Rogério Caboclo viu a virada sobre a França na semifinal e está na decisão. Foto: haís Magalhães/CBF
Presente neste domingo no Bezerrão na final do Mundial Sub-17, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Caboclo, disse em entrevista ao blog que só falta a assinatura do contrato para o Mané Garrincha, em Brasília, ser anunciado oficialmente como sede da Supercopa do Brasil. O torneio disputado em jogo único entre os campeões do Brasileirão, cujo líder é o Flamengo; e da Copa do Brasil (Athletico-PR), está programado para ser disputado em 22 de janeiro na abertura da temporada 2020.
“Está muito bem encaminhado, quase certo. Falta apenas a assinatura do contrato”, sorriu Rogério Caboclo na escadaria do estádio, a caminho da tribuna de honra do Bezerrão. Durante a semana, o blog publicou que o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, e o CEO do Consórcio que assumirá o Mané Garrincha em janeiro, Richard Dubois, foram ao Rio para um encontro com o diretor de competições Manoel Flores e o secretário geral Walter Feldman. A assinatura do contrato depende das contrapartidas do Governo do Distrito Federal.
Na viagem ao Rio, os reapresentantes de Brasília também oficializaram o desejo de a capital do país ser uma das sedes da Copa do Mundo Feminina em 2023. Depois de o Brasil perder para a Indonésia o Mundial Sub-20 de 2021, Rogério Caboclo disse que as atenções estão voltadas para o evento feminino. “Temos mantido conversas. É um desejo que vamos manter até o fim. Vamos trabalhar fortemente por isso”.
O presidente da CBF também avaliou o momento turbulento de Tite à frente da Seleção. O Brasil não vence há cinco jogos consecutivos, o que não acontecia desde o fim de 2012 e o inicio de 2013 no fim da era Mano Menezes e início do retorno de Luiz Felipe Scolari ao cargo.
“O Tite acabou de ganhar a Copa América. Estamos felizes com a campanha que fizemos nas Eliminatórias (para a Copa da Rússia), houve um resgate (da Seleção), e agora estamos em um período preparatório. A gente não deve exigir resultados no que não é uma competição oficial”, ponderou.
Sobre a campanha do Brasil no Mundial Sub-17, Rogério Caboclo mostrou-se satisfeito. “Temos um desejo muito grande de ser campeões pelo que o time demonstrou. São seis vitórias consecutivas. Ganhamos todas as partidas e estamos na final com todas as chances de ganhar o título. Agora, é um dever, não é obrigação nem responsabilidade por estar em casa. Seria um prazer maior ainda”.
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