O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas é o convidado da semana do programa CB.Poder. A entrevista será reprisada na madrugada de terça para quarta-feira, a partir de 0h30, na TV Brasília. Durante o bate-papo, Dantas falou sobre pedaladas fiscais, e avaliou as chances de aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. O ministro comentou ainda a recente polêmica em torno da contratação de organizações sociais para a gestão da saúde. Para ele, a adoção desse modelo, questionado pelo Ministério Público do DF e pelo Ministério Público de Contas, é legal.
“O MP pode pensar o que quiser, quem decide é o Supremo e o STF já declarou a constitucionalidade, numa Adin que foi julgada pelo plenário”, comentou Dantas. “Vejo com bons olhos a tentativa de melhorar a eficiência dos serviços. E me preocupa muito uma aliança entre órgãos respeitados, entidades que existem para determinadas finalidades públicas nobres, quando se permitem adotar um discurso com um quê de corporativismo. Me preocupa ver sindicatos batendo panela contra uma regra que pode significar eficiência”, afirmou o ministro. “Não sei por quais razões, mas o DF talvez seja um dos únicos casos do Brasil que continua realizando diretamente a prestação da saúde e está provado: isso não está funcionando”, completou.
Confira a íntegra da entrevista:
http://www.dailymotion.com/playlist/x46pq1_tvbrasilia_cb-poder/1#video=x4mwuzb


2 thoughts on ““Me preocupa ver sindicatos batendo panela contra uma regra que pode significar eficiência”, diz o ministro do TCU Bruno Dantas, sobre a polêmica das OS’s na saúde”
Me preocupa é o salário desse tipo de gente, desnecessária, que custa muito ao bolso do contribuinte e não produz nada de importante a não ser papelada e burocracia que não serve para nada, vide corrupção na Petrobrás. Deveria extinguir um monte de órgãos desnecessários, TC’S, Justiça Eleitoral, Unificar a Justiça trabalhista à Justiça Comum, Justiça Militar, Polícia Militar, Bombeiros Militar, tudo essa parafernália só serve para burocratizar as coisas e não resolve nada em prol da sociedade, uns pela hierarquia atrasada e outros por desnecessidade mesmo, pense “ministro”.
Eficiência? raros casos…