Crédito: Daniel Ferreira/CB/D.A Press.
O debate no julgamento do clã Roriz indica que o caso do empréstimo do BRB para a construção do edifício Monet ainda desperta muitas suspeitas e situações mal explicadas. O desembargador Sebastião Coelho, ao acatar, na 5ª Turma Cível, o recurso dos réus contra condenação pela suposta negociata, ressaltou: “As duas empresas WRJ e Cossi, dos irmãos Cortopassi, evidentemente fizeram operação de lavagem de dinheiro. Para favorecer quem e como, aí cabe uma investigação”. As empresas receberam empréstimo de R$ 6,6 milhões do BRB para construir o empreendimento em Águas Claras e entregaram 12 apartamentos para a família Roriz. Dois imóveis, inclusive, foram usados num negócio: a compra pela Agropecuária Palma, da família Roriz, de uma propriedade rural, a fazenda Jacobina, de 193 hectares.
Eduarda Esposito O partido Agir está prestes a deixar a base da governadora Celina Leão…
Em sessão solene na Câmara dos Deputados, realizada em comemoração aos 66 anos de Brasília,…
Além de Paulo Henrique Costa, um outro ex-dirigente do BRB aparece em conversas consideradas comprometedoras…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL As mensagens que embasaram a decisão do ministro André Mendonça, do…
ANA MARIA CAMPOS Depois de se reunir com os deputados distritais, a governadora Celina Leão…
ANA MARIA CAMPOS O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o…