O retrato da noite de agonia em Itaquera pela Libertadores. Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians
O Corinthians sofreu para avançar à terceira fase eliminatória da Libertadores porque o técnico Ramón Díaz perdeu o controle tático do time na vitória por 3 x 2 contra a Universidad Central da Venezuela na noite desta quarta-feira, na Neo Química Arena, em São Paulo.
O time paulista é praticamente engessado no sistema 4-3-1-2 sob a batuta do comandante argentino. No entanto, o comportamento diante da UCV foi de equipe holandesa. É possível notar em vários momentos to jogo o Corinthians configurado no formato 3-4-3. A desobediência tática e até mesmo certo desleixo um defensivo defensivo causaram problemas graves atrás.
Os laterais Matheuzinho e o xará dele, Bidu, se lançaram ao mesmo tempo ao ataque como se fossem dois pontas. holandeses à moda antiga. Ambos praticamente alinhavam com Carrillo e Breno Bodon no meio de campo.
Consequentemente, ambos deixavam buracos maiores do que os de costume na defesa. Os zagueiros André Ramalho e João Pedro “Tchoca” ganhavam a companhia do incansável volante José Martínez formando a linha de três beques.
Na frente, o meia Garro e os atacantes Memphis Depay é Yuri Alberto se aproximavam e o Timão agredia praticamente com sete jogadores em um divórcio entre ataque e defesa. Uma clara crise de ansiedade na tentativa de resolver um jogo fácil rapidamente. Deu pinta de que seria assim no gol de Yuri Alberto aos três minutos da etapa inicial. Em vez de fazer o segundo, o terceiro e o quarto, como planejado, o Corinthians sofreu o empate e tomou um choque de realidade.
O gol da UCV é mais uma sucessão de erros. Tchoca rebate mal s bola na frente da área e arma o contra-ataque do adversário. A bola chega nas costas de Bidu e Zapata cruza rápido para Cuesta igualar o placar em Itaquera.
Matheus Bidu recolocou o Corinthians na frente, mas as falhas coletivas e individuais em uma cobrança de escanteio culminaram com mais um gol da UCV nos acréscimos marcado de cabeça pelo zagueiro Adrián Martínez. O modesto, mas esforçado, valente, estudioso e obediente time venezuelano explorou a costumeira fragilidade alvinegra em lances de da bola aérea.
Desnecessariamente nervoso do início ao fim da partida, o Corinthians flertou coma eliminação e só não passou pelo drama dos pênaltis porque conta com um atacante em fase iluminadísdima. O gol salvador de Yuri Alberto é belíssimo e, ao mesmo tempo, libertador para quem passou de fase no sufoco para enfrentar o competitivo Barcelona de Guayaquil na última fronteira para o acesso à fase de grupos do torneio continental.
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