O capitão Rogério Cen conversa com Paulo Autuori na festa do título contra o Benfica de Jorge Jesus
Enfrentar Jorge Jesus não é novidade para Rogério Ceni. Há seis anos, o ex-goleiro e treinador do Cruzeiro neste sábado contra o Flamengo, às 17h, no Mineirão, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, conquistou título dentro da casa do colega lusitano.
Rogério Ceni era jogador do São Paulo. O tricolor paulista havia sido convidado para disputar a Copa Eusébio, torneio disputado em homenagem ao maior ídolo do Benfica. Os Encarnados eram comandados à época por Jorge Jesus e apresentava o elenco para a torcida na pré-temporada de 2013/2014. O time do Morumbi excursionava pela Europa antes de embarcar rumo ao Japão para a Copa Suruga. Durante a turnê, participara também da Audi Cup.
O São Paulo era comandado por Paulo Autuori. Amargava crise. Não vencia havia 14 jogos. O retrospecto apontava vitória do Benfica, mas a trupe do Morumbi se superou. Um gol de Aloísio e outro do zagueiro Rafael Toloi garantiram o triunfo por 2 x 0 no lendário Estádio da Luz, em Lisboa. Homenageado, Eusébio entregou a taça ao capitão Rogério Ceni. Chegava ao fim um período de 66 dias de tropeços, lamentações e piadas dos arquirrivais do São Paulo.
Seis anos depois, o treinador do Cruzeiro sabe exatamente como funciona a filosofia de jogo de Jorge Jesus. O São Paulo venceu, mas sofreu naquele 3 de agosto de 2013. O Benfica teve mais posse de bola, agrediu, porém, não balançou a rede. Castigado, perdeu o amistoso.
O São Paulo jogou com: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Tolói, Edson Silva e Reinaldo; Wellington, Rodrigo Caio, Fabrício e Jadson; Osvaldo e Aloísio.
O Benfica de Jorge Jesus: Paulo Lopes; Maxi Pereira, Garay, Luisão e Bruno Cortez; Matic, Enzo Pérez, Gaitán, Markovic e Duricic; Lima.
Além daquele duelo como jogador, Rogério Ceni e seus auxiliares observaram o Flamengo enquanto trabalhavam no Fortaleza e agora na Raposa. No duelo do primeiro turno, o rubro-negro carioca tinha outra cara. Derrotou o Tricolor do Pici por 2 x 0 no estádio Nilton Santos no primeiro turno. A equipe carioca ainda era liderada por Abel Braga.
O primeiro duelo do treinador Rogério Ceni contra o técnico sensação da Série A tem apoio de Fred. Durante a semana, o centroavante do Cruzeiro encheu a bola do ex-goleiro. “É um dos melhores com quem eu trabalhei: Roger, fenômeno. O futuro próximo aí é Roger, Rogério, gosto muito do Enderson (Moreira), do Fábio Carille. Os caras estão com um trato com jogador muito bacana. O Odair (Hellmann) está se destacando lá, mas eu não conheço. Agora, Enderson, Roger, Rogério e Carille, todo mundo, sem exceção, elogia”, disse.
Fred chamou a atenção para o repertório de treinos de Rogério Ceni. “Ele saiu de jogador para treinador muito rápido. O Rogério tem três semanas e ainda não repetiu treino. Se a gente for pegar os treinadores muito bons que já peguei, os caras vão ter sete ou oito treinos. Mas fazer cada coisa um dia é bom para caramba. Muito moderno, muito moderno”, elogiou.
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