episódios da temporada inicial dessa aventura baseada nos quadrinhos Vertigo, de Jeff Limare, e te conta o que esperar de Sweet tooth.
Em primeiro lugar, espere se apaixonar por Gus. A escolha de Christian Convery para viver o papel foi certeira. O menino tem carisma e talento. Prepare-se para várias vezes soltar um “own” numa cena mais fofa. E ele tem muita cena fofa.
Gus viveu os 10 anos da vida dele numa floresta, isolado por ser diferente dos outros humanos. Ele é um híbrido, bebês que nasceram depois de uma pandemia chamada popularmente de O grande esfacelamento juntando características humanas e animais. Quando Gus resolve desobedecer a ordem do pai de nunca sair da floresta, ele descobre que o mundo é muito maior do que a bolha segura, sem maldade onde ele vive.
Por sua condição, Gus é caçado pela floresta até encontrar um amigo, o primeiro amigo humano que ele tem na vida: Jepperd (Nonso Anozie), para ele (e para nós) o Grandão. Pode esperar se emocionar com essa insólita amizade entre o menino doce e o grandalhão que se faz de durão. Mesmo que inconsciente, a busca dos dois por uma relação mais duradoura, pela cumplicidade de amigos, por um lar é emocionante.
Sweet tooth vem das HQs, o que dá à série uma grande responsabilidade gráfica. Pois, espere se encantar com as paisagens e com os efeitos, como as orelhas de Gus que se mexem. Note que o apuro com os efeitos não se restringem aos híbridos. Cenas de brigas, as cores da floresta em contraste com as da cidade ー em todos esses momentos esse cuidado fica evidente.
Embora Gus seja o grande protagonista de Sweet tooth, cenas nem tão fofas assim também estão por vir. Quem conhece a HQ sabe que tem muita aventura e ficção científica pela frente. Portanto, pode esperar cenas em que Gus explora a floresta e o mundo além dela. E, principalmente, sequências em que ele é alvo de caçadores e de uma espécie de Meninos Perdidos que oscilam entre o bem e o mal. Isso sem falar nos apuros que Gus passa tentando chegar ao destino onde acha que está quem ele procura.
Por fim, espere, infelizmente, se identificar com a pandemia mostrada em Sweet tooth. O mundo está lutando contra um vírus cujos efeitos são desconhecidos e médicos viram verdadeiros heróis. Não era ficção científica? Para completar, uma nova cepa (juro que ouvi essa palavra), a H5G9, acaba de ser descoberta, desencadeando quarentenas, isolamentos e uso de máscaras.
Se não descambar nos quatro episódios restantes, Sweet tooth tem tudo para ser daquelas séries a que a gente assiste sem nem sentir, pois vai emendando um episódio no outro.
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