Com prisão temporária decretada pelo juiz Sérgio Moro, Valério Neves Campos foi exonerado nesta manhã do cargo de secretário-geral da Mesa Diretora da Câmara Legislativa.
Numa nota curta, assinada pela Mesa Diretora, a Câmara Legislativa informa que a exoneração ocorreu logo após a divulgação da participação de Valério Neves nas denúncias investigadas no âmbito da Operação Lava-Jato.
Valério foi preso nesta manhã, junto com o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e o lobista Paulo Roxo. Eles são investigados em esquema de cobrança de propina de empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato por meio de contribuições para a campanha de 2014.
Com uma longa história na política do DF, Valério era o braço direito do ex-governador Joaquim Roriz. Também era aliado do ex-senador Luiz Estevão, que cumpre prisão no Complexo da Papuda, pelo escândalo do Fórum Trabalhista de São Paulo.
Atualmente, Valério exercia o principal cargo na Câmara Legislativa por indicação da presidente da Casa, Celina Leão (PPS).
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