O pedido de desculpas do governador Rodrigo Rollemberg e do secretário de Cultura, Guilherme Reis, ao dançarino e performer paranaense Maikon Kempinski, causou mal-estar entre integrantes da Polícia Militar do DF. A corporação divulgou ontem uma nota para esclarecer por que interrompeu a apresentação do artista por “ato obsceno”. Em nota de esclarecimento, a PM afirma que a atuação dos policiais militares ocorreu “dentro do estrito cumprimento do dever legal”.
E justifica: “Tendo em vista que a produção do evento não adotou os cuidados necessários para que a classificação indicativa de 16 anos fosse respeitada, os frequentadores da Praça da República solicitaram a presença da Polícia Militar. A falha portanto, não foi provocada pelo artista, muito menos pelos policiais, mas sim pelos responsáveis por organizar a apresentação”. A PM justifica que, na hora da abordagem em que o dançarino estava nu, não tinha conhecimento de que se tratava de uma performance artística.
Coluna Eixo Capital publicada em 18 de janeiro de 2024, por Ana Maria Campos A…
ANA MARIA CAMPOS Morreu nesta manhã (17), o desembargador aposentado Edson Alfredo Martins Smaniotto, do…
ANA MARIA CAMPOS O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, anunciou que não haverá…
POR ANA MARIA CAMPOS — Confira entrevista com Ibrahim Yusef, presidente do Sindicato dos servidores públicos…
POR ANA MARIA CAMPOS — A movimentação do governador Ibaneis Rocha (MDB) nos últimos tempos, ao…
ANA MARIA CAMPOS Morreu, na manhã deste domingo (12), aos 86 anos, o ex-presidente da…