Crédito: Victor Takayama/Flagcxiv. DNA de Dan, Maikon K.
O pedido de desculpas do governador Rodrigo Rollemberg e do secretário de Cultura, Guilherme Reis, ao dançarino e performer paranaense Maikon Kempinski, causou mal-estar entre integrantes da Polícia Militar do DF. A corporação divulgou ontem uma nota para esclarecer por que interrompeu a apresentação do artista por “ato obsceno”. Em nota de esclarecimento, a PM afirma que a atuação dos policiais militares ocorreu “dentro do estrito cumprimento do dever legal”.
E justifica: “Tendo em vista que a produção do evento não adotou os cuidados necessários para que a classificação indicativa de 16 anos fosse respeitada, os frequentadores da Praça da República solicitaram a presença da Polícia Militar. A falha portanto, não foi provocada pelo artista, muito menos pelos policiais, mas sim pelos responsáveis por organizar a apresentação”. A PM justifica que, na hora da abordagem em que o dançarino estava nu, não tinha conhecimento de que se tratava de uma performance artística.
Ana Maria Campos A Promotoria de Justiça Criminal de Taguatinga encaminhou o caso do ex-piloto…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL O advogado Rodrigo Badaró, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ),…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL A senadora Leila do Vôlei foi reeleita presidente do PDT-DF neste…
Um dos crimes mais impressionantes da história do Distrito Federal, a chacina de 10 pessoas…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL A discussão entre especialistas em direito penal do momento é sobre…
ANA MARIA CAMPOS O Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos…