Depois do presidente licenciado Marco Polo Del Nero, ouvido em dezembro, nesta quarta-feira (2/3) vai ser a vez de o presidente em exercício da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o coronel Antonio Carlos Nunes Lima, depor na CPI do Futebol no Senado. O dirigente, que participou em Zurique na última sexta-feira, da eleição do presidente da Fifa e votou em Gianni Infantino, vai ser interrogado sobre as relações políticas e financeiras da entidade máxima do futebol brasileiro com as federações estaduais. Na semana passada, por exemplo, o dirigente reajustou o “salário” dos 26 presidentes de federação e do Distrito Federal de R$ 15 mil para R$ 20 mil.
Em dezembro do ano passado, a CPI do Futebol ouviu Marco Polo Del Nero. O cartola prestou depoimento durante a primeira licença. Ele voltou ao cargo em 5 de janeiro, passou dois dias à frente da CBF e pediu uma nova licença, repassando o cargo — até então ocupado pelo deputado e vice pela Região Centro-Oeste, Marcos Vicente (PP/ES) —, ao coronel Nunes. O paraense foi eleito vice da CBF no ano passado de forma polêmica. Com o cargo de vice pela Região Sudeste vago depois da prisão de José Maria Marin, Del Nero convocou uma assembleia geral e lançou a candidatura do coronel Nunes. A intenção da manobra era torná-lo o vice mais velho e, com isso, impedir o desafeto Delfim de Pádua, presidente da Federação Catarinense e vice pela Região Sul, de herdar a CBF caso seja banido do futebol pela Fifa. Presidente da Federação Paraense, o coronel Nunes conseguiu ser eleito vice pela Região Sudeste. Aos 79 anos, ocupa o cargo de presidente em exercício da CBF.
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