Seu pet fica muito tempo sozinho? Truques caseiros de enriquecimento ambiental para acabar com o tédio

Filhote de cão da raça Golden Retriever morde um brinquedo de tecido colorido em uma sala bem iluminada, exemplificando o enriquecimento ambiental para pets
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Você já chegou em casa e encontrou o pé da mesa roído, um sapato destruído ou o gato miando sem parar? Esses comportamentos, muitas vezes vistos como “arte” ou desobediência, costumam ser um sinal claro de estresse, ansiedade e tédio.

Com a rotina agitada das cidades e espaços cada vez menores, cães e gatos passam grande parte do dia sem estímulos mentais. A boa notícia é que não é preciso gastar fortunas no pet shop para mudar essa realidade. O enriquecimento ambiental para pets é uma técnica simples que transforma o ambiente da sua casa e melhora drasticamente o bem-estar do seu amigo.

Segundo médicos-veterinários e especialistas em comportamento animal, o enriquecimento ambiental não é futilidade, mas uma necessidade básica para evitar o estresse crônico em cães e gatos de apartamento.

O que é enriquecimento ambiental para pets?

O enriquecimento ambiental consiste em adaptar o espaço em que o animal vive para instigar seus comportamentos naturais, como caçar, farejar, explorar, lamber e roer.

Quando um cão ou gato não gasta energia mental, ele desenvolve comportamentos destrutivos ou quadros de ansiedade de separação. Estimular o cérebro do pet por 15 minutos pode cansá-lo e relaxá-lo mais do que uma caminhada longa.

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    Meg, de ‘Quem Ama Cuida’, mostra como pets podem transformar o ambiente de trabalho

    Cachorrinha Meg durante gravação da novela Quem Ama Cuida
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    A pet-atriz que interpreta Maria Antonieta na trama da TV Globo abre espaço para entender os possíveis efeitos da presença de animais no bem-estar e na dinâmica profissional.

    A presença de animais em ambientes de trabalho ganhou um exemplo curioso nos bastidores da televisão brasileira. Na novela “Quem Ama Cuida”, da TV Globo, a cachorrinha Meg interpreta Maria Antonieta, a companheira de Pilar, personagem vivida por Isabel Teixeira. Fora das telas, Meg é uma cadela da raça maltês e chama atenção do público pela aparência e pela participação na trama. Na história, ela acompanha a personagem de Isabel Teixeira e acabou se tornando uma das figuras de quatro patas mais reconhecidas da novela.

    O caso vai além da ficção. A presença de um animal em um ambiente profissional levanta uma questão cada vez mais estudada: a convivência com pets durante a rotina de trabalho pode contribuir para o bem-estar das pessoas? Pesquisas sobre o tema apontam possíveis efeitos positivos, principalmente na percepção de estresse e nas interações sociais. Mas os resultados não significam que qualquer animal ou qualquer ambiente de trabalho se beneficie automaticamente da presença de um pet. O contexto, o perfil das pessoas e, principalmente, o bem-estar do próprio animal precisam ser considerados.

    Um pet no elenco: o caso de Meg

    Meg não está nos estúdios apenas como acompanhante de uma atriz. Ela interpreta Maria Antonieta, a cachorrinha de Pilar Brandão na novela “Quem Ama Cuida”. A personagem de quatro patas ganhou espaço na trama ao lado de Isabel Teixeira e se tornou parte da rotina de gravações. Fora das câmeras, Meg é conhecida pelo próprio nome e já despertou a curiosidade do público por suas características físicas e pela participação na novela.

    A situação chama atenção justamente porque um set de gravação reúne algumas características que podem tornar a rotina desafiadora para um animal: equipamentos, movimentação constante de pessoas, iluminação, sons e longos períodos de espera. Por isso, quando um pet participa de uma produção audiovisual, a organização do ambiente e o acompanhamento responsável são fundamentais.

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