A deputada distrital Sandra Faraj (SD), da bancada evangélica, enviou ofício a um colégio de ensino médio de Ceilândia para questionar um trabalho escolar que tratava sobre homofobia. A interferência da parlamentar na escolha do conteúdo pedagógico revoltou professores e entidades de defesa da educação, que divulgaram notas de repúdio nesta terça-feira.
No fim de junho, um professor do segundo ano do ensino médio do Centro Educacional 6 de Ceilândia passou um trabalho em grupo aos estudantes, em que eles deveriam debater um entre os seguintes temas: homofobia, integração entre gêneros, pansexualidade, relações poliamorosas e transsexualidade. Sandra Faraj recebeu reclamações em seu gabinete com relação ao assunto e enviou ofício à direção da escola pedindo “esclarecimentos” e “providências legais cabíveis”.
O Sindicato dos Professores considerou o envio do ofício uma forma de intimidar e constranger os professores. “Temos uma lei de gestão democrática que organiza as escolas e estabelece a autonomia do trabalho pedagógico dos professores e da instituição de ensino. O professor tem que ajudar os alunos a entender a sociedade, ele não pode ser cerceado ao tocar em temas importantes da atualidade”, reclama Dimas Rocha, diretor da entidade.
O Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira uma nota de repúdio ao posicionamento da parlamentar. “O Conselho repudia a tentativa de interferir na autonomia dos professores da escola citada. É conhecida a saga da deputada que enviou o ofício, para que os temas de gênero e orientação sexual não sejam discutidos, o que não encontra base legal. O Conselho é afirmativo na necessidade de discussão dos temas de diversidade nas escolas para o estimulo de uma cultura da paz e tolerância”, diz a nota da entidade.
A deputada Sandra Faraj afirmou sofrer uma perseguição por parte do Sindicato dos Professores. “Existe esse embate com o sindicato, que é ligado a movimentos sociais e a partidos políticos. Sempre que agimos para defender os valores da família, eles se posicionam contra”, diz Sandra. “É preciso entender o pensamento da sociedade. Será que ela está à vontade com essas práticas que são contra a lei?”, questionou. “As escolas não têm autorização para abordar temas dessa maneira. Como um jovem vai pesquisar sobre transsexualidade, pansexualismo? Será que ele tem maturidade para tratar sobre isso?”.



91 thoughts on “Deputada evangélica pede “providências legais” contra professor que tratou sobre homofobia em sala de aula”
Nenhuma novidade. A bancada evangélica quer impor suas doutrinas a toda sociedade. O objetivo é perpetuar a ignorância e criar um curral eleitoral cada vez maior. Trágico para um país com histórico de intolerância como o Brasil.
Em primeiro lugar, o professor tem autonomia, mas “autonomia” NÃO SIGNIFICA “liberdade absoluta”. Em segundo lugar, ISSO explica o porquê da educação no Brasil estar tão ruim. Em terceiro lugar, esse “Conselho da Criança e do Adolescente” deveria tomar vergonha na cara e cuidar dos jovens viciados e abusados sexualmente em vez de brincar de engenharia social. Quarto e mais importante: se esse professor desse esse tema ao meu filho COM SORTE ele conseguiria uma aposentadoria por invalidez.
ISSO explica o porque da educação no Brasil estar tão ruim. Gente parem as maquinas esse homem sabe a solução da educação, com SORTE os filhos deles tem uma boa educação em casa. Fez coisa errada cuidado com a aposentadoria no lombo.
nojo
Mais uma prova de que os deputados do DF não representam o povo! E, também, que desconhecem a realidade de sua própria sociedade!
Ninguém merece uma deputada dessas!
Quando ela enviou o ofício ela me representou!
Guarde suas crenças para seu templo e pare de censurar a produção acadêmica.
Operou muito bem a parlamentar. Escola não é lugar para estímulo à perversão e doenças mentais correlatas.
Doente mental é você, que vive alheio à realidade.
Esses temas são muito sensíveis e afetam diretamente o poder familiar (poder dos pais sobre decidir a educação moral, filosófica, etc. dos filhos). Gostaria de saber se os pais aprovam os temas. Esses sim deviam ser convencidos da suposta pertinência dos temas citados; a palavra final deve ser deles.
Thiago leia a LDB e os parâmetros curriculares, a parte diversificada dos conteúdos vai descobrir que os temas polêmicos não são invenções do professor, são temas obrigatórios nas escolas públicas que são laicas. A adoção dos conteúdos trabalhados independem da vontade dos pais, quem discorda matricula seus filhos em escolas com base em suas convicções religiosas.
Gostaria de saber se os pais aprovam os temas? Os pais, brasileiros e ruminantes que são (brasileiros é sinônimo de ruminantes), com certeza não aprovam. Eles humilham, batem, estupram, expulsam e por fim matam seus filhos lgbt. Assim eles lidam com o tema e na cabeça deles está ok. Afinal, eles são cristãos e o blá blá blá da igreja fornece a certeza que precisam ter enquanto auto-percepção: de que são pessoas de bem. Se são da Igreja, não são do mundo… Se não acredita, pesquise a vida dos lgbts na baixada fluminense, no nordeste… Se não é a escola a entrar com esses temas, esses assuntos nunca serão, por iniciativa dos pais, debatidos democraticamente. O que se mantém é uma maquina de matar lgbts, sustentada por “pessoas de bem” como você, que cinicamente fomentam a homofobia com opiniões “neutras” como a sua, e justamente por “neutros”, no pegapacapá põem o corpo fora. Quando a merda acontece vem sempre com o mesmo discurso: “tem que ter pena de morte, penalização mais forte no brasil, pra meter medo nesses vagabundos, nesses monstros criminosos”. Mas não querem perder 1 minuto do xurras de fim de semana refletindo sobre como o fenômeno da homofobia é construído, quem e como cada gota d’agua é reunida até a merda estourar e a violência acontecer. Sobre como cada um de nós, com nossas opiniões “neutras”, colaboramos para criar um pensamento condenatório ou que censura os lgbts, e por fim, alguém resolve tomar coragem e tomar pra si a pecha de fazer “justiça”, acreditando que vai livrar o mundo desse mal, desse erro, do qual tooooodos comentam…
Segundo ano do SEGUNDO GRAU pai e mãe não tem que aprovar nada, até porque os alunos todos têm no mínimo 16 anos, e a maioria absoluta tem mais de 18. Até porque se for pra deixar pai e mãe decidir currículo escolar a maioria vai querer que o filho só estude Bíblia e tenha 5 merendas, que é pra fazer bonito pro “pastô”, encher o bucho e dar menos despesa em casa.
Vai trabalhar deputada ! Vai procurar o que fazer!
Trabalho sobre relações de poliamor? Um grupo com várias pessoas se comendo?
Nossa, virei fã dessa deputada por reagir a esta porcaria.
Seu pai e sua mãe são só duas pessoas que se comem? Ah tá, isso explica muita coisa.
Essa deputada está completamente por fora da LDB, que prega o respeito às diversidades e as discussões dos temas sociais, visando a inclusão de pessoas pertencentes a grupos historicamente discriminadas. Assuntos como racismo, homofobia, misoginia, inclusão das pessoas com deficiência etc, precisam ser debatidos pelos alunos.
“Será que ela está à vontade com essas práticas que são contra a lei?” Que práticas são contra a lei, deputada?
Afinal, o que os pais devem fazer com minha sobrinha transgênero, de cinco anos de idade? Matá-la? Fingir que ela não é uma menina no corpo de um menino? Quanta ignorância.
Parabéns pelo depoimento.
Como um jovem vai pesquisar sobre transsexualidade, pansexualidade, homofobia, transgeneridade? Simples: olha no google que encontra.
Essa deputada é do Solidariedade? Que maldita solidariedade é essa? Vai para o PSC que faz mais sentido.
Operou muito bem a parlamentar.
entende de lei?
Contra a lei aonde sua imbecil??? Se vc quer tanto assim seguir os preceitos da tua religião, comece renunciando teu cargo, e volta pra tua casa, ser a serviçal do seu marido. Ah, e não vale ter empregada viu, tem que ser vc a cuidar dos assuntos da casa. É só procurar no teu livro sagrado que vc encontra sobre isso! Imbecil! Envergonha as mulheres e os cidadãos desse país!
Título que não corresponde a verdade dos fatos. O trabalho não era apenas sobre homofobia mas diversos assuntos não contemplados no Plano Nacional de Educação (PNE) e no Plano Distrital de Educação (PDE). O pedido de providências foi para a escola e não contra o professor. Assim está ficando cada dia mais difícil dar crédito a este jornal.
O PNE e O PDE não LIMITAM o que pode ser ensinado, o que consta deles é o currículo MÍNIMO, estrupício. Pode falar de outros assuntos sim senhor, vai aprender sobre o que está falando antes de fazer papel de palhaço na internet.
Sera melhor esta deputada, que faz uma orientação a sua igreja que faz lavagem cerebral a os pobres incrédulos que frequentam igrejas evangélicas e lés roubam ate o dinheiro do pão que tem essa pobre gente; que em sua ignorância não tem nível de raciocinar as conscientização que faz esta doctrina religiosa.
Deveria existir o sindicato dos pais, para botar no lugar esse “sindicato” dos professores, que não passa de braço direito do PT!
É óbvio e todos sabem que esse projeto de sindicato nada faz de produtivo para professores e atua apenas como uma organização política, de fato, ligada a movimentos sociais que tentam de qualquer forma botar goela abaixo suas ideologias doentias!
Pois é não existe sindicato dos pais, sabe por quê? Pq muitos pais hoje em dia estão pouco se importando com seus filhos, achando q a escola é lugar de educa los, filhos esses que não respeitam ninguém que falam muito palavrão que não tem um pingo de educação. Ae quando a escola tenta ensina o respeito aos outros aparece um individuo patético brandindo seja lá qual for seu livro sagrado dizendo que é errado e mais uma vez se eximindo da responsabilidade. Se ao menos os pais ensinassem o respeito em casa não precisava disso. Pais assumam suas responsabilidades!
Doentia só essa sua opinião, sem pé nem cabeça.
Por que não publicam meu comentário? Temem o que?
Mesmo se fosse de competência imediata da parlamentar não caberia a ela se incomodar tanto. porque ela não vai trabalhar de segunda a sexta das 8 às 18h. Que mundo ela tá?
De-PUTA-da, vá cozinhar para seu marido e esqueça a vida dos outros! Ou será que no seu dia-a-dia de trabalho a senhora não tem pautas muito mais importante a tratar. Se não tem, aqui vai algumas que podem lhe ajudar;
Violência
Maus tratos contra a mulher
Maus tratos contra o idoso
POBREZA (tem de ser maiúsculo, pois a senhora não deve saber o que é isso)
DESIGUALDADE SOCIAL (mesma coisa)
Criminalidade
A família a qual a senhora defende está definhando, sendo esmagada por uma crise política/financeira séria. Se oriente e VÁ TRABALHAR! FAÇA JUS AO SEU SALÁRIO!
E vc mandou ela cozinhar porque? ??? E chamou de PUTA porque?
Critique a posição da bancada evangélica, nao a posição dela de mulher nansociedade. Ou vc estará agindo igual a ela.
Errou feio, errou rude na forma, amigo: “De-PUTA-da, vá cozinhar para seu marido”.
Mente estreita e atraso: a gente vê por aqui (na CLDF)
Como sempre a bancada evangelica .. eleita pelo povo ignorante evangelico (2 coisas bem similares) demonstra a sua inutilidade politica ao apresentar assuntos inocuos para o bem estar publico. Afinal de contas é só pra isso que eles servem .. para serem inuteis …
GENERO – o politicamente correto no Brasil é criar um confronto entre os meninos e as meninas. Mostrar que os homens não prestam e as mulheres são objetos. Isto é uma corrente de pessoas que se deram mal em seus relacionamentos afetuosos e buscam disseminar as suas experiências frustrantes como sendo: vai acontecer com você se não “mudar”. São mulheres mal amadas, geralmente feias por dentro, mal preparadas para a vida à dois. São homens, que por terem suas preferências sexuais alteradas, querem mostrar que isto é perfeitamente normal, o que não é verdade. Esta confusão mostrada ao jovem, vai fazê-lo abrir o olho, precocemente, para um fato que neste momento de sua vida não é importante, existem outras prioridades no ensino.
Esse povo não tem filhos e quer corromper os dos outros. Por isso precisamos vale escola em vez de escola estatal.
Corromper seria impedir a visão crítica da realidade! Não subestime seu filho. Se vc não tem uma ilha deserta pra cria-lo caia na real.
Há idade para tudo, e há coisas que um pai quer mostrar não como algo bom, mas como inaceitável moralmente.
A (cara) dela já diz tudo (MERDA PURA)!.
Porque os Deputados Evangélicos são tão proativos para agirem em questões de sexualidade, intervirem nos debates dentro de sala de aula, mas protelam tanto em questões de fato importantes como Saúde pública, Segurança e economia?
essa deputada abilolada que nada faz e que aparece.
Mulher burra, gente tacanha
Que cadela hipócrita! Essa vaca, em lugar de ir investigar as contas do Eduardo Cunha ladrão, corrupto e irmão de fé no Deus MAMON/$ de ambos, faz um desvio vigiando o meio das pernas alheias, para continuar a roubar, enquanto os trouxas provincianos se escandalizam com a orientação sexual dos LGBTs, eles roubam.
Vários comentários de #Crentelhos e pessoas que acreditam em deus(ser imaginário)
Para religiosos otários: Teu ser imaginário só existe na tua cabeça e morre contigo, mas você é livre como uma cegonha cega para fazer tuas escolhas. Tudo tem um fim, o Sol, a Terra e até tua tremenda ignorância!
A solução é simples, existem escolas com base curricular na formação e nas convicções religiosas, evangélica, católica, islâmica, ortodoxa. Aqueles que desejam que seus filhos continuem alheio as coisas que acontecem no mundo real e na realidade do cotidiano social é só trancá-los em uma redoma de vidro. A escola pública é laica e em seus parâmetros curriculares estão os temas transversais, na parte diversificadas dos conteúdos, temas como violência racismo, homofobia, misoginia, inclusão dos ANEES. Todos os temas são ser trabalhados e debatidos em sala pelos alunos com mediação do professor . Leiam a LDB antes de publicar asneira. Os temas curriculares independem da vontade a avaliação dos pais. Quem discorda deles matricula seus filhos em escolas particulares com base nas suas convicções religiosas.
Perfeita colocação minha querida….
A solução é simples, existem escolas com base curricular na formação e nas convicções religiosas, evangélica, católica, islâmica, ortodoxa. Aqueles que desejam que seus filhos continuem alheios as coisas que acontecem no mundo real e na realidade do cotidiano social é só trancá-los em uma redoma de vidro. A escola pública é laica e em seus parâmetros curriculares estão os temas transversais, na parte diversificadas dos conteúdos, temas como violência racismo, homofobia, misoginia, inclusão dos ANEES. Todos os temas polêmicos ou não serão trabalhados e debatidos em sala pelos alunos com mediação do professor . Leiam a LDB antes de publicar asneira. Os temas curriculares independem da vontade a avaliação dos pais. Quem discorda deles matricula seus filhos em escolas particulares com base em suas convicções religiosas.
Deputada Sandra Faraj, escola sem partido e sem discussão da diversidade é coisa de quem não sabe o que fazer. Creio que existem temas realmente relevantes que a senhora deveria engajar como as políticas públicas voltada para o combate a violência contra a mulher e o idoso, o combate as drogas, o tratamento para os dependentes químicos, a desigualdade social, o combate a pobreza. criação de creches para as mães deixarem seus filhos para trabalhar, a acessibilidade dos deficientes com projetos sobre acessibilidade e mobilidade urbana. Vá procurar alguma coisa útil para fazer e assim fazer jus ao salário que a senhora recebe.
Sem a menor soma de duvidas… estamos aguardando….
Em que século vivem os protestantes, acho que antes de Jesus.
Será que essa deputada de direta pensa que os estudantes são burros igual a ela
Vamos varrer todos os problemas e merdas para embaixo do tapete e criar direitinhas idiotas achando que a disney é o céu (sim, céu dos idiotas) e comunista é coisa do capeta, homofobia e xenofobia é um direito e o Cunha é o sujeito mais honesto do mundo, e viva the globo!
Porque tive que responder um questionário em inglês. Essa merda é estrangeira ou eu quem está em local errado?
Não sei quem é mais ridículo e ignorante, quem vota e apoia essa mulher, ou ela própria. Escola é lugar de debate, de dissenso e reflexão. Se querem uma ditadura cristã medieval que se mudem para Uganda!
Ainda bem que [ainda] temos representantes que brigam pelo que é certo nesse país. Parabéns, deputada! Terá o meu voto e os de todos de minha família.
O certo é fazer de conta que isso não existe? Vai criar seu filho numa ilha deserta?
Parabéns por bostejar em público e ainda elogiar uma retardada. São pessoas como você que colocam o Brasil pra baixo, rumo ao preconceito e a mente fechada. Vai fumar maconha pra abrir essa mente, filho da puta.
Tinha era que ser cassada essa porra de pastora, lugar de pastor é no curral. O estado é laico
Rafael, estado laico se refere ao estado que garante a livre manifestação religiosa. Um estado sem religião é um estado ateu/agnóstico.
E se algum filho teu disser que teu ponto de vista está errado? Tu vais querer ouvir os argumentos e debater ou simplesmente vai dizer que ele está “errado” e vai obrigar ele a concordar contigo?
Caso típico de pessoa que nasceu com dois neurônio. Um para pagar o dízimo, outro para postar inutilidade em rede social .
kkkkk calma lá, vai ver alguem da sua familia sabe usar o cérebro…
Vamos imaginar que discutir sexualidade seja algo bom quando os alunos conseguirem ler um livro de 500 páginas sobre qualquer tema e interpretar o que está escrito nele. É incrível, depois vocês reclamam porque os “filhinhos de papai” que estudam em escola particular tem melhores resultados. Deve ser porque a escola particular segue uma grade, e não uma agenda ideológica.
Ela persegue e ainda se faz de vítima?!
tem uma tática retórica conhecida como “acuse seus adversário de fazer o que você faz”.
A pastora tá acostumada com a igreja, onde um fala e todos ouvem e ponto, diferente da escola, onde deve haver pluralismo, discussões e troca de ideias, por isso ataca os professores e a liberdade dos alunos em aprender.
“Sempre que agimos para defender os valores da família” Sempre a mesma desculpa.
Mas se não for discutir na escola vai discutir onde???
Por acaso esses jovens maduros, os que saem do ensino medio e fazem faculdade, geralmente faculdade de especializaçao para ter uma profissao lucrativa, esses jovens acha que eles aprendem sobre esses assntos na faculdade?!! Acha mesmo?!! Se nao discutir isso na escola, se nao fomentar essa abertura intelectual aos 15 anos, nao sera no futuro deles que eles, sozinhos ou com estimulo, vao conseguir abrir a mente, ja que com o trabalho e a vida, tenho que dizer: escrava; que vao ter, mal vao conseguir entender uma simples teoria basica.
Só uma faculdade de ciencias sociais pode mudar a mente das pessoas, mas, pois é justamente esses cursos de humanas que a própria sociedade condena. Então como a sociedade vai ter autoridade nesse assunto, de homosexualidade e gêneros, se ela própria é formada pela escola, se ela quer uma evolucao deve deixar seu agente formador evoluir. Caso contrario, se cada um da sociedade, seja uma pessoa comum, artista politico, etc, acha que tem arbitrariedade para dizer o que pode e o que não pode ensinar as criancas e jovens, então pegue um livro de chamada, se encha de coragem e vá ensinar o que esta no Plano Nacional da Educacao para 40 alunos numa sala de aula de uma vez; vá com todo o seu conhecimento em pedagogia e ciencias humanas ensinar aos alunos como o mundo é e por que os problemas sociais ocorrem. Explique a eles a verdade de por que gays são mortos cruelmente neste país, explique por que gente negra mora nos piores lugares da cidade, explique por que ele é obrigado a votar. Explique o mundo aos alunos, e lembre-se que deve fazê-los entenderem e não somente aceitarem o que vc diz, além de que é sua obrigação, como professor, formar cidadãos conscientes criticos e politicos.
Ridícula
Segundo ano DO SEGUNDO GRAU, essa mulher não tem mais o que fazer, aluno de segundo ano já trabalha, namora, tem filho, vota, a maioria tem até mais de 18 anos, LÓGICO que tem maturidade pra falar disso tudo e TEM que falar disso tudo, do mesmo jeito que TEM que falar de racismo, que TEM que falar de outras religiões que não esse cristianismo às avessas dessa crentalhada louca que só quer saber de dinheiro, que TEM que falar de política, tem que falar DE TUDO pro povo aprender a se comunicar feito gente e PENSAR, não ficar só vomitando meme de pastor retardado.
Parabéns deputada! Escola é pra estudar, não falar de perversões sexuais!
Estamos vivendo num mundo cercado por intolerância,a escola tem sim todo o direito ajudar a formar novos cidadãos que possam ver com seus próprios olhos o que existe na sociedade, que possam pensar por conta própria…ridículo é essa mulher usar de seu cargo público pra defender suas ideias religiosas e retrógradas e querer construir uma sociedade intolerante…qualquer religião deveria pregar o amor ao próximo…sem mais…fico feliz que ainda existam professores que se importam o suficiente pra tentar levar aos estudantes um pouco de conhecimento da humanidade.
Desculpa, mas não concordo. Para formar cidadãos que olhem com os próprios olhos é preciso deixar que eles enxerguem com os próprios olhos, e não induzi-los a uma formação religiosa ou sexual. A escola não tem o direito de afrontar a família, nem de contrariar o ensino dado pelos pais.
To achando ótimo esse comentário com pessoas falando sobre a educação, pessoas que não estão mais na escola. Deixa eu contar uma coisa para vocês que concordam co a deputada. Quando um professor propõe um debate, o aluno tem a oportunidade de se expressar, dar sua opinião sobre o assunto, e entender melhor o ponto de vista de outras pessoas. Além disso era uma turma do 2° ano do ensino médio, a maioria das pessoas do ensino médio já são bem sabidinhas ok? Eu participo de debates na escola desde o 8° ano, estou no 1° e não tem NADA melhor que ter uma aula com debate, ouvir a opinião das pessoas, defender causas. Isso é o que devemos aprender na escola, á nos expressar e aprender a respeitar os outros, e não ser os tipos de pessoas que ficam comentando merdas como chamar homossexuais de doentes, em notícias como essa.
A atividade foi aplicada a alunos do 2º ano do ensino médio, com idades entre 15 e 16 anos.
“Trabalhos de cunho pedagógico desenvolvidos por professores em sala de aula, que contemplem temáticas sociais, estão em conformidade com o Plano Nacional de Educação (PNE), previstos, inclusive, na discussão sobre cidadania e para os Direitos Humanos”
“Cumpri com a função que tenho. Abordamos a temática como deveria ser, passei uma bibliografia, para que eles não caíssem em sites mais pesados. Passei alguns vídeos apropriados, nenhum deles pesado, para que os alunos trabalhassem esses conceitos.” O professor Meirelles afirma que não esperava “causar tanto” a partir de uma conversa com 35 alunos, mas acabou gostando que a discussão gerou um debate.
A diretora do Sindicato dos Professores do DF Rosilene Correia afirma que o conteúdo está previsto na proposta curricular e que não cabe à deputada se dirigir diretamente à escola.
“O questionamento deve ser dirigido à Secretaria de Educação e não ao professor. Ele não tem que dar nenhuma satisfação a deputado. Não houve nenhuma irregularidade. ” Essa deputada, quer importar a suas convicções pessoais, os seus pre conceitos, a sua religião aos alunos. Ou você é pastora ou é deputada !
aguardando que a nobre deputada envie ofício para a justiça pedindo a prisão de corruptos, ou aprovando leis que de fato beneficiem a sociedade como um todo, ao invés de perder seu tempo e gastar meu dinheiro( pois quem paga o salário dela sou eu) com oque não deve se meter…Aproveito o ensejo e deixo registrado a minha parabenização a instituição de ensino que propôs uma discussão sadia, e ao meu ver fundamental para uma convivência pacífica e respeitosa entre as pessoas.
Bancada evangélica é algo tão nojento que esse nome deveria ser transformado em palavrão. tipo assim : ei tua mãe é uma bancada evangélica, chupa.
Que medida cabível? O professor quer apenas mostrar as outras orientações sexuais que existem e não quer dizer que os alunos seguir essa orientação.
Imbecil e covarde. Claro que é evangélica.
“Será que ele tem maturidade para tratar sobre isso?”.
Um jovem tem maturidade suficiente, se isso não for tratado agora, na juventude, ele se torna um adulto que não entende e muito menos respeita as diferenças.
essa bancada evangegue nao faz NADA que preste
Vivemos em um país engraçado. Alunos discutem com professores – qdo não os agridem -; saem de sala sem autorização; são “adiantados”, ainda que não tenham notas para isso, tudo para aumentar a estatística [furada] do MEC; não têm sequer noção do que é pátria (bandeira e hino brasileiros); além de tantas outras mentiras e enganos. Agora, como se não bastassem a essas crianças não terem as instruções necessárias (moral e civismo, respeito às instituições e autoridades etc.), aparece-me os “doutos” querendo ensinar orientação sexual, faça-me o favor…
Ainda bem, Exma Sra. Deputada, que contamos com os serviços de V Exa. Nem tudo está perdido neste país petralha. Estamos com V Exa, eu e todas as pessoas de bem.
Sindicato da perversão sexual advogando pela esculhambação do ensino.
Se a deputada defender que se ensine a guarda o sexo para o matrimônio, esse sindicato de fornicadores e sodomitas é capaz de declarar a jihad contra ela.
Sou agnóstico e acho que os evangélicos e cristãos em geral também se metem muito na religiosidade e na sexualidade de crianças e jovens, na igreja e na escola. Mas também quero que meu filho vá para a escola para aprender marcenaria, horta, direito, música, construção de casas, coisas que não ensinam hoje, só teoria, teoria e teoria durante anos e anos para o coitado do aluno passar em um vestibular porque não há vagas para todos. E como se não bastasse ainda querem ensinar questões sexuais. Coisa de pessoas que seguem a ideologia alienante e destruidora da esquerda. Neste sentido a Deputada está certa! Questão sexual deixe com os pais!
Gianni, respeito sua decisão de ser agnóstico, mas não podemos anular o fato de que os valores da nossa sociedade são baseados nos valores judaico-cristãos (não é porque você não acredita na existência de Deus que você vai sair agredindo alguém, etc, seus valores morais são iguais ao de qualquer pessoa que tenha valores cristãos). Quando uma criança aprende o Pai Nosso, quando uma criança passa a acreditar que a natureza, os animais, enfim, tudo foi criado por Deus, ela desenvolve vários sentimentos e valores benéficos a família e a sociedade. É uma decisão da criança no futuro, como foi a sua, acreditar ou não que Deus existe, e isso, em um estado laico, deve ser respeitado tanto quanto o direito a livre manifestação religiosa. Evangélicos e católicos, em sua grande maioria, são conservadores, ou seja, querem conservar os valores. A grande questão é que a esquerda sempre teve por meta fazer uma reengenharia social, e qual seria o melhor caminho? Onde as crianças são mais suscetíveis a receber todo tipo de informação? Infelizmente as escolas são o alvo, e depois ainda criticam o resultado do que eles mesmos promovem. Alunos que chegam ao nono ano sem conseguir interpretar um texto sequer, como vão encarar, de forma competitiva, um aluno de escola particular, que estuda seguindo uma grade e não uma agenda ideológica?Eles não querem nem mais se chamar de professores, agora são os “educadores”. Eu tenho medo pelas próximas gerações.
Tem uma coisa que eu não consigo entender. Não existe um conteúdo programático, o qual os professores devem obedecer? Se os professores têm autonomia para ensinar o que quiser, então o ensino vai se basear na religião ou opção sexual, ou ainda nas frustrações pessoais de cada professor? É cada professor e cada escola por si próprio. Cada um ensina o que quiser? Isso é outra bagunça institucional. É por estas coisas que a educação piora a cada dia. Saudades do meu tempo de escola, onde eu aprendi matemática, português e história. E claro, os professores tinham um conteúdo programático e nao podiam sair daquele conteúdo. O maior problema hoje é que todos querem ser autoridade, querem legislar sobre assuntos que não lhe dizem respeito. Ao professor cabe seguir o roteiro instituído pelo ministério da educação. E não ensinar aos alunos suas opiniões e opções sexuais. Vergonha!
Ela é um dos cânceres da política do DF. Usa o nome de Deus para seus próprios interesses.
RELIGIÃO é baseada no MEDO da MAIORIA e dá LUCRO pra uma MINORIA, esta MINORIA manda na MAIORIA….
É importante aprender a questão da diversidade religiosa, diversidade de gênero e raça. Se este tipo de ensino fizesse parte da educação escolar, hoje não seriamos o país que mais mata homossexuais e transgeneros no mundo. Sem contar o grande preconceito que a população negra e as práticas religiosas oriundas da sua cultura sofrem até hoje. Cultura esta que faz parte de nosso dia-a-dia.
Antes de ter um pré-conceito, todos devem conhecer e ter a noção de que independente de qualquer coisa TODOS são seres humanos e merecem respeito.
Para os novos evangélicos e para o governo, é interessante ter pessoas ignorantes, sem opinião própria e pobres. Pois são mais fáceis de manipular e controlar. Porque que a igreja católica se tornou, no passado, parte importante no governo de muitos países? Para controle da população! Leiam Maquiavel e Karl Marx e se espantem o quanto a sociedade não mudou e segue a mesma regra desde o começo das civilizações.
Mas se lembre: O mundo só muda quando a sociedade luta pelos seus direitos. O governo não quer que você tenha direitos e nem opinião! Estudem as revoluções sociais! Retirem os cabrestos da alienação e enxerguem mais além do seu próprio mundo.