Rodrigo Mudrovitsch
*Por Ana Maria Campos
O jurista brasileiro Rodrigo Mudrovitsch assume a presidência da Corte Intreramericana de Direitos Humanos — órgão jurisdicional da Organização dos Estados Americanos (OEA) — no próximo dia 26, ao lado da juiza chilena Patrícia Pérez Goldberg, como vice. O mandato é para o biênio 2026-2027. É a terceira vez que um brasileiro assume tal cargo. Antes de Mudrovitsch, exerceram a presidência Antônio Augusto Cançado Trindade e Roberto de Figueiredo Caldas.
A aposta de adversários é de um racha entre o governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice-governadora Celina Leão (PP). Assim tem crescido rumores sobre uma discórdia que leve à divisão do grupo que está no poder. Para pacificar esses boatos, Ibaneis se manifestou publicamente nas redes sociais na última sexta-feira. “Seguiremos juntos”, garantiu. E esse é o caminho mais provável.
Ibaneis precisa de Celina e Celina precisa de Ibaneis. O governador é, certamente, o líder do grupo político que está no poder. Um desembarque da candidatura de Celina causaria enorme impacto entre os partidos da base. Ibaneis e Celina têm um aliado em comum: o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI). Ele teria de optar por um lado. Mas Celina é quem tem uma interlocução e identidade maior com o bolsonarismo. E ela estará no controle da máquina, se Ibaneis decidir seguir com a candidatura ao Senado. Na disputa ao Senado, Ibaneis pode garantir auxílio na campanha, mas sem a certeza de que os aliados vão se pulverizar entre as candidaturas ao Executivo. Celina representa a expectativa de poder.
Se Ibaneis decidir permanecer no governo até o último dia do mandato sem concorrer a nenhum cargo, Celina perderá um espaço importante nas eleições. Ganham os adversários. Mas ela ainda poderá costurar o apoio do grupo bolsonarista para concorrer ao Palácio do Buriti. Se ganhar, assume o governo mais forte, sem precisar prestar contas a Ibaneis. E, nessa hipótese, ele estará sem mandato no Executivo ou no Legislativo.
O ministro Alexandre de Moraes autorizou a entrada de líderes religiosos para acompanhamento espiritual do ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão. O Bispo Robson Rodovalho (foto), fundador da Igreja Sara Nossa Terra, e o deputado distrital Thiago Manzoni (PL), pastor auxiliar da Ide, que fica no Jardim Botânico.
O deputado Thiago Manzoni já vinha participando do grupo de orações organizado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, quando o ex-presidente estava em prisão domiciliar. Agora, seguirá o trabalho de apoio espiritual na Papudinha.
“Neste momento, a visita tem caráter de continuidade desse acompanhamento espiritual, com o propósito de levar a palavra e o consolo de Deus. A Bíblia contém ensinamentos capazes de consolar, confortar, animar e fortalecer o coração humano em todas as circunstâncias da vida”, explica Manzoni. “Tenho convicção de que, mesmo diante das dificuldades impostas pelo momento, o presidente seguirá fortalecido por sua fé, com espírito firme e confiança para suportar as adversidades”, acrescenta.
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