Anderson Tomazini é filho de Brasília Crédito: Marcio Farias/Divulgação.
Patrick Selvatti
O ator brasiliense Anderson Tomazini é mais um filho do Cerrado a dar as caras na novela Coração acelerado, ambientada em Goiás. Após o sucesso como o Xodó de O outro lado do paraíso e atuar em A infância de Romeu e Julieta, no SBT, a prata da casa entra na produção das 19h da TV Globo como Osmar, que chega motorista da família Amaral e deve permanecer até o fim da trama, com perspectiva de engatar um romance.
“Dei um tempo da tevê, decidi me dedicar mais ao teatro, e veio a pandemia, mas eu nunca deixei a atuar”, conta ele, que, no novo trabalho, integra o núcleo composto por Leandra Leal, Daniel de Oliveira, Isabelle Drummond e Marcos Caruso na produção assinada por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, com direção artística de Carlos Araújo.
Apesar de tanto nome forte ao seu redor, o brasiliense não se espanta mais. Sua estreia na tevê não poderia ter sido da melhor forma. Na pele do garimpeiro Xodó, Anderson Tomazini ganhou robustez e chegou ao final como um dos grandes destaques da novela de 2017/18, criada e escrita por Walcyr Carrasco.
Na produção, ele formou par romântico com Giovana Cordeiro — que vivia a neta de ninguém menos que Fernanda Montenegro e Lima Duarte —, frequentava o bordel comandado por Laura Cardoso e foi crucial no desfecho das maldades da grande vilã da história, vivida por Marieta Severo. “Só fera! Aprendi muito e entendi com eles o que era estar no topo e manter o pé no chão”, conta.
Tomazini ainda interpretava o garimpeiro Xodó na novela O outro lado do paraíso quando foi surpreendido por um convite: participar do quadro Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão. Além disso, o ator foi indicado à categoria Revelação do quadro Melhores do ano.
De lá para cá, Anderson Tomazini — que vive no Rio, também é empresário e mantém negócios na terra natal — não deu as caras na telinha, mas não parou de atuar. Ainda que tenha sido mais uma vítima dos efeitos da pandemia — que obrigou produções culturais a darem uma pausa prejudicial —, o período pandêmico não o estagnou. Ao contrário, houve impulso para que se aperfeiçoasse mais e buscasse novos formatos e linguagens para expressar a arte.
“Durante a pandemia todos estavam tentando sobreviver e se reinventar de alguma forma, principalmente os artistas. Junto com a diretora Regiana Antonini, o produtor Joaquim Vidal e a realizadora Jackeline Barroso (falecida em 2025) decidimos criar um projeto para que atores e até mesmo autores pudéssemos experimentar novos textos, ou até mesmo textos consagrados e criamos o Leitura Viva”, contou o filho de Taguatinga, à época, referindo-se às encenações virtuais transmitidas via Zoom de forma gratuita — a partir de retirada de ingressos no Sympla — e que estão disponíveis no YouTube.
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