O Gama pode ter problemas se avançar às oitavas de final da Copa do Brasil e em competições futuras organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O árbitro paranaense Adriano Milczvski acusou sinalizadores, explosão de bombas e briga generalizada na torcida do time candango no Bezerrão no empate alviverde por 0 x 0 com o Santos na noite desta quarta-feira, na partida de ida válida pela terceira fase da competição nacional.
Disponível no site da CBF, o registro do árbitro diz: “Aos 18 minutos do primeiro tempo, paralisei a partida para informar o delegado do jogo e o chefe do policiamento, sobre um sinalizador aceso e o uso de raio laser, identificados por mim, que vinha da torcida da equipe do Gama”. O árbitro Adriano Milczvski acrescenta: “Imediatamente após o término da partida, foram lançados da arquibancada para dentro do campo de jogo pela torcida do Gama, quatro bombas que explodiram no gramado, não vindo a atingir nenhuma pessoa; após este fato, torcedores do Gama na arquibancada, no mesmo lugar de onde foram atiradas as bombas, entraram em uma briga generalizada entre eles, o qual foram contidos alguns minutos depois pela chegada da polícia militar. Informo ainda que não puderam ser identificadas nenhuma dessas pessoas que estavam com sinalizadores, raio laser e bombas”.
Não é a primeira vez que um estádio do Distrito Federal vira alvo do Superior Tribunal de Justiça Desportiva neste ano. Recentemente, o Mané Garrincha chegou a ser interditado depois de uma briga entre as torcidas organizadas do Palmeiras e do Flamengo. O STJD interditou o estádio, mas a CBF desfez o castigo depois de uma reunião com clubes e órgão de segurança do DF.
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