Galoppo chora no banco: drama do melhor jogador tricolor no ano. Foto: Reprodução/TNT Sports
O São Paulo tinha um diferencial na sequência dos títulos brasileiros de 2006, 2007 e 2008. O Núcleo de Reabilitação Esportiva Fisioterápica e Fisiológica (Reffis) era referência na recuperação de jogadores do próprio clube e do futebol europeu. Diego Ribas, Ricardo Oliveira e Adriano, por exemplo, se recuperaram lá no início do século. Alguns, inclusive, ficaram no tricolor paulista. Foram os casos de Ricardo Oliveira e do Imperador, por exemplo.
O sucesso do São Paulo no restante da temporada nunca dependeu tanto do Reffis depois da eliminação nos pênaltis contra o Água Santa nesta segunda-feira, no Allianz Parque, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. O departamento médico ganhou novos pacientes em uma sucessão de lesões no empate por 0 x 0 seguido da derrota por 6 x 5. A principal baixa é de quem era, até então, o melhor jogador do time do Morumbi na temporada.
Galoppo deixou o campo lesionado aos 15 minutos do primeiro tempo. Um golpe duríssimo no plano de jogo de Rogério Ceni. Deixava o gramado o autor de oito gols e duas assistências neste início de temporada. Aparentemente, a contusão é grave. Suspeita de lesão ligamentar. O argentino desceu para o vestiário carregado, sem colocar os pés no chão. Wellington Rato também se machucou e ampliou o drama tricolor no Allianz Parque, a casa do Palmeiras.
Há quem culpe o gramado sintético do estádio alviverde pela eliminação do São Paulo, mas vamos aos fatos. Foi Rogério Ceni quem defendeu a realização da partida na arena do arquirrival. “O que tem a melhor condição, mesmo não sendo grama natural, é do Palmeiras. É um estádio confortável, com boa capacidade de público. Não tem muitas opções em São Paulo. Se a direção escolher jogar no Allianz Parque, se o Palmeiras ceder, acho que deveria ser lá”, opinou. O Morumbi estava cedido ao show da banda Coldplay e não poderia receber a partida.
A incapacidade de traduzir o volume de jogo em um golzinho é mais relevante do que o debate sobre o gramado. O São Paulo teve 66% de posse de bola contra 34% do Água Santa. No entanto, trocou passes sem profundidade, repertório e inteligência para infiltrar no sistema defensivo.
O São Paulo avançou para a decisão por pênaltis sem os melhores cobradores. Alisson e Jhegson Méndez perderam, o goleiro Rafael salvou um match point do Água Santa, mas o time de Diadema foi mais competente, derrubou o gigante e duelará com o Red Bull Bragantino por uma vaga na final contra o atual campeão Palmeiras ou o Ituano, algoz do Corinthians.
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