O ex-secretário-adjunto de Habitação do Distrito Federal Rafael Oliveira, investigado pela Polícia Federal por supostas fraudes no programa habitacional do DF, divulgou nota nesta sexta-feira (2) para comentar a Operação Clã. Durante uma operação de busca realizada na quinta-feira, a PF apreendeu na casa de Rafael um computador desktop, dois notebooks e dois celulares. Ele foi conduzido coercitivamente à Superintendência da Polícia Federal para prestar depoimento. “Em 2014, eu já havia prestado depoimento na mesma investigação. O mesmo tema foi motivo de investigação em 2011 pela Secretaria de Transparência e Controle do Governo do Distrito Federal e pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal. Ambas as investigações foram arquivadas e demonstraram que não houve de minha parte a prática de quaisquer atos ilícitos, ilegais ou imorais”, afirma Rafael.
Rafael diz que o projeto da Etapa 4 do Riacho Fundo é debatido há mais de duas décadas com os movimentos sociais. “É importante frisar que o processo de seleção dos beneficiários é realizado pelas entidades, não cabendo ao GDF nenhum tipo de indicação”, explicou o ex-adjunto. “É de conhecimento público que sou militante social na área de reforma urbana. Dada a minha qualificação profissional, prestei auxílio técnico voluntário aos movimentos sociais de 2008 a 2010, no processo de obtenção dos licenciamentos necessários para a implantação de projetos, me desligando desta função no segundo semestre de 2010”, argumenta Rafael. “A partir de 2011, passei a compor a equipe da secretaria. Interagi com o movimento social, atores governamentais e privados de maneira impessoal, limitando-me estritamente às legislações, ampliando a transparência de todo o projeto”, afirma o ex-secretário, investigado pela Polícia Federal. “Esclareço que as atividades de militância social de meus familiares são anteriores ao auxílio que prestei junto ao movimento social e a minha participação no GDF”.
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