A repercussão dos atos de racismo contra o jovem atacante Luighi do Palmeiras na partida contra o Cerro Porteño, no Paraguai, pela Copa Libertadores da América Sub-20, viralizou e chegou ao smartphone do presidente da entidade máxima do futebol. Gianni Infantino se manifestou sobre as acusações, as lágrimas e o discurso do jogador de 19 anos diante das câmeras da Conmebol depois da partida.
“Estou profundamente indignado com o abuso racista sofrido pelo jogador Luighi, do time Sub-20 do Palmeiras, no Paraguai. É de partir o coração ver um jovem jogador ser levado às lágrimas por um comportamento tão vergonhoso. O futebol deve ser um espaço de respeito, inclusão e união — e tudo começa com os jovens e a base”, diz em um trecho do texto.
Infantino acrescenta: “A Fifa se mantém firme na luta contra o racismo. Nosso compromisso vai além das palavras, continuamos a implementar medidas rigorosas, reforçar as sanções e expandir os programas educacionais para erradicar a discriminação”, publicou.
O presidente da Fifa encerra o documento reportando-se diretamente ao jogador da base do Palmeiras. “Luighi, nós o apoiamos e temos o compromisso de lutar por um futebol em que todos sejam tratados com o respeito que merecem”, finaliza Gianni Infantino.
O dia seguinte aos atos contra Luighi foram marcados por discursos enérgicos. A presidente Leila Pereira promete ir às últimas instâncias para pedir a punição mais severa possível ao Cerro Porteño. “Vamos requisitar a exclusão do Cerro Porteño da competição. Não é a primeira vez que esse clube ataca nossos atletas, nossos torcedores”, lembrou, referindo-se à suspensão de Bruno Tabata por quatro meses por ter revidado atos racistas em Assunção. Em outra visita, torcedores alviverdes foram insultados.
O mandatário da CBF, Ednaldo Rodrigues, também cobrou a exclusão do time paraguaio das competições continentais em um documento de 29 páginas produzido pelos departamentos jurídico e de governança e conformidade da entidade máxima do futebol nacional.
“O que a gente espera da Conmebol é rigor. Basta de racismo e de multas que não levam a nada. Queremos punições esportivas”, declarou o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.
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