O chefe da Casa Militar, Cláudio Ribas, divulgou nota sobre a Operação Palácio Real, deflagrada nesta manhã (02), pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco) da Polícia Civil do DF.
O oficial sustenta que a Casa Militar vai colaborar nas investigaçôes da Polícia Civil sobre os fatos que estão relacionados ao governo anterior, de Agnelo Queiroz (PT).
A Deco investiga a suposta participação do Coronel Cirlândio Martins, ex-chefe de gabinete da Casa Militar, no episódio em que o policial militar João Dias invadiu o Palácio do Buriti, em 2011, para atingir o então secretário de Governo, Paulo Tadeu, hoje conselheiro do Tribunal de Contas do DF. O policial jogou uma mala com R$ 200 mil no gabinete de Paulo Tadeu para passar uma imagem de que estaria devolvendo o dinheiro.
Na nota, a Casa Militar diz que Cirlândio não está mais lotado no órgão.
O coronel foi exonerado há uma semana. Ao blog, o coronel Ribas disse que Cirlândio foi transferido da Casa Militar para a área de saúde da Polícia Militar, pela sua articulação política, para cuidar dos problemas do Fundo de Saúde da PM.
Veja a nota da Casa Militar:
“A Casa Militar explica que foi franqueado o acesso aos agentes da Polícia Civil que realizaram, na manhã de hoje, busca e apreensão de documentos e arquivos de computador relacionados ao ex-servidor Cirlândio Martins dos Santos, exonerado no dia 24 de agosto.
A operação da Polícia Civil é consequência de uma investigação iniciada no governo passado, em 2012.
A Casa Militar irá colaborar no que for possível com as investigações”.
Foto: Breno Fortes
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