Um dia depois de anunciar investimento de R$ 6 milhões até 2022 no futebol candango masculino e feminino em um convênio com a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, o Banco de Brasília prestou contas nesta terça-feira das verbas destinadas ao esporte local pagas no segundo trimestre deste ano. Dos 12 clubes do Candangão, cinco fizeram acordo com a instituição financeira para a edição desta temporada. Três aguardam o início das quartas de final do Candangão e podem aumentar o faturamento. Um está eliminado e um caiu para a segunda divisão. O acordo estipula pagamento em média de R$ 6 mil por jogo. Em contrapartida, o clube expõe a marca na camisa e exibe placas de publicidade da empresa.
Classificado para a fase de mata-mata do torneio doméstico, o Capital é quem mais recebeu. O clube teve direito a R$ 67 mil. O acordo oficializado em 29 de janeiro deste ano com a superintendência de marketing do banco prevê teto de R$ 189.500 caso o time alcance a decisão do Candangão. O time enfrentará o Real Brasília no mata-mata.
Quinto colocado na primeira fase, o Taguatinga teve direito a R$ 66 mil e também pode chegar a R$ 189.500 se atingir metas na próxima etapa da competição. O Taguatinga enfrentará o Formosa nos duelos eliminatórios após a paralisação devido à pandemia.
O Luziânia aguarda a definição do primeiro colocado na primeira fase para saber se enfrentará Gama ou Brasiliense nas quartas. Há um jogo pendente entre Gama e Real. Por enquanto, o clube contabiliza entrada de R$ 66 mil pelos 11 jogos disputados até agora.
Dois parceiros do BRB estão eliminados. O Unaí ganhou R$ 54 mil pela participação no Candangão. Rebaixado como lanterna, o Paranoá ganhou R$ 66 mil.
Dos cinco parceiros da estatal no Candangão, apenas um, o Capital, foi transparente e publicou balanço financeiro do exercício 2019, como exige a lei. O demonstrativo deve ser apresentado até o última dia do mês de abril, mas alguns clubes ignoram a exigência. Outros empurram com a barriga responsabilizando a pandemia do novo coronavírus pelo atraso.
O plano de publicidade do BRB separar R$ 12 milhões para despesas com propaganda, publicidade, publicações legais e patrocínio. Os valores não incluem, obviamente, a recente parceria assinada na semana passada com o departamento de futebol do Flamengo, considerada um negócio à parte pela estatal. Do total, houve consumo de R$ 6.584.779,87 no primeiro semestre. Os cinco times que estampam a logomarca do banco receberam juntos R$ 319 mil. Gama, Brasiliense, Real Brasília, Formosa, Sobradinho, Ceilândia e Ceilandense não aderiram e/ou não reuniram a documentação necessária no prazo.
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