Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press
Uma interpretação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adotado nesta semana salva o deputado Raimundo Ribeiro (PPS) da perda dos direitos políticos. Condenado em segunda instância por improbidade administrativa, o distrital estaria inelegível pelos próximos oito anos, não fosse a decisão da última terça-feira. Por maioria de votos, incentivados pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes, os ministros rejeitaram o endurecimento da aplicação da Lei da Ficha Limpa para condenações por atos de improbidade administrativa.
A Corte manteve o entendimento de que é preciso comprovar dano ao erário e enriquecimento ilícito para tornar um político impedido de concorrer a cargos públicos. No caso de Ribeiro, condenado por autorizar, na condição de secretário de Justiça e Cidadania, a realização de um evento sem dotação orçamentária correspondente, não há caracterização de benefício pessoal. Nada impede, no entanto, que o Ministério Público Eleitoral iou adversários políticos mpugnem uma eventual candidatura de Ribeiro, em 2018. O resultado desse questionamento ficará a cargo da composição do TSE na ocasião.
ANA MARIA CAMPOS O julgamento sobre a constitucionalidade das novas regras de elegibilidade que alteraram…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL Integrantes da campanha à reeleição de Celina Leão (PP) avaliam que…
ANA MARIA CAMPOS O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) descobriu um esquema…
ANA MARIA CAMPOS O Colégio de Procuradores e Promotores de Justiça do Ministério Público do…
ANA MARIA CAMPOS O ministro Luiz Fux acompanhou o voto da ministra Cármen Lúcia no…
Uma liminar do desembargador eleitoral André Puppin Macedo, do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF),…