Cole Palmer Dembélé nas altura no Rockefeller Center, em Nova York: final midiática. Foto: Fifa
New Jersey — Em tempos de redes sociais, a Fifa marcou um gol de placa ao produzir a foto e o vídeo sensacional de Cole Palmer e Dembélé simulando os operários da imagem icônica na qual funcionários da construção do Rockefeller Center aparecem relaxados lanchando nas alturas sentados em uma barra de ferro do arranha-céu.
Há quem não goste, mas o futebol não é mais jogado apenas dentro das quatro linhas. Eventos assim pedem mais. A Fifa e outras entidades mergulharam de cabeça no universo das redes sociais para viralizar os artistas e o espetáculo. A busca por engajamento desafia entidades esportivas centenárias a se modernizar e a Fifa usou todo o poder de convencimento dos departamentos de comunicação e marketing para juntar os dois astros em um dos cartões postais da Big Apple. Os craque viralizaram e marcaram época.
A Copa do Mundo de 2026 tem tudo para manter — e aprimorar o padrão determinado pelo Catar em 2022. São mais do que jogos. É preciso vender espetáculos. Isso os EUA sabem entregar muito bem no futebol americano, no baseball, no basquete, no hóquei sobre o gelo e até mesmo na intrusa Major League Soccer, a popular MLS.
Assim como a final da Copa do Mundo de Clubes, a de seleções, em 2026, terá show no intervalo ao estilo Super Bowl, o maior evento esportivo dos Estados Unidos. O encerramento da competição teve uma megaprodução. O acesso dos times ao campofoi inspirado no anúncio do start line-up da NBA, a liga de basquete.
A Global Citizen lidera a produção do espetáculo em parceria com Chris Martin, do Coldplay. O palco improvisado no meio da torcida com a intenção de não danificar o gramado tem 18 toneladas de estrutura, cenários e suportes. São 1.200m de tubos de sustentação e painéis de LED com quase 16 milhões de pixels.
“O design inovador do palco que criamos para o MetLife Stadium preserva a integridade do gramado e promete entregar performances que nosso público global jamais esquecerá”, vislumbra Hugh Evans, CEO da Global Citizen. Ao construir nossa plataforma no alto das arquibancadas, garantimos que a grama natural recém-instalada permaneça intacta, enquanto proporcionamos um show inesquecível, pensado para ser eficiente no tempo e visualmente impressionante”, explica o executivo.
O show do intervalo pretende arrecadar US$ 100 milhões e aplicá-lo no acesso à educação global. A pirotecnia é um ensaio para a Copa do Mundo de seleções. Em 19 de julho de 2026, a arena nos EUA receberá a final do evento em parceria com o Canadá e o México.
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