Erick devolveu o Furacão à liderança do Brasileirão. Foto: José Tramontina/AThletico-PR
Resenha da 5ª rodada do Brasileirão
Athletico-PR e Bahia
A Série A é liderada pelos últimos dois técnicos brasileiros campeões na era dos pontos corridos: Cuca (2021) e Rogério Ceni (2020). Somente eles foram capazes de quebrar na sequência portuguesa iniciada por Jorge Jesus em 2019 e consolidada por Abel Ferreira em 2022 e em 2023.
Se fosse o Guardiola…
Em 2010, Guardiola abriu mão de Piqué na defesa na semifinal da Champions League contra a Inter de José Mourinho e quase virou gênio. O beque fez gol, mas não evitou a eliminação. Artur Jorge foi execrado na derrota do Botafogo para o Bahia por ter apostado em Barboza no ataque.
Na mão
Gabriel Milito tem 43 dias de trabalho no Atlético e surpreende por apresentar repertório tático e soluções com o jogo em andamento em tão pouco tempo. Foi assim na reação contra o Fluminense, em Cariacica. Sair do 0 x 2 para 2 x 2 contra o atual campeão da Libertadores é grande.
De cima abaixo
A quinta rodada terminou com três sociedades anônimas do futebol no G-4 do Brasileirão e outras duas SAF’s no Z-4, a zona do rebaixamento para a segunda divisão. Bahia, Botafogo e Atlético-MG ocupam o alto da classificação; Vasco e Cuiabá estão posicionados no rodapé do ranking.
De 20 para 3
A rodada começou com 20 artilheiros, todos com dois gols, e termina com três goleadores na casa das três bolas na rede: Everaldo (Bahia), Luciano ( São Paulo) e Vargas (Atlético-MG). Aos poucos, o pelotão de elite com os especialistas no assunto começa a se desgarrar dos coiotes.
Triplo
Estêvão tem só 17 anos, mas o atacante do Palmeiras já ostenta uma coleção invejável: recém-promovido ao elenco profissional, o atacante fez gol na Libertadores contra o Liverpool, na Copa do Brasil diante do Botafogo-SP e no Campeonato Brasileiro no fim de semana contra o Cuiabá.
Desajustada
Elogiada pela invencibilidade na campanha do título carioca, a defesa do Flamengo vai mal no Brasileirão. Cinco gols sofridos em cinco rodadas. A média é de um por jogo. O setor só não foi vazado no empate por 0 x 0 com o Palmeiras. Em 2023, eram 7 gols contra até a quinta rodada.
Posse de bola
Um dos diferenciais do São Paulo no Brasileirão é a posse de bola. O tricolor paulista tem média de 62,8% por jogo e lidera o ranking no quesito a frente do Atlético-MG e do Fluminense. A equipe também comanda estatísticas de passes certos nesta largada da Série A com 486 acertos.
Gigante desrespeitado
O Vasco, tetracampeão brasileiro em 1974, 1989, 1997 e 2000, está sem técnico há nove dias. Isso é de uma irresponsabilidade sem tamanho por parte da gestão da 777, dona da SAF do clube carioca. Até o Cuiabá anunciou novo treinador depois de iniciar a Série A com técnico interino.
Freio de arrumação
O Brasileirão já tem 5 jogos adiados até a quinta rodada. Três no fim de semana devido ao estado de calamidade pública no RS e dois por causa de choque de datas no calendário. A CBF deveria paralisar a Série A e usar o período da Copa América para programar jogos atrasados. É o mais sensato. O princípio de isonomia foi quebrado por uma catástrofe natural. Grêmio, Inter e Juventude merecem solidariedade dos coirmãos.
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