Crédito: Daniel Ferreira/CB/D.A Press.
O debate no julgamento do clã Roriz indica que o caso do empréstimo do BRB para a construção do edifício Monet ainda desperta muitas suspeitas e situações mal explicadas. O desembargador Sebastião Coelho, ao acatar, na 5ª Turma Cível, o recurso dos réus contra condenação pela suposta negociata, ressaltou: “As duas empresas WRJ e Cossi, dos irmãos Cortopassi, evidentemente fizeram operação de lavagem de dinheiro. Para favorecer quem e como, aí cabe uma investigação”. As empresas receberam empréstimo de R$ 6,6 milhões do BRB para construir o empreendimento em Águas Claras e entregaram 12 apartamentos para a família Roriz. Dois imóveis, inclusive, foram usados num negócio: a compra pela Agropecuária Palma, da família Roriz, de uma propriedade rural, a fazenda Jacobina, de 193 hectares.
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