Crítica: Mosaic, uma série de investigação instigante, mas longe de ser perfeita

Compartilhe

Produção da HBO, a minissérie tem a presença de Sharon Stone. Leia crítica de Mosaic

A investigação de assassinatos se tornou um mote para as séries limitadas da HBO. Essa foi a premissa de True detective e The night of (leia crítica da série) e agora de Mosaic. A atração estreou no Brasil em 22 de janeiro e teve seis episódios exibidos, todos atualmente disponíveis nos serviços de streaming da emissora.

A série é estrelada por Sharon Stone, que interpreta Olivia Lake, uma bem-sucedida autora de livros infantis que mora no condado de Summit, em Utah. Em uma das festas na vizinhança para arrecadar fundos para a instituição Mosaic (comandada por ela), Olivia conhece Joel Hurley (Garrett Hedlund), um bartender que tem o sonho de se tornar ilustrador. Apaixonada pelo jovem, ela o convida para morar com ela e se oferece para ser uma espécie de mentora.

Crédito: HBO/Divulgação

Em meio a esse “quase romance”, Olivia conhece outro homem, Eric Neil (Frederick Weller), que aparece na vida dela com o objetivo de fazê-la vender o terreno de Summit, que é um desejo do vizinho e amigo Michael (James Ransone). Tudo vai bem para o casal até que Olivia Lake morre misterioramente na véspera de ano-novo. Neil acaba sendo preso pelo assassinato.

Quatro anos se passam e a história passa a acompanhar Petra (Jennifer Ferrin), a irmã de Eric Neil. Ela decide investigar novamente o caso em busca de outros suspeitos, que ficaram de fora da primeira investigação policial e que parecem ter tanta (ou mais) culpa no cartório do que Neil.

Crítica de Mosaic

Do cineasta premiado Steven Soderbergh, Mosaic decepcionou ao chegar na televisão brasileira pelo fato de não ter vindo no formato original. Nos Estados Unidos, a série foi lançada em um aplicativo em diversos fragmentos em um formato de “você decide”, em que o espectador decidia que narrativa seguir.

Talvez, por isso, ao ser exibida na televisão em seis episódios, a série tenha ares de confusão. Há muitas linhas temporais e muitos pontos de vista diferentes, o que poderia ser uma qualidade, mas acaba sendo um pouco problemático.

Crédito: HBO/Divulgação

Mesmo assim, Mosaic consegue ser uma série instigante. O espectador se envolve com a investigação e com as informações em torno dos novos suspeitos. No entanto, assim como The night of, o final pode não agradar para quem não gosta de interpretações subjetivas e pelas entrelinhas.

O visual da série é sensacional e ajuda a trazer o ar de mistério. Também é preciso destacar as atuações de Sharon Stone, Garrett Hedlund, Fred Weller e Jennifer Ferrin. Sem esquecer do policial Nate vivido por Devin Ratray.

Posts recentes

Band exibe “Noite Especial Dona Beja” nesta quinta (5/3)

Especial marca estreia da exibição na tevê aberta da novela feita para o streaming da…

4 horas atrás

Anderson Tomazini retorna à tevê em “Coração acelerado”

Ator brasiliense que brilhou como Xodó em O outro lado do paraíso se rende novamente…

1 dia atrás

Giulia Daflon voltou, agora para ficar, em “Êta mundo melhor!”

Jovem atriz permanece até o fim da trama das 18h da TV Globo como Maria…

1 dia atrás

Barro Preto: conheça o refúgio de Alika e Niara no Brasil

Cidade fictícia do interior do Rio Grande do Norte, Barro Preto está localizada em uma…

6 dias atrás

Levi Asaf volta à Globo na próxima novela das seis

Astro mirim revelado em Amor perfeito será neto de Zezé Motta em A nobreza do…

1 semana atrás

“Avenida Brasil” será reprisada novamente às tardes na Globo

Com continuação prevista para 2027, sucesso de João Emanuel Carneiro retorna à TV Globo em…

1 semana atrás