Festa onde uma estudante diz ter sido estuprada não tinha licenciamento para acontecer

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A festa de reveillón The Box, onde uma estudante diz ter sido estuprada por um segurança do evento, não tinha um documento imprescindível para acontecer: o licenciamento eventual. A coordenadora executiva da Administração do Plano Piloto, Riane Vasconscelos, afirma que não foi solicitada ao órgão a autorização para realização da festa.

O produtor da The Box, Pedro Martins, garante que estava no contrato de locação que o proprietário do local é o responsável por emitir o documento. A Acadêmicos da Asa Norte, por sua vez, diz o contrário: “O aluguel do nosso espaço segue um padrão: o produtor da festa é quem deve solicitar ao governo o licenciamento eventual e pagar a taxa do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição”, garante Miro Barrios.

Matheus Teixeira

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