Eles têm o poder! ‘Power book IV: force’ estreia neste domingo

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Power book IV: force mostra uma nova história de Tommy Egan, um dos protagonistas do universo Power

por Pedro Ibarra

Uma das franquias de maior sucesso nos tempos recentes da televisão, Power lança, hoje (6/2), Power book IV: force, terceiro seriado derivado da história original que foi exibida entre 2014 e 2020, na Starzplay. Agora com o foco em Tommy Egan, personagem de Joseph Sikora, a trama continua os acontecimentos encerrados após a sexta temporada de Power.

O seriado se passa imediatamente depois das últimas aparições de Tommy. Um dos principais criminosos retratados em Power, ele sai de Nova York e aposta em um recomeço sem olhar para trás em Chicago. “Nós veremos o Tommy grande, forte, poderoso e corajoso, mas também o veremos fraco, maltratado e apanhando. Isso faz dele relacionável, porque ele é tão humano quanto nós que assistimos à série somos”, pontua Joseph Sikora, que já interpreta o personagem desde 2014.

O ator acredita que uma nova face de Egan será apresentada no spin-off. “Tommy sempre buscou o pertencimento e família e eu acredito que ele finalmente encontrará essas duas coisas em lugares que ele nunca imaginou”, explica. “Tommy nunca teve medo da morte, mas, pela primeira vez, veremos ele pensando sobre a própria mortalidade. Porém, os aspectos que nós já conhecíamos do personagem vão continuar se expandido”, acrescenta. Joseph acha que o novo arco do personagem vai fazer dele mais relacionável. “Acredito que sentiremos cada vez mais conexão entre a audiência e esse personagem”, completa.

Sikora também atribui à mudança de cidade um passo enorme para todo o universo da série. “Para o universo de Power ser realmente um universo, ele não pode estar em um lugar só”, afirma. “Nós saímos da segurança de Nova York e expandimos para além desta cidade. Para mim esta é parte empolgante, é a expansão deste mundo”, complementa.

“Essa série pode ir longe, pode ser muito louca e eu tenho certeza que conseguiremos fazer uma coisa com a intensidade de Chicago, e eu garanto que as experiências que tive foram muito intensas”, adiciona Curtis “50 Cent” Jackson, rapper que atua como produtor de Power desde o princípio.

50 Cent lembra que foi um árduo caminho para conquistar a expressão que a série conseguiu. Para ele, os bons números são resultado de uma grande história. “O que fez da nossa série um sucesso é o fato de ela ser real e diversa”, analisa a estrela da música e do cinema.

O rapper falou que o fato de estarem indo bem de audiência subiu à cabeça de uma forma positiva. “Eu coloquei na minha cabeça que a série não poderia acabar tão cedo. Eu tinha, para mim, que deveria durar sete temporadas. Eu comparava com o sucesso de Os Sopranos. Eu pensava: ‘Temos que chegar até lá, temos que ser comparáveis a Sopranos'”, conta. “Porém, quando chegamos à temporada seis, vi que éramos diferentes e poderíamos fazer algo diferente”, completa dando ênfase à qualidade que tem conseguido nas derivadas, principalmente em Power book IV: force. “Essa é a primeira vez que estamos conseguindo fazer algo em um nível tão alto de produção. Serão 10 filmes para maiores de 18 anos”, conclui.

Vinícius Nader

Boas histórias são a paixão de qualquer jornalista. As bem desenvolvidas conquistam, seja em novelas, seja na vida real. Os programas de auditório também são um fraco. Tem uma queda por Malhação, adorou Por amor e sabe quem matou Odete Roitman.

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