Rodrigo Delmasso costura parceria com o BRB para a gestão do Fundo de Assistência à Saúde

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A Câmara Legislativa começou a costurar, ontem, uma parceria com o Banco de Brasília (BRB) para a gestão do Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e dos Servidores da CLDF (Fascal), que tem hoje deficit acumulado de R$ 14 milhões. A ideia é que o BRB assuma o plano de saúde da Casa. “A ideia é economizar, é uma política de austeridade. O BRB tem toda estrutura e condições para nos ajudar com isso sem que o servidor perca benefícios”, diz o vice-presidente da Casa, Rodrigo Delmasso (Republicanos).

Como vai funcionar a parceria com o BRB?
Tivemos a primeira reunião nesta sexta, uma conversa incipiente, e vamos começar um estudo para verificar a possibilidade de o BRB assumir o nosso plano de saúde. A ideia é economizar. É uma política de austeridade. O BRB tem toda estrutura e condições para nos ajudar com isso sem que o servidor perca benefícios. Com essa parceria, usaríamos a rede credenciada do BRB Saúde.

Existe um prazo para que a parceria se concretize?
O grupo de trabalho vai ser instituído na quarta-feira e definir um prazo para esse estudo ser concluído. A minha ideia é de que, antes de junho, tenhamos tudo desenhado e os servidores não percam o plano de saúde. O que precisamos é reduzir os custos.

O convênio com o BRB é uma saída definitiva para o problema do Fascal?
Não vou dizer que seria definitivo porque ainda precisamos concluir o estudo e passar para avaliação dos outros deputados. Mas acho que esse é o caminho. Na minha visão, é uma proposta que é quase definitiva. O principal ponto é a redução de gastos. A Câmara não vai mais aportar recursos superiores como fez no passado.

O que levou a esse deficit acumulado de R$ 14 milhões?
Acredito que a falta de governança. Tanto que implementamos o sistema de governança em 2019 e, na primeira vez da história do Fascal, tivemos um superávit, mas queremos economizar mais ainda sem que os servidores percam o benefício. Vamos tirar os excessos, mas os servidores não perderão benefícios e poderão ficar com plano até melhor porque o BRB, além de ter uma rede credenciada no DF, tem uma rede nacional muito boa. Além disso, o Fascal não está indo para a iniciativa privada, vai do legislativo para um banco do governo.

A ideia de estender a ex-servidores e deputados será deixada de lado?
Vai ser deixada de lado porque essa solução com o BRB vai trazer economia e não será necessário ter essa outra discussão. Isso está descartado.

O senhor disse que houve um mal entendido nessa proposta de ampliação. Qual foi?
O mal entendido é porque foi colocado como privilégio e não era. Para o ex-servidor ou ex-deputado ter direito, precisaria pagar. A ideia era só ampliar o escopo de arrecadação. Mas, houve essa interpretação da sociedade e como somos a Casa do povo, buscamos esse outro caminho na parceria com o BRB.

Vinícius Nader

Boas histórias são a paixão de qualquer jornalista. As bem desenvolvidas conquistam, seja em novelas, seja na vida real. Os programas de auditório também são um fraco. Tem uma queda por Malhação, adorou Por amor e sabe quem matou Odete Roitman.

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