Presidente da comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) é o entrevistado do programa CB.Poder desta semana. Durante a conversa, transmitida pela TV Brasília, Rosso falou sobre o andamento do processo e contou que tem sido alvo de muita pressão de eleitores e de usuários de redes sociais. O parlamentar refutou as críticas de defensores do governo de que o impeachment seria um golpe contra a presidente Dilma. “Golpe é não respeitar a Constituição. Tenho extrema preocupação com esse argumento. Falar em golpe desmerece o trabalho do STF”, argumentou Rosso.
O deputado é líder do PSD na Câmara, mas está licenciado até a conclusão do trabalho à frente da comissão. Ele contou que dentro da legenda é grande a pressão pelo afastamento da presidente Dilma. “Boa parte do PSD hoje é a favor do impeachment”, revelou Rosso. Ontem, o partido liberou os 32 deputados para votarem como quiserem durante a análise do impeachment.


5 thoughts on ““Golpe é não respeitar a Constituição”, diz o deputado Rogério Rosso, presidente da comissão do impeachment”
SE PEDALADA FOSSE COISA SÉRIA ,O GOVERNO DO DF,TAMBÉM TEM QUE SAIR,PORQUE LOGO NO INICIO FEZ UMA GRANDE PEDALADA,E O BRASIL FICARIAM SEM 18 GOVERNADORES
Estamos no Brasil, nada nesse país é serio. São todos cínicos, oportunistas, um bando de safados que querem salvar a própria pele, inclusive esse deputado com essa entrevista mequetrefe.
Que assim seja, crime de responsabilidade em todos os governadores do Brasil..
Ótimo! Se os ditos 18 não respeitaram as leis e as Constituições Estaduais e a Federal então têm de pagar por isso. LRF é clara. Agora não pode é usar argumento de que não se pode punir X porque Y não foi punido. Todos tem de ser punidos. Ação Popular está aí livre a todo cidadão para fazer bom uso.
Como eleitor do Distrito Federal fico aliviado em ouvir uma postura em defesa das leis e da Constituição, longe do reducionismo partidário. Se seguidas as regras definidas nas leis e na CF o resultado, seja qual for, deve ser respeitado, assim como devem ser as instituições do pais, que também devem sempre evoluir sob os princípios da democracia e do respeito aos direitos individuais e coletivos.