Magela rebate acusações e diz que denúncias são “absurdas”

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O ex-deputado federal e ex-secretário de Habitação Geraldo Magela negou envolvimento nas denúncias apuradas na Operação Clã, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira. Magela explica que o projeto de construção de moradias populares no Riacho Fundo II começou em 2006, ainda durante a gestão de Joaquim Roriz. “Foi assinado um convênio entre a Secretaria de Patrimônio da União  e o movimento social de cooperativas habitacionais, representando mais de 200 entidades. O GDF deveria participar com algumas responsabilidades”, explica Magela.


Ele alega que a gestão do projeto é de responsabilidade das cooperativas e que cabia ao GDF apenas a verificação do cumprimento dos requisitos legais para habilitação das pessoas a serem contempladas com a casa própria. “Uma das medidas adotadas para garantir a lisura, legalidade e transparência do projeto foi a obrigatoriedade das cooperativas de criarem um site para publicar a relação dos associados e dar transparência ao processo das obras”, argumenta Geraldo Magela. “Os aditivos assinados à época foram discutidos entre as associações e a SPU. E todos esses aditivos foram acompanhados pelos setores jurídicos competentes”, acrescenta o ex-secretário de Habitação. “Todas as ações empreendidas foram no sentido de moralizar o projeto. São absurdas quaisquer conclusões em sentido diferente”.

Helena Mader

Repórter do Correio desde 2004. Estudou jornalismo na UnB e na Université Stendhal Grenoble III, na França, e tem especialização em Novas Mídias pelo Uniceub.

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