RENATO ALVES E LUIZ CALCAGNO
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e a Polícia Civil deflagraram, na manhã desta quinta-feira (6/10), a segunda fase da operação Mister Hyde. Agentes da segurança pública cumpriram sete mandados de condução coercitiva, e cinco de busca e apreensão. A ação combate um esquema de venda abusiva de próteses para pacientes. Médicos, empresários e diretores de hospitais particulares da capital chegaram a agravar o estado de saúde de vítimas, colocando-os em risco de morte, para obrigá-las a usar produtos de má qualidade vendidos a preços superfaturados.
A segunda fase investiga, dentre outros fatos, propinas pagas aos médicos em cirurgias com a utilização de órteses, próteses e materiais especiais (Opmes) comprados de empresas específicas, visando ganhos ilegais, além da lavagem de dinheiro feita pela organização Criminosa, e operações gerenciadas por hospitais. Entre os alvos está o Hospital Daher no Lago Sul.
A investigação é comandada pela Promotoria de Justiça Criminal de Defesa dos Usuários de Serviços de Saúde (ProVida) e pela 4ª Promotoria de Defesa da Saúde (4ª Prosus), em parceria com a Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco). Promotores, delegados e agentes apuraram que o esquema tem como objetivo aumentar ganhos na realização de diversos tipos de procedimentos médicos ilícitos.
A Justiça autorizou a ação com base em provas que indicam a existência de uma organização criminosa para fraudar procedimentos médicos, com a indicação de cirurgias e equipamentos desnecessários, a colocação de órteses e próteses de qualidade inferior ou com data de validade vencida e preços superfaturados, mediante o recebimento de propinas por parte de cirurgiões, além de lavagem de dinheiro.
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