Vai que o salário não entra… Em meio à crise financeira, em que o GDF cogita vender o que estiver à mão para aumentar arrecadação, Rômulo Neves, chefe de gabinete do governador Rodrigo Rollemberg, também está praticando o desapego.
Vice-presidente do PSB, Rômulo organizou um bazar no último fim de semana, e botou à venda sapatos, roupas, DVDs, pé de pato, prancha de natação e até moedas de colecionador. Quem diria… Um socialista que coleciona cédulas raras.
Boa mesmo é a coleção de filmes do chefe de gabinete que está disponível: Intriga de Estado, Tudo pelo Poder, Caixa 2, Conduta de Risco, Medo da Verdade e Rabugentos e Perigosos.
Diplomata de carreira, Rômulo explica por que decidiu se desfazer dos pertences: “Ano passado, estava morando na África e vim para ajudar na campanha, mas minha esposa ficou lá. Quando ganhamos a eleição, ela empacotou tudo e veio de mudança. Como tínhamos juntado muita coisa, decidimos vender algumas”, conta.




22 thoughts on “O bazar do chefe de gabinete de Rollemberg”
a que ponto chegou a quebradeira do povo!!! até diplomata promovendo o chamado “mercado das pulgas!”
Matheus, não me importa quem seja Rollemberg ou Rômulo, MAS transformar um fato pessoal em factóide político, um grande ad-hominem, é apenas uma forma de praticar o jornalismo fácil e barato, gerador de receita nas redes sociais, mas inútil e vazio. Dá pra ser melhor, por favor.
Pelo amor de deus gente, coisa mais comum nos EUA e Europa são estes garage Salles. Muito comum. E o que tem haver ser socialista com colecionar moedas? Gente…que apelo…
Qual é o problema em fazer um bazar? Isso é muito comum em qualquer lugar, inclusive penso que vcs deveriam divulgar a feirinha do Loca Como Tu Madre que é uma ótima iniciativa. Parabéns ao Rômulo que dá um ótimo exemplo de como renovar sua casa e não desperdiçar coisas que ainda são funcionais, o que apenas demonstra que é uma pessoa prática, desapegada e moderna.
Matheus, você começou a fazer jornalismo ontem e está estagiando no Correio? Só pode! Para querer transformar um bazar (ou garage sale) pessoal, em uma matéria política, alegando falta de salários do GDF, etc… É um exercício mental daqueles! Daqui a pouco vai querer culpar a secura do DF na desvalorização do Yuan chinês! A que ponto chegou a falta de competência jornalística!
QUE FALTA DE PAUTA REALMENTE INTERESSANTE…
Um socialista de Galinheiro que na essência é um capitalista selvagem que tudo quer devorar. O PSB = PSDB.
Que falta de pauta mesmo! Porém, deu para dar boas gargalhadas.
Isso é uma notícia? Perto da qualidade do jornalismo brasileiro (com raras exceções), a classe política está muito bem.
Mas que matéria de lixo hein? Super apoiado Rômulo Neves! Que sirva como referência para o povo que pega as coisas que já não tem utilidade, e joga em qualquer lugar!
Eu não julgo incompetente o jornalista que fez tal matéria, o texto foi bem redigido e com a informação necessária para o entendimento. Mas que foi nitidamente uma matéria tendenciosa, foi sim. Desculpe, mas não aprovo.
Mau começo.
O CB Poder está começando com o pé esquerdo. A matéria em tela foi mal planejada, mal escrita etc. Parece fofoca.
Tomara que apareça comprador, com esta crise ele anda sumido.
Mas que tentativa tosca de associar uma simples “garage sale”, coisa mais comum aqui em Brasília, a crise no GDF ou a supostos “desvios” para um socialista. Então quer dizer que o cara na vida pessoal dele deve virar um acumulador patológico só porque é pessoa pública? Mas o golpe baixo mesmo foi tentar falar algo da pessoa pelos títulos dos filmes que estão a venda. Só nesse jornaleco comentário tosco de Facebook ganha status de matéria.
Que tentativa tosca de associar uma simples “Garage Sale”, coisa mais comum aqui em Brasília, a um crise no GDF ou suposto “desvio” para um socialista possuir coleção de selos (o que diabos uma coisa tem a ver com a outra?). Quer dizer que agora se o cara é pessoa pública deve se tornar um acumulador patológico? E a tentativa de fazer crítica à pessoa pelos títulos dos filmes? Vergonha alheia define.
Péssima tentativa de associar uma simples “Garage Sale”, coisa mais comum aqui em Brasília, a um crise no GDF ou de criticar um suposto “desvio” para um socialista por possuir uma coleção de selos (o que uma coisa tem a ver com a outra?), isso tudo para não citar a tentativa de crítica velada nos títulos dos filmes. Vergonha alheia.
OS TITULOS DOS FILMES BASTANTE SUGESTIVOS, PRINCIPALMENTE TUDO PELO PODER.
REALMENTE NOTICIA HORRIVEL
“Quem diria… Um socialista que coleciona cédulas raras.” E pelo jeito os “jornalistas” precisam ler um pouco mais sobre Rosa Luxemburgo (O Socialismo e as Igrejas).
Que matéria mais nada a ver!!! É muita falta do que fazer…
Que matéria ridícula! Esse quarteto está perdido.
Que matéria podre..