Autor: Paloma Oliveto
Cerca de 45% das cadelas e 30% das gatas desenvolvem algum tumor nas mamas, sendo que 85% dos casos apresentam caráter maligno. Descobrir a doença no início é essencial para o sucesso do tratamento

A campanha Outubro Rosa, que promove diversas ações em todo o país para incentivar a conscientização sobre o câncer de mama, perto do fim. Porém, nunca é tarde para lembrar que os cuidados preventivos merecem ser estendido para outros membros da família: os pets.
Segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o câncer de mama possui uma alta incidência nos animais de estimação domésticos. Em torno de 45% das cadelas e 30% das gatas desenvolvem algum tumor, sendo que 85% dos casos apresentam caráter maligno. O médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Sasaki, comenta que o aumento da expectativa de vida, anticoncepcionais, obesidade e alimentação inadequada são alguns dos fatores que influenciam para o desenvolvimento de neoplasias. “O que assusta é que aproximadamente 17% dos diagnósticos em cadelas são realizados de maneira tardia, o que reduz as chances de efetividade do tratamento”, alerta o veterinário.
Uma das medidas recomendadas para reduzir a probabilidade de aparecimentos de tumores mamários nos pets é a castração, que deve ser efetuada ainda nos primeiros cios. Sasaki ainda destaca que, apesar de ser um procedimento cirúrgico, os riscos são baixos e menores dos envolvidos com o uso dos anticoncepcionais: “Além de predispor o pet ao câncer de mama, esses hormônios aumentam as incidências de outros tipos de tumores, como os no útero e ovário. Diabetes também é outra doença que pode surgir com o uso”.
O acompanhamento do tutor é de extrema importância para a identificação precoce de nódulos mamários, sendo que atenção deve ser redobrada em animais idosos. Para isso, basta fazer apalpação nas mamas para verificar qualquer alteração, além de observar o aparecimento de lesões. Anormalidades devem ser investigadas por exames mais completos. “O veterinário vai investigar para verificar se o tumor é maligno ou não, determinando o tipo de tratamento mais adequado. Existem casos em que não há a necessidade de retirada do nódulo ou da cadeia mamária”, analisa o veterinário.
Pesquisa com 2 mil pessoas mostra que tutores de cães e gatos sentem-se menos isolados socialmente, comparado àqueles que não têm animais em casa

Eles são o melhor remédio contra solidão e sobrecarga de trabalho. Uma pesquisa encomendada pela empresa de alimentos e cuidados para animais Mars Petcare junto à OnePoll com 2 mil pessoas constatou que, depois de um mês da chegada de um cão ou gato, 75% deles deixou de se sentir só.
O estudo constatou que 33% dos entrevistados se descrevem como “socialmente isolados” e alegam ter apenas duas pessoas em quem podem realmente confiar. Há inúmeros fatores apontados como gatilhos para esse isolamento, mas se destacam dedicação excessiva ao trabalho – 32% dos entrevistados revelaram que horas extras foram prejudiciais à sua vida pessoal – e o exagero no uso das redes sociais – 25% das pessoas admitiram que grande parte de suas interações sociais acontece online.
A pesquisa também descobriu que os entrevistados se sentem sozinhos, em média, sete dias por mês, que seis em cada 10 pessoas apresentam ansiedade social e mais de 75% evitam a completa socialização. Além disso, 44% acham que o ser humano está menos amigável do que era há apenas cinco anos, 75% acreditam que as pessoas estão se tornando mais distantes uma das outras em comparação às gerações anteriores e um em cada seis entrevistados admite que se preocupa mais com o que os outros pensam sobre ele do que há cinco anos.
No entanto, os animais de estimação parecem fazer toda a diferença: 21% das pessoas que possuem gatos e cães disseram se sentir sozinhas, em comparação aos 32% dos que não tem animais de estimação.
De acordo com Deri Watkins, Executivo da Mars Petcare, os animais de estimação podem fazer parte da solução para a crescente questão da solidão. “Essa pesquisa mostra a diferença tangível que nossos amigos caninos e felinos podem fazer na vida das pessoas solitárias”.
Aqueles que são tutores de um animal revelaram que o pet faz toda a diferença e impulsiona a vida social:
- 82% dos tutores de animais entrevistados se sentiram menos sozinhos ao receber um animal.
- 4 em cada 5 entrevistados disseram que o sentimento de isolamento desapareceu 1 mês depois do pet passar a fazer parte de suas vidas.
- 6 em cada 10 pessoas entrevistas relataram que o pet é seu companheiro mais próximo.
- 85% dos entrevistados disseram que seu animal faz a casa um lugar mais feliz para se morar.
- Mais de 50% das pessoas entrevistadas atribuem ao pet um novo senso de propósito para suas vidas.
- 50% dos entrevistados tutores de cães têm mais probabilidade de conversar com pessoas que não conhecem quando caminham com o pet.
- 62% dos entrevistados que possuem um cão disseram que fazem mais exercício.
Publicitário quer aprovação de lei que permita o embarque de animais domésticos no transporte público. O projeto é de São Paulo, mas pode inspirar tutores de todo o país a exigir dos legisladores uma postura semelhante

O publicitário Rodrigo Lico deu inicio a uma campanha nas redes sociais, que visar obter o direito das pessoas poderem circular com seus pets no transporte público. Lico argumenta que atualmente no Brasil existem cerca de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos (um total de 74 milhões de pets), conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), ou seja, em média quase metade da população economicamente ativa possui um mascote.
Para o publicitário, essa reivindicação é justa e legitima, de relevância social e ambiental para interação animal e cidadão: “Poder passear com o animal de estimação já é uma realidade em vários locais públicos como aeroportos, shoppings, escolas e áreas públicas de lazer, por que não poder fazer uso do transporte público? Tendo em vista que isso já é uma realidade em diversos países, o governo não investirá dinheiro algum em adaptação como no caso de deficientes e usuários de bicicleta, a estrutura já está aí, pronta, é só liberar o acesso, como no caso dos cães-guias”, questiona Lico.
Para ele, é possível tornar isso realidade, assim como foi criada uma lei na questão das bicicletas em São Paulo, que através do slogam “saúde”, usuários de bicicletas promoveram diversas manifestações, e assim foi criada uma lei que beneficiou estes cidadãos, e hoje eles podem transportar suas bicicletas no metrô e trens da CPTM. Tudo isso foi possível devido ao clamor da sociedade e com o respaldo da Constituição Federal, conforme prevê o Artigo 1º parágrafo único: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”.
Rodrigo realizou uma pesquisa e descobriu que na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo), desde 2015 tramita um PL (Projeto de Lei) de n° 727, de 2015 (PL 727 / 15), que autoriza o transporte de animais domésticos em trens, metrôs e ônibus intermunicipais. Esse PL pode ser acessado através do link a seguir: https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1257057 .
Rodrigo acredita que por meio da unidade entre ativistas, militantes e cidadãos que defendem os animas é possível sensibilizar e convencer os deputados a votarem e aprovar o PL no plenário da Alesp. Lico enfatiza: “Só obteremos essa conquista com constantes mobilizações, com o intuito de sensibilizar e pressionar os parlamentares (deputados estaduais) a votarem em regime de urgência essa matéria, e que na sequência o governador sancione este PL e que vire lei. E desta maneira beneficiar milhões de cidadãos proprietários de pets, que defendem os animais e fazem uso do direito de ir e vir no transporte público” esclarece o publicitário.
“Faça valer seus direitos, exija do parlamentar que você votou a aprovação deste PL, vamos nos unir nesta causa de iniciativa popular, somente juntos poderemos mobilizar os parlamentares para que façam uso do bom-senso e aprovem esta lei”, conclama Rodrigo.
Vacinação, ambiente limpo e alimentação equilibrada somam aos cuidados diários com os pets. Uso constante de probióticos também pode ser recomendado pelo veterinário para prevenir problemas gastrointestinais

Vômitos e diarreias são sintomas que podem indicar enfermidades gastroentéricas. Depois de instalado o quadro, é necessário iniciar um tratamento. No entanto, existem medidas preventivas que devem ser adotadas com regularidade.
As doenças gastrointestinais podem ser desencadeadas por uma série de fatores, como estresse e alergia alimentar, ou, ainda, provocadas por vírus, bactérias e vermes, que são evitados a partir do protocolo de vacinação e vermifugação. “Quanto ao estresse e às alergias, para prevenir esses quadros são necessários ao animal doméstico uma dieta equilibrada e a prática regular de exercícios”, esclarece Stella Rosa da Fonseca, veterinária e analista técnica da Ourofino Pet.
A especialista alerta ainda para outras condições que podem controlar ou prejudicar a saúde dos animais. “O ambiente limpo ajuda a prevenir as doenças. Em contrapartida, locais superpopulosos se tornam agentes na disseminação das patologias.”
Nos quadros de gastroenterites, os vômitos podem vir acompanhados da presença de muco ou secreções biliares e as diarreias podem apresentar muco ou sangue, dependendo da causa. Outros sinais também costumam surgir, como apatia, perda de apetite e de peso. Nos casos mais graves, os sintomas podem se manifestar por vários dias. O exame clínico costuma ser complementado por outros mais investigativos, como endoscopia e análises sanguíneas. Em determinadas situações, uma cirurgia exploratória pode ser indicada.
Com o diagnóstico correto, os médicos-veterinários poderão estabelecer os medicamentos adequados. Em muitos casos, o tratamento é feito com vermífugos, anti-inflamatórios e antibióticos. O uso frequente de probióticos previne os quadros entéricos por manter a flora bacteriana intestinal dos animais sempre saudável, impedindo a colonização da parede intestinal por agentes patogênicos.
“Os especialistas podem, inclusive, recomendar ajustes na alimentação, feitos com a introdução de alimentos balanceados, capazes de facilitar a digestão e absorção de nutrientes. Isso ajuda a regularizar o trânsito intestinal, especialmente quando associado aos probióticos”, explica Stella.
Na primavera e verão, com o aumento das temperaturas, os pets costumam ter uma queda mais acentuada de pelos. Isso ocorre, principalmente, com os cães de pelo curto, que são os que mais soltam fios

A renovação da pelagem dos cães de pelo curto é constante – o pelo nasce, cresce, permanece um tempo e cai na sequência. Já a pelagem longa cresce por três a quatro anos direto até cair. “Uma boa alimentação, produtos adequados para o banho e escovação da pelagem diariamente ajudam muito na diminuição da queda”, afirma o groomer e gerente de estética da Petz, William Galharde.
Mas é importante notar se a queda não está excessiva e se há qualquer alteração na pelagem.
Pelo opaco e quebradiço, por exemplo, pode ser sinal de alguma deficiência de nutrientes, principalmente de proteína. Nesse caso, é preciso manter a alimentação balanceada com uma ração de qualidade ou até mesmo suplementar com vitaminas e antioxidantes, mas sempre com a orientação do veterinário.
“Mas, se houver sinais como falhas, vermelhidão, escamação, lesão ou coceira, é preciso procurar ajuda de um veterinário, pois podem ser indicativos de alguma doença de pele”, explica William. Doenças hormonais, nutricionais e dermatológicas causam quedas de pelos e precisam de acompanhamento de um veterinário para diagnóstico e tratamento adequados.
Dicas para manter os pelos saudáveis
1 – Com uma luva de borracha, passe a mão no sentido contrário da pelagem do cão. Os fios que estão soltos grudam na luva, mais facial de removê-los. Depois, passe no sentido contrário.
2 – Alimentação balanceada e de boa qualidade
3 – Xampus de boa qualidade, com aplicação adequada e manter os pelos sempre bem secos.
4 – Sempre respeitar a frequência semanal de banho, evitando água e secadores muito quentes.
5 – Em cães de pelagem longa, sempre realizar escovação para prevenção de nós e hidratação da pelagem, para prevenir o ressecamento.
6 – Prevenção de ectoparasitas sempre atualizada para prevenir doenças.
7 – Passeios e acesso ao banho de sol por um período do dia ajuda muito nesse quesito.
8 – Outra possibilidade é realizar um procedimento disponível em pet shops chamado remoção de subpelo. Com esse procedimento, há retirada dos pelos que irão cair de maneira mais intensa, reduzindo a queda em casa.
Conhece algum Thor? Ou quem sabe uma Belinha? Ou Luke, Mel, Julie… Conheça os nomes mais populares de pets no Brasil
Por Adriana Fortes, especial para o Mais Bichos
A gente já sabe que entre os bebês humanos, Enzo e Valentina são disparados os nomes mais populares. Mas agora a gente quer saber: como fica a classificação dos peludos?
Um levantamento feito entre os mais de 350 mil cães cadastrados no site do aplicativo DogHero revelou os nomes mais populares escolhidos por mamães e papais pet em todo o Brasil
Será que o nome do seu amor de quatro patas está entre os dez primeiros?
Em décimo lugar:
Sophia/Sofia e Ted

Em nono:
Bela/Bella e Chico

Oitavo nome mais popular:
Julie e Pingo

Quem vez em número 7 é:
Belinha e Fred

Estes são os nomes do sexto lugar:
Lola/Lolla e Bob

Na quinta posição:
Amora e Billy

O quarto nome mais atribuído aos peludos:
Luna e Theo/Teo

E agora vamos para os primeiros colocados!
Terceira opção mais escolhida:
Maggie e Nick

Segundo nome preferido:
Nina e Luke

E o mais mais mais em PRIMEIRÍSSIMO lugar!!!
Mel e Thor

Que tal levar para casa um novo amigo neste fim de semana? Feirinha na Asa Norte terá cães e gatos já castrados e vacinados. Mas só adote se tiver certeza, pois eles não merecem ser abandonados duas vezes

Está pensando em adotar um melhor amigo? Neste sábado (6), tem feirinha da ONG Fauna e Flora na loja Petz da Asa Norte, como parte do programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom. Todos os animais estão castrados e vacinados. Os interessados em oferecer um lar feliz para eles, além de passarem por uma entrevista de avaliação de perfil, devem estar munidos dos seguintes documentos: originais e cópias de RG, CPF e comprovante de residência.
Optar por adotar um animal é uma das atitudes mais importantes para diminuir o número exorbitante de cães e gatos abandonados e sujeitos a mal tratos em todo o país. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem mais de 30 milhões de animais abandonados vivendo nas ruas do Brasil. Destes, mais de 20 milhões são cachorros. Porém, é crucial que a adoção seja responsável e ofereça os cuidados básicos e fundamentais para assegurar o bem-estar do animal e também dos membros da família.
De acordo com a médica veterinária da Esalpet, Leocádia Chalita de Lima, o primeiro passo para quem acabou de adotar um pet é providenciar o controle de pulgas e carrapatos e a vermifugação. “São medidas fundamentais para garantir o conforto do pet e prevenir diversos tipos de zoonoses, doenças que podem ser transmitidas dos animais para os seres humanos”, explica a especialista. Para garantir a saúde de cães e gatos adotados, é fundamental também que o dono certifique que o animal recebeu todas as vacinas necessárias. “Somente o esquema vacinal completo confere a imunização do animal deixando-os livres de doenças infectocontagiosas e com boa qualidade de vida”, esclarece.
Outro cuidado primordial que contribui com o aumento da expectativa de vida dos animais é a castração. Segundo a profissional, o procedimento cirúrgico colabora não só com o controle de reprodução animal mas também protege de futuras doenças no aparelho reprodutivo como tumores e infecções. “A castração é recomendada tanto para fêmeas quanto para machos a partir dos 6 meses de idade, lembrando que nas fêmeas o procedimento deve ser realizado antes do primeiro cio”, detalha a especialista.
Para completar, a médica veterinária lembra que outros cuidados básicos podem fazer toda a diferença para a saúde e bem estar dos pets. “Garantir uma alimentação regrada e balanceada, procurar um veterinário a qualquer sinal ou mudança de comportamento e manter a higiene em dia sem dúvida vão garantir uma adaptação muito mais sadia e tranquila para o cão ou gato em um novo lar”, completa Leocádia Chalita de Lima.
Confira 10 dicas sobre posse responsável para uma decisão consciente de se ter um pet:
1) Pesquise sobre o animal e veja se ele é compatível com o seu estilo de vida e perfil familiar.
2) Quanto menor é a sua casa, menor deve ser o cão. Cachorros grandes, em um ambiente pequeno, podem ter problemas de adaptação.
3) Considere que o tempo médio de vida de um animal é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados. Não haja por impulso.
4) Caso já tenha outros cães em casa, apresente o novo morador de forma gradual e fique sempre atento à convivência.
5) Mantenha o pet sempre dentro de casa, jamais solto na rua. E na hora do passeio, leve-o com uma coleira que contenha a plaquinha de identificação.
6) Evite as ninhadas indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contraindicações.
7) Todo pet precisa de alimentação de qualidade, que leve em conta suas necessidades, e muita água fresca e limpa. Seu bem-estar também depende de uma boa nutrição.
8) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao Médico-Veterinário. Dê banho, escove e exercite-o.
9) Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho, ambiente adequado e reserve um momento do dia para as brincadeiras.
10) O Brasil tem milhões de cães abandonados. Cães adultos também se adaptam com facilidade às mudanças e tem condições de oferecer e receber muito carinho.
SERVIÇO:
Evento de Adoção PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom
Data: 6 de outubro (sábado)
Local: Petz Asa Norte – Terminal Norte D – Asa Norte – das 11h às 15h
Cachorrinho de Brasília faz sucesso nas redes sociais com “cãopanha” para presidência. Se eleito, promete o fim dos banhos e a liberação dos petiscos
O maltês Luke Skywalker, de 4 anos, começou há algumas semanas a campanha para presidente em seu perfil do Instagram (@lukeskywalker_thedog). E, em pouco tempo, já conseguiu o apoio de muitos eleitores. Quando perguntado por que decidiu concorrer a presidente, ele conta que não se identificou com a agenda política de nenhum dos atuais candidatos. E precisa representar a “classe” cachorreira.
O blog pediu a Luke que explicasse por que deve ser eleito. Confira as respostas:
1. Ele tem os apoiadores mais legais:

2. Suas bandeiras são aceitas por 100% do eleitorado:
3. Ele quer plantar 1 BILHÃO de árvores. A ideia é muito boa, mas vocês já viram a imagem que ele usa para divulgar essa bandeira? Eu diria que é um tanto ambígua. Será que Luke está mesmo preocupado só com a sustentabilidade?
4. Ele está se doando 100% à campanha. Assim como candidatos a presidente, o pequeno Luke também foi parar no hospital. O caso foi devidamente televisionado e acabou indo parar no plantão de TV:
5. O jingle dele é o melhor! Daquele tipo chiclete que você cantarola o dia todo! Escuta aí:
6. Ele vai até onde os eleitores estão. Olha ele percorrendo a cidade fazendo comícios como este:

7. Ele segue a regra e claro. Já tem a clássica foto do pastel.
E aí? Ganhou seu voto? Siga a campanha do Luke no instagram: @lukeskywalker_thedog
Veja quais os postos estarão abertos no sábado para imunizar cães e gatos contra a raiva, doença gravíssima, que mata animais e humanos em pouco tempo
Já vacinou sem cãozinho ou gatinho contra raiva? No sábado, vários postos de saúde estarão abertos para vacinação. Confira aqui a lista. Animais com mais de três meses, prenhes e que acabaram de ter filhotes devem receber a imunização, que é de graça.
Essa é uma doença grave, que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC). Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.
Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, doença que pode matar poucos dias depois da contaminação. Nos animais, a raiva tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a 2 meses, se manifestando de duas formar: a furiosa e a muda.
“A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de 3 dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.
Já na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum inclusive a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.
Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.
Artigo de professora universitária destaca que é possível prevenir problemas associados à cegueira. Em alguns casos, ela explica que é possível reverter o problema nos pets

Por Úrsula Silva
Os animais de companhia conseguem se comunicar por meio da troca de olhares com os seus tutores, e dessa forma, podem expressar fome, alguma situação que cause desconforto ou mesmo reconhecer o universo a sua volta. Por esse motivo, os cuidadores precisam estar sempre alertas aos problemas que podem causar cegueira em cães e gatos.
O desenvolvimento da cegueira em pequenos animais pode estar associado à vários fatores, sendo portanto, multifatorial, podendo até – em alguns casos – estar associada a quadros reversíveis. Como principais causas encontradas na literatura, nós temos a conjuntivite, glaucoma, catarata, doenças da córnea, doenças da retina, ceratoconjuntivite e doenças sistêmicas como Diabetes Mellitus, Hipertensão Arterial, Hipotireoidismo, Ehrlichiose e viroses como Cinomose nos cães e Herpesvírus nos gatos.
Não existe uma única faixa etária para o acometimento da cegueira em nossos bichinhos, pois depende da causa envolvida no processo. Por exemplo, a catarata que é uma das causas de cegueira, pode estar presente desde o nascimento como no caso da catarata congênita, mas pode também estar presente em animais de dois a quatro anos de idade (cataratas juvenis) ou ainda cataratas senis, que são observadas geralmente a partir dos oito anos de idade em cães. Não existe um único “tipo” de animal predisposto ao desenvolvimento da cegueira, uma vez que se trata de uma condição patológica multifatorial e apenas o médico veterinário, através de uma complexa avaliação clínica, poderá responder de forma mais adequada a esse questionamento.
O tratamento das doenças é bastante variável, pois está associada ao fator desencadeante. De acordo com a causa temos tratamentos medicamentosos, como é o caso da conjuntivite, ceratoconjuntivite seca e glaucoma, podendo chegar aos tratamentos cirúrgicos como nos casos de catarata, ectrópio e entrópio.
Certamente nossos amiguinhos terão algumas limitações, mas de uma maneira geral, a cegueira é um problema de visão com o qual eles podem perfeitamente conviver. Com relação ao ambiente em que o animal vive, deve-se evitar mudar objetos e móveis de lugar e o fornecimento de alimento e água deve ser feito sempre no mesmo local, pois como já observado, o animal se acostuma com a arrumação do ambiente em que vive. Um cuidado especial precisa ser tomado com relação às piscinas, que devem ser cobertas.
Dessa maneira, a prevenção da cegueira em animais de companhia está intimamente associada à avaliação médica veterinária, realizada por profissionais com o objetivo de identificar possíveis fatores predisponentes e a forma mais adequada para o controle, eliminação ou tratamento dos mesmos, a fim de evitar o aparecimento dessa condição patológica que, muitas vezes, compromete a qualidade de vida de nossos animais.
* Úrsula Silva é professora do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera de Niterói





