MasterChef terá formato diferente nesta edição
As próximas semanas serão de banquete no horário nobre da televisão brasileira. Na terça-feira, às 22h45, a Band volta com o MasterChef em edição dedicada aos amadores; na quarta, às 22h30, a Record estreia a segunda temporada do Top Chef, com profissionais; e na quinta, após Fina estampa, o Mestre do sabor entra na reta final na Globo. Vale lembrar que, no caso das duas atrações que estão chegando, a Band e a Record garantem que tudo está correndo dentro dos protocolos de segurança devido à pandemia de covid-19.
O MasterChef chega esta semana à 12ª temporada no Brasil, desta vez exibindo a competição entre chefs amadores. O que não muda é a apresentadora Ana Paula Padrão e os jurados Érick Jacquin, Paola Carosella e Henrique Fogaça — presentes desde o início do projeto. “O que nunca muda é que, para vencer, precisa cozinhar bem”, diz Paola, em entrevista coletiva concedida remotamente no início da semana.
“O MasterChef tem o mesmo tempero de sempre, a mesma emoção, mas com protocolos a serem cumpridos, o que não é uma tarefa simples. A gente vai transportar o público para um lugar que deixe as noites de terça-feira mais leves”, afirmou Ana Paula Padrão.
A edição deste ano terá um diferencial necessário. Assim como a nossa rotina, o MasterChef teve que ser adaptado ao protocolo de segurança trazido pela covid-19. A mudança mais significativa diz respeito à fórmula da disputa. Agora, cada episódio terá oito participantes e um vencedor — na semana seguinte outras pessoas disputam o troféu, R$ 5 mil em dinheiro e vários prêmios dos patrocinadores. Mais R$ 5 mil serão doados a uma instituição social.
“Eu gostei desse novo formato. As pessoas não terão tempo para traçar estratégias ou estudar o programa. Ficou emocionante porque é mais rápido”, avalia Ana Paula. A apresentadora adianta que o mercado também sofreu mudanças: “Quatro pessoas vão por vez ao mercado, e eu faço a contagem regressiva de fora.”
Paola Carosella ressalta que um dos encantos do MasterChef é que a competição “é do cozinheiro contra ele mesmo para impressionar os chefs” e que essa edição terá um atrativo a mais: ingredientes do dia a dia do brasileiro, que estão na cesta básica e na geladeira do público. “Trazer isso é muito rico, é emocionante”, afirma a argentina de alma brasileira.
Ela garante que o novo formato não vai economizar em emoção e lembra de um episódio (até o fechamento desta matéria cinco haviam sido gravados) em que uma participante conquistou todos com a história de vida dela, relacionada à cozinha, mas que o excesso de sal no prato a desclassificou. “Estou bebendo água até agora”, brincou Jacquin.
Primeiro episódio
Na apresentação para a imprensa, pudemos ver algumas provas que estarão na temporada, como o hambúrguer perfeito e massas recheadas. Os fãs podem respirar aliviados, pois as caixas misteriosas também terão vez. E, este ano, elas revelarão desejos de artistas, como Ivete Sangalo, Alcione, Juliana Silveira e Dilsinho, que disseram o prato preferido deles.
E as caixas vêm logo no primeiro episódio. Ivete Sangalo, Thiaguinho, Tirullipa e a dupla Fernando & Sorocaba escolheram o menu, que teve de clássico baiano a comida de roça. Quem conquistar o paladar dos chefs vai para a segunda prova: turbinar os ingredientes da cesta básica.
Na Record, a preocupação do Top Chef também se divide entre o sabor e a saúde dos participantes, da equipe técnica e dos jurados, Felipe Bronze (também apresentador), Ailim Aleixo e Emmanuel Bassoleil.
Em nota, a Record conta que “alguns episódios foram gravados antes da pandemia. O restante da produção foi retomado em julho, seguindo todos os protocolos de segurança”. Entre os 14 participantes do Top Chef, três têm ligação forte com Brasília.
Kaká Silva nasceu e mora na capital federal, onde já comandou pizzaria e restaurantes. No material de divulgação do programa, o chef afirma que o programa representa “o ápice da minha carreira”. Mineira de Ituiutaba e moradora de Brasília, Marê Araújo afirma que espera “corresponder, sobretudo, às minhas expectativas”. E Matheus Emerick, brasiliense que vive em Florianópolis, quer aproveitar a ocasião para “trocar experiências com os outros participantes da atração”.
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