Sérgio (à esquerda) ao lado do pai, Izalci. Crédito: Gabinete Izalci Lucas/Divulgação
À Queima Roupa com Sérgio Izalci, novo presidente do PSDB-DF
Por Ana Maria Campos
“O Eduardo (Leite) tem nosso apoio, nasceu da juventude tucana e hoje é o primeiro governador reeleito do Rio Grande do Sul. É um ótimo gestor”
Por que houve essa mudança no comando do PSDB-DF?
O PSDB, em nível nacional, apresentou recentemente as novas diretrizes do partido. Tenho acompanhado de perto esse processo que vem sendo liderado pelo presidente Eduardo Leite e, por acreditar no projeto, me coloquei à disposição do diretório regional para liderar esse processo no DF.
Com você na presidência, o senador Izalci Lucas fica mais liberado de questões partidárias para se dedicar apenas ao mandato?
O senador Izalci permanecerá ativo nas tomadas de decisão do partido no DF. Vamos realizar um trabalho em conjunto com os presidentes de zonais eleitos. A expectativa é que o senador Izalci e o partido estejam mais próximos da população e de sua realidade.
Você concorreu na última eleição a deputado distrital, mas não se elegeu. Qual será seu projeto nas próximas eleições?
Tenho uma oportunidade única hoje no partido e o privilégio de acompanhar meu pai nos seus mandatos. Sei da capacidade da política em transformar a realidade na vida das pessoas. Busco fazer isso mesmo sem mandato. Se Deus me permitir um dia, também poderei representar minha cidade com mandato.
E de seu pai?
Hoje o foco dele está no mandato. Ainda é cedo para pensar em eleição. Brasília tem muitas prioridades e o Congresso tem diversas pautas estruturantes para serem votadas. Em minha gestão como presidente, quero iniciar diálogos, ainda esse ano, com os demais partidos.
O PSDB já foi um partido que polarizava com o PT nacionalmente, mas hoje perdeu importantes quadros, inclusive Geraldo Alckmin. Como você vê o futuro do partido?
O partido, mesmo reduzido, permanece com grandes líderes no Senado, Câmara e governos de estados importantes. Somos oposição ao PT e permaneceremos nessa posição. Apresentamos um novo DNA do PSDB para o Brasil, precisamos nos conectar com a população para voltar a ser um dos maiores partidos do país.
O partido fará convenção nacional para escolher a sua nova direção na segunda quinzena de novembro. Quem deve ser eleito presidente? Você apóia a permanência de Eduardo Leite no comando?
É um momento importante para o partido. Precisamos e estamos unidos para apresentar o Brasil que sonhamos e queremos, com mais igualdade de oportunidades. O Eduardo tem nosso apoio, nasceu da juventude tucana e hoje é o primeiro governador reeleito do Rio Grande do Sul. É um ótimo gestor.
Acha que o PSDB-DF deve se aliar ao governador Ibaneis Rocha?
Não temos hoje um diálogo de aliança com o governador. Reconhecemos o mérito na reeleição, mas ainda acreditamos que Brasília precisa evoluir em alguns pontos críticos, como atendimento à saúde pública, área social, transporte público e outros que a população sempre aponta como desejo de melhoria. O PSDB-DF quer ajudar a melhorar a vida da população do DF e buscaremos por isso estando, ou não, na base de governo.
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