Isla só jogou profissionalmente no Chile com a camisa da seleção do país. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Aos 32 anos, Mauricio Anibal Isla é mais um caso de jogador sul-americano com pouca ou nenhuma identidade com os clubes do país em que nasceu. Formado pela Universidad Católica, o lateral-direito do Flamengo jamais atuou no Chile com a camisa de um time profissional. Todas as exibições dele, em casa, são vestindo o uniforme da seleção. Portanto, a partida desta sexta contra o Union La Calera, será o batismo de fogo.
Como contamos aqui no blog no ano passado, Isla saiu cedinho do Chile. Brilhou na campanha da seleção no Mundial Sub-20 do Canadá 2007 e foi comprado pela Udinense da Itália. Por lá ficou e só viajava ao Chile para amistosos e jogos oficiais da seleção pelas Eliminatórias para a Copa ou pelo Copa América — em 2015, foi campeão dentro de casa.
A primeira partida profissional de Isla aconteceu na Europa, em 2007, pela Copa da Itália. Foi bi do Campeonato Italiano e ganhou três edições da Supercopa da Itália.
Isla começou como atacante nas divisões de base da Universidad Católica. As deficiências do elenco de garotos fizeram com que ele topasse atuar como lateral. Apoiava e defendia com equilíbrio. A carreira construída na Europa aprimorou a versatilidade nas passagens por Udinese, Juventus, Queens Park Rangers, Olympique de Marselha, Cagliari e Fernebahçe antes de desembarcar no Rio para assumir a lateral direita do Flamengo.
A vitrine de Isla para não deixa a Universidad Católica garoto foi o Mundial Sub-20 foi a vitória contra a Nigéria, em Montreal, pelas quartas de final. O duelou terminou empatado por 0 x 0 no tempo normal. O Chile voou na prorrogação. Goleou por 4 x 0. Isla fez o segundo gols em cobrança de pênalti e o terceiro em contra-ataque. Versátil e incansável, o capitão parecia estar em todas as partes do campo.
Um dos desafios de Isla é o gramado sintético da arena do Unión La Calera. Ele falou sobre isso em entrevista ao site do Flamengo: “Estou muito contente. Jogar no meu país depois de 13 anos na Europa é uma sensação muito boa para mim. É muito difícil jogar num campo sintético. É muito diferente, a bola vai muito diferente, se corre de outra maneira. Esperamos que o Flamengo possa fazer uma boa partida. Vamos jogar pelos três pontos”.
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